Por meio da pintura, do desenho e do tecido de casca de árvore, obras de três artistas da Amazônia examinam como o conhecimento transita entre linhagens e territórios.
Localizado em lugares sagrados dos povos Baniwa e Koripako, o achado arqueológico é um dos resultados da pesquisa intercultural, coordenada pelo Museu Goeldi.
Área possui sítios arqueológicos, históricos e simbólicos associados à memória do povo indígena Tanaru, o mesmo do “índio do buraco”, símbolo da resistência dos indígenas isolados.
O reconhecimento garante políticas públicas para manutenção da preservação dos saberes, das práticas e das formas de organização social das quebradeiras de coco babaçu.