Santarém recebe primeiro museu virtual do Oeste do Pará

Plataforma digital do museu reúne acervo arqueológico, experiências interativas e ações educativas voltadas à preservação e difusão da memória ancestral da Amazônia.

Foto: Divulgação/SEMC

O Museu Virtual do Patrimônio Arqueológico Amazônida foi lançado durante a cerimônia de reabertura do Centro Cultural João Fona, realizada no dia 15 de maio, consolidando a criação do primeiro museu virtual do Oeste do Pará.

A iniciativa une tecnologia, pesquisa e educação patrimonial para ampliar o acesso ao patrimônio histórico amazônico e fortalecer a preservação da memória ancestral da região.

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Desenvolvido por uma equipe multidisciplinar formada por pesquisadores e profissionais das áreas de arqueologia, história, antropologia, museologia, tecnologia e ilustração, o projeto disponibiliza gratuitamente ao público um acervo arqueológico digital e interativo.

Santarém recebe primeiro museu virtual do Oeste do Pará e amplia acesso ao patrimônio arqueológico amazônico
Foto: Divulgação/SEMC

Museu virtual reúne memória ancestral

A plataforma projeta, no ambiente virtual, a memória de povos que habitam o território amazônico há mais de três mil anos, aproximando a população de importantes registros históricos e culturais da região.

A iniciativa é apoiada pela Prefeitura de Santarém, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e passa a integrar o cenário da inovação cultural no Brasil ao transformar pesquisas científicas em uma experiência digital acessível, educativa e inclusiva. O lançamento também integra as ações de revitalização do Centro Cultural João Fona, espaço que inspirou a criação do projeto.

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Para a secretária municipal de Cultura, Priscila Castro, o projeto representa um importante avanço na democratização do acesso ao patrimônio histórico e cultural da Amazônia, especialmente para pessoas que vivem em localidades mais distantes e que nem sempre conseguem visitar presencialmente os espaços culturais do município.

“Esse projeto amplia o alcance da nossa memória e do nosso patrimônio arqueológico, permitindo que mais pessoas tenham acesso a esse conhecimento, inclusive moradores de comunidades mais afastadas e estudantes que muitas vezes não conseguem visitar o Centro Cultural João Fona presencialmente. É uma iniciativa que aproxima a população da sua própria história e fortalece o sentimento de pertencimento e valorização da cultura amazônica”, destacou a secretária.

*Com informações da Prefeitura de Santarém

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