Sem dúvida, a Avenida Eduardo Ribeiro atendia ao modelo de espaço público requisitado pela burguesia, onde o consumo e o lazer assumiam importantes papéis, e surpreendia ao viajante porque era como encontrar uma cópia fiel dos grandes centros civilizados em pleno coração da selva amazônica.
Ao escrever o livro 'A Selva', Ferreira de Castro denunciou situações tremendamente injustas, como era o caso dos milhões de seringueiros que a extração da borracha davam o melhor do seu sangue, suor e liberdade.
Atualmente, os exemplos de azulejos que Lisboa ostenta são tantos e, de tal forma, variados, que a história da própria cidade pode ser lida em painéis de azulejos.
Em todos os seus livros está patente a denúncia – apresentar os fatos tão somente para o leitor ajuizar, sem jamais se socorrer da linguagem da violência ou do ódio.