SGB e o Inpa firmam acordo para fortalecer monitoramento dos rios na Amazônia

Instituições firmaram Acordo de Cooperação Técnica que amplia o compartilhamento de dados hidrológicos e prognósticos climáticos

Foto: Gerard Moss/Projeto Rios Voadores

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) firmaram um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) voltado ao fortalecimento do monitoramento hidrológico e climático na região amazônica. Com o documento, as instituições ampliam a parceria para o compartilhamento de dados hidrológicos e prognósticos climáticos. 

Atualmente, o SGB e o INPA já realizam troca de informações no âmbito do Sistema de Alerta Hidrológico.

“O acordo vem justamente para oficializar essa grande parceria com o Inpa, que colabora com os boletins e prognósticos climáticos. O instituto reúne informações, que nos ajudam a compreender o cenário climático e transmitir esse conhecimento para a sociedade”, destacou a pesquisadora do SGB e Superintendente Regional de Manaus, Jussara Cury.

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O Inpa contribui com prognósticos climáticos e análises meteorológicas, enquanto o SGB é responsável pela análise do cenário das bacias monitoradas por meio do acompanhamento das cotas fluviométricas, elaboração de gráficos das estações representados em hidrogramas, além dos modelos de previsão, gerando os boletins hidrológicos semanais.

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Imagem colorida mostra equipe do SGB e Inpa que firmaram acordo de monitoramento de rios
Foto: Divulgação/ SGB

Acordo incentiva pesquisas

Segundo com o pesquisador do Inpa Renato Senna, a união entre duas instituições é fundamental para gerar resultados positivos para a sociedade.

“É muito importante para o Instituto ter seu trabalho integrado aos órgãos operacionais, tornando nossas pesquisas úteis à segurança e ao desenvolvimento das comunidades amazônicas. Esse documento representa a formalização de anos de parceria institucional, cooperando na divulgação de informações relevantes para a segurança, a economia e o desenvolvimento da Amazônia Ocidental”, afirmou.

O acordo também abre oportunidade para pesquisas conjuntas, treinamento de pessoal e estímulo à publicação técnico-científica nas áreas de hidrologia, climatologia e geociências. O acordo tem vigência de cinco anos, podendo ser prorrogado, e não prevê transferência de recursos financeiros entre as instituições.

*Com informações do SGB

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