Manaus participa de pesquisa inédita de mapeamento de saúde mental de adultos

Levantamento de saúde mental vai estimar a prevalência de transtornos como depressão, ansiedade, uso de álcool e outras drogas, e mais.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Manaus

Manaus (AM) vai participar da fase piloto da Pesquisa Nacional de Saúde Mental (PNSM-Brasil), projeto inédito do Ministério da Saúde (MS) que busca mapear a saúde mental da população adulta. O estudo é o primeiro de base populacional voltado para brasileiros com 18 anos ou mais.

O levantamento vai medir a frequência de transtornos como depressão, ansiedade, uso de álcool e outras drogas, além de comportamentos relacionados ao suicídio. Os dados também vão mostrar como esses problemas se distribuem por:

  1. sexo;
  2. idade;
  3. escolaridade;
  4. renda e região.

Além de Manaus, outras sete cidades participam da fase piloto são: Sobral (CE), Jundiaí (SP), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Santa Cruz do Sul (RS), Campo Grande (MS) e Brasília (DF). Ao todo, são oito localidades.

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Como funciona a pesquisa de saúde mental?

As entrevistas são feitas presencialmente nos domicílios, com amostra representativa da população adulta. Em cada casa, apenas uma pessoa com 18 anos ou mais é sorteada para responder ao questionário, que tem duração média de 60 minutos. A aplicação é realizada por entrevistadores treinados, com apoio de equipamentos eletrônicos.

manauaras participam de estudo de cuidado com saúde mental
Movimento do comércio no Centro de Manaus. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O estudo também vai avaliar o acesso e o uso dos serviços de saúde mental, identificando a procura por atendimento, os tipos de cuidado oferecidos e as barreiras enfrentadas pela população. Segundo o Ministério da Saúde, os resultados devem ajudar no planejamento de políticas públicas e no fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial do SUS.

A participação é voluntária e só ocorre após consentimento do entrevistado. Todas as informações coletadas são sigilosas, analisadas de forma agregada e protegidas conforme as normas éticas e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

*Por Lucas Macedo, da Rede Amazônica AM

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