A Bahia passou a dividir o protagonismo na produção do cacau com o Pará, que agora assume a liderança como maior produtor. Mas o país virou a chave e aprendeu a transformar a sua amêndoa em chocolates premium e de origem.
Maior evento de chocolate de origem e negócios da América Latina, o Chocolat Xingu será realizado entre os dias 11 e 14 de junho, no Centro de Eventos Vilmar Soares.
Entre as iniciativas está a experiência da Ascurra Chocolate, da Chocolatier Sarah Brogni, que contou sobre como o investimento em turismo em sua fazenda contribuiu para expandir o seu negócio.
O estudo mostra que a combinação de clones de cacau com diferentes processos de pós-colheita pode equilibrar qualidade sensorial e benefícios funcionais, abrindo novas perspectivas para a produção de chocolate.
Iniciativa implantou uma biofábrica-escola dentro da Terra Indígena Sete de Setembro, em Rondônia. Cada tablete de chocolate reúne o trabalho coletivo da comunidade e o valor da floresta em pé.
Fábrica nasceu quando Jhanne descobriu que sua afilhada era alérgica a leite e glúten. O segredo do sabor do chocolate está na origem: o cacau rondoniense, cultivado por produtores locais.