Foto: Divulgação
A Fundação Rede Amazônica realizou, na tarde desta terça-feira (2), o 1º Encontro de Embaixadores do projeto Amazônia Que Eu Quero. Realizado de forma on-line, o evento reuniu embaixadores dos estados do Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia, Roraima e Pará, além de representantes do Grupo Rede Amazônica nos estados onde o projeto é desenvolvido.
A iniciativa foi criada para fortalecer a rede de embaixadores do projeto, promover conexões entre os participantes e ampliar o alcance das discussões realizadas ao longo da temporada do Amazônia Que Eu Quero.
A abertura do encontro foi conduzida pela coordenadora do projeto, Ruthiene Bindá, que destacou a importância dos embaixadores para a disseminação dos debates promovidos pela iniciativa. “Os embaixadores desenvolvem papel fundamental no processo de divulgação do projeto. Desejamos que eles utilizem do alcance profissional, seja no setor empresarial ou institucional, para ampliar o conhecimento sobre essa iniciativa, que estimula reflexões sobre temas relevantes para os amazônidas e para todos que vivem na Amazônia”, afirmou.
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Durante o evento, a diretora-presidente da Fundação Rede Amazônica, Cláudia Daou Paixão, reforçou o propósito que deu origem ao projeto e sua contribuição para o fortalecimento da participação cidadã. “O programa foi idealizado com o objetivo de promover a educação política e ampliar a participação dos principais agentes e setores da sociedade, tanto públicos quanto civis, além de incentivar o envolvimento ativo da população por meio dos painéis e dos temas debatidos ao longo do ano”, destacou.
O encontro contou com a participação dos embaixadores Carolina Gregório (Rondônia), Isan Anijar (Pará) e Ilana Mivev (Amazonas), que compartilharam experiências e reflexões relacionadas ao tema da temporada 2026, “Democracia na Era Digital: o uso das novas tecnologias no processo eleitoral”.
Carolina Gregório, diretora-presidente das operações da Aegea em Rondônia, trouxe uma reflexão sobre a relação entre informação e coerência na construção da Amazônia que a sociedade deseja para o futuro. Já Isan Anijar, presidente da Associação Comercial do Pará, destacou que, embora a tecnologia seja uma ferramenta essencial para o desenvolvimento, são os valores, a ética e o compromisso com as próximas gerações que definirão o futuro da democracia e da região amazônica.
A diretora executiva da Fundação Rede Amazônica, Mariane Cavalcante, ressaltou que o Amazônia Que Eu Quero busca reunir diferentes segmentos da sociedade em torno de propostas concretas para o desenvolvimento regional. “O Amazônia Que Eu Quero envolve gestores públicos, lideranças sociais e representantes da iniciativa privada. A ideia é construir uma visão ampla sobre os desafios da região para que, ao final de cada edição, possamos deixar um legado para a Amazônia, com propostas viáveis, capazes de contribuir para a gestão pública e fortalecer a participação da sociedade”, afirmou.
O encontro marca o início de uma agenda de aproximação e fortalecimento da rede de embaixadores do projeto, ampliando a participação de lideranças regionais nos debates sobre o presente e o futuro da Amazônia.
Sobre o Amazônia Que Eu Quero
Criado em 2019, o Amazônia Que Eu Quero é uma iniciativa da Fundação Rede Amazônica e do Grupo Rede Amazônica que promove debates, escuta social e construção coletiva de propostas para o desenvolvimento sustentável da região. Ao longo de suas edições, o projeto reúne especialistas, gestores públicos, representantes da iniciativa privada, lideranças sociais e a população para discutir temas estratégicos para a Amazônia, transformando contribuições em Cadernos de Soluções entregues a autoridades e instituições responsáveis pela formulação de políticas públicas.
