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Domingo, 11 Abril 2021

Acre estabiliza na Bandeira Amarela com tendência de aumento nos casos e mortes por Covid-19

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O Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 no Estado do Acre, avaliou que as três regionais de saúde do Estado registraram aumento no número de óbitos pela doença. Se no período epidemiológico passado haviam sido 13 mortes, agora o número passou para 32. Os dados recentes de confirmação da doença por RT-PCR também apontam para um aumento no número de casos para os próximos dias.

Coordenadora do Grupo de Apoio ao Pacto Acre Sem Covid, Karolina Sabino. Foto: Diego Gurgel/Secom.

Segundo a coordenadora do Grupo de Apoio ao Pacto Acre Sem Covid, Karolina Sabino, a pandemia não está perto de acabar e a manutenção dos cuidados básicos segue essencial. O Comitê já está procurando se alinhar com as novas prefeituras, lembrando que o trabalho de controle da doença só é possível com a participação de todos. Até mesmo o estado vizinho, Amazonas, foi lembrado devido ao aumento drástico dos casos e mortes por Covid-19.

"O Comitê já se colocou à disposição dos novos prefeitos para que possamos trabalhar em conjunto. Por isso, alertamos a população de que a pandemia não acabou e as medidas sanitárias precisam ser adotadas e cumpridas. Usem máscaras, lavem as mãos, evitem a aglomerações", reforça a coordenadora.

A próxima avaliação da classificação de risco do estado está marcada para o dia 22 de janeiro. 

Funcionamento de setores comerciais e sociais

O Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 atualizou ainda em 2020 a Resolução que trata sobre o enquadramento dos setores e das atividades comerciais autorizadas a funcionar de acordo com cada um dos Níveis de Risco estabelecidos no Pacto Acre Sem Covid.

Resolução trata sobre o enquadramento dos setores e das atividades comerciais. Foto: Diego Gurgel/Secom

A nova resolução unifica todas as anteriores relacionadas ao funcionamento dos setores comerciais e sociais durante a pandemia, dando abertura para que praticamente todos possam operar a partir da Bandeira Laranja, com quantitativo de capacidade reduzido e adoção de protocolos sanitários, além das medidas de proteção individuais. Assim, atividades como a abertura de academias, igrejas, bares e restaurantes, que não eram permitidos na Bandeira Laranja, passam a ser com uma redução ainda maior da encontrada na Bandeira Amarela.

A nova resolução foi fruto de um trabalho coletivo, onde o governo do Acre, ouviu e ponderou os anseios dos representantes comerciais e sociais, mudando níveis de abertura e medidas para que haja segurança para toda a população.

Metodologia

O Pacto Acre sem Covid é uma ferramenta destinada a viabilizar a harmonia entre o desenvolvimento econômico, o direito de proteção à saúde e os valores sociais do trabalho, tendo por finalidade fundamental a efetiva proteção do direito à vida. 

A cada 14 dias é realizada uma nova avaliação dos indicadores Foto: Arquivo

 De acordo com o método definido pelo Pacto Acre sem Covid, a classificação em nível de risco é realizada conforme a delimitação territorial das regionais de Saúde do estado, a saber: região do Alto Acre (Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri), Baixo Acre e Purus (Acrelândia, Bujari, Capixaba, Jordão, Manoel Urbano, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira e Senador Guiomard) e a região do Juruá e Tarauacá-Envira (Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves e Tarauacá).

A classificação em níveis de risco (bandeiras), expressa por meio de uma nota geral que varia de 0 a 15, é obtida por meio da mensuração de sete índices, sendo eles: isolamento social; notificações por síndrome gripal; novas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave; novos casos por síndrome gripal Covid-19; novos óbitos por Covid-19; ocupação de Leitos Clínicos Covid-19 e ocupação de UTIs Covid-19.

Os níveis de classificação de risco foram divididos em Vermelho, Laranja, Amarelo e Verde, respectivamente do mais restritivo para o mais flexível. A cada 14 dias é realizada uma nova avaliação dos indicadores, cabendo às prefeituras realizar a autorização das atividades permitidas no respectivo nível de risco apurado por meio de decreto municipal, bem como a instituição de protocolos sanitários a serem seguidos pelos setores da economia que estejam autorizados a funcionar.

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