Relatório divulgado pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta que as novas áreas afetadas pelo garimpo ilegal caíram de 83,95 hectares em 2024 para 45,2 hectares em 2025. Mas atividade continua na TI.
Um relatório feito após missão institucional no fim de 2025 aponta que dragas e balsas usadas no garimpo de minérios mudaram a coloração do rio e colocam em risco a saúde da população.
Ação buscou fortalecer a cooperação jurídica e policial entre alguns países que compõem a Amazônia Internacional: Brasil, Guiana Francesa, Guiana e Suriname.
A abundância de depósitos auríferos no leito do rio, somada às condições geográficas favoráveis e ao acesso fluvial, contribuiu para que Humaitá fosse vista como ponto estratégico para a mineração.
O município de Calçoene teve a maior alta e pesquisadores apontam que região não têm presença de facções criminosas estabelecidas, mas vê garimpo ilegal se expandir.