Foto: Divulgação/Rede Amazônica
Por Abrahim Baze – literatura@amazonsat.com.br
Toda sociedade sofre modificações. É necessário fixar-lhe a memória por meio de uma escrita que marca com nitidez os contornos de sonhos de uma época. O ano era 1968, marcado pela efervescência do Regime Militar em que o Brasil vivia. Foi diante desse cenário de uma Manaus bucólica que nascia Cláudia Maria Daou Paixão e Silva, no dia 22 de abril de 1968.
Nasceu em um hospital, cuja memória se perdeu no tempo, que era a Santa Casa de Misericórdia. Sua mãe que ali trabalhava, dava a luz e ajudava a minorar as dores de outros pacientes, pura coincidência. Cláudia Maria Daou Paixão e Silva que herdou da enfermeira que lhe trouxe ao mundo a personalidade forte. Toda nova geração constrói novos padrões, valores e atitudes sobre a vida e a sociedade.
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Seu pai, Phelippe Daou, nessa época já despontava como promissor jornalista trabalhando no ‘O Jornal’ e sua mãe Magdalena Arce Daou, era reconhecidamente na época como dedicada enfermeira que, com esforço próprio trabalhava duro para contribuir no sustento da família.

O tempo foi passando e a menina Cláudia Maria Daou, hoje Paixão e Silva teve o primeiro contato com as letras no Colégio Christus, já em tenra idade do maternal até a 5ª série do Ensino Fundamental. De família que professa a Religião Católica, logo transferiu-se para o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, tendo concluído o Ensino Médio.
Os anos foram permitindo o amadurecimento de Cláudia Maria Daou, que conhece o jovem Ely Freitas Paixão e Silva, formado em Engenharia Elétrica, com quem casou-se em 1990, trazendo ao mundo três filhos: Lorena Daou Paixão e Silva, que nasceu em 05 de agosto de 1992, Phelippe Daou Neto, no dia 03 de fevereiro de 1996 e Lara Daou Paixão e Silva, no dia 10 de junho de 2002.

Em 1990 cursa Administração de empresas na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), onde concluiu com pleno êxito. Em seguida, faz uma especialização em Recursos Humanos, pela Fucapi, à época uma instituição de muito prestígio.
Seguindo o exemplo de seus pais, logo começa a trabalhar no Grupo Rede Amazônica. Seu desejo de conhecer todos os meandros da Administração percorreu vários setores da instituição, inclusive na Fundação Rede Amazônica, hoje como Diretora Presidente.
Com o falecimento de seu pai em 2016, assume juntamente com seu irmão o destino e a condução do Grupo Rede Amazônica.
Nos dias atuais participa ativamente e efetivamente a condução do Grupo Rede Amazônica como Presidente do Conselho Consultivo, dividindo as responsabilidades com seu irmão Phelippe Daou Júnior, CEO do Grupo.
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Sobre o autor
Abrahim Baze é jornalista, graduado em História, especialista em ensino à distância pelo Centro Universitário UniSEB Interativo COC em Ribeirão Preto (SP). Cursou Atualização em Introdução à Museologia e Museugrafia pela Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas e recebeu o título de Notório Saber em História, conferido pelo Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas (CIESA). É âncora dos programas Literatura em Foco e Documentos da Amazônia, no canal Amazon Sat, e colunista na CBN Amazônia. É membro da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA), com 40 livros publicados, sendo três na Europa.
*O conteúdo é de responsabilidade do colunista
