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Saiba o que foi definido no encontro entre Brasil e França no Amapá

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A 13ª reunião da Comissão Mista Transfronteiriça (CMT) Brasil-França, em Macapá (AP), encerrou dia 12 de junho e, ao longo de dois dias, foram discutidos assuntos que envolvem a região de fronteira entre o Amapá e a Guiana Francesa.

O governo francês informou que vai voltar a emitir vistos em Macapá ainda no segundo semestre de 2024. Atualmente os amapaenses precisam fazer a solicitação na Embaixada da França em Brasília.

Leia também: Portal Amazônia responde: a maior fronteira da França é com o Brasil?

O governo do Amapá assinou no dia 12 um termo de cooperação para a ligação de um cabo submarino de fibra óptica de Portugal até o estado. A implementação deve acontecer em parceria com uma empresa da Guiana Francesa.

“No Brasil inteiro só tem um ponto de chegada de cabo de fibra ótica para a internet, que é em Fortaleza, no Ceará. Toda a internet por fibra ótica entra só por um lugar. Nós seremos o segundo estado a ter essa conexão com a Europa, que vai entrar pela Guiana Francesa, atravessar o Rio Oiapoque, e seguir por todo o estado”, informou Clécio Luís, governador do Amapá.

Outro assunto destacado foi a conclusão da pavimentação da BR-156, no trecho entre Calçoene e Oiapoque. Área tem cerca de 110 quilômetros e vai receber investimento de R$ 600 milhões.

De acordo com o governo do Amapá, o contrato com a empresa vencedora da licitação para as obras será assinado no mês de julho.

Novos horários da Ponte Binacional

Os horários de travessia na Ponte Binacional, que liga Oiapoque, no Amapá, à São Jorge, na Guiana Francesa, funcionará durante todos os dias da semana, das 7h às 19h, e nos feriados. Antes a travessia era permitida das 8h às 12h e 14h às 18h.

Comissão Mista Transfronteiriça Brasil-França, em Macapá. Foto: Divulgação/GEA

Sobre a comissão

A fronteira do Amapá com a Guiana Francesa possui uma população estimada em 32 mil habitantes, sendo 26,6 mil pessoas só em Oiapoque, no extremo norte do Amapá, e aproximadamente 3 mil em Saint Georges, ambos divididos pelo Rio Oiapoque e interligados pela Ponte Binacional.

A Guiana Francesa é um departamento ultramarino da França com uma população total estimada em 296.711 e tem como principais atividades econômicas a agricultura, o turismo e a pesca. Para tratar das relações transfronteiriças, foi criada a CMT como parte do Acordo de Cooperação Mista, assinado em maio de 1996 e ratificado com o Plano de Ação da Parceria Estratégica, registrado e divulgado em fevereiro de 2008.

*Por Rafael Aleixo, do g1 Amapá

13 dicas do Corpo de Bombeiros do Amazonas para evitar incêndios

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Com a aproximação do período de temperaturas mais intensas no Amazonas, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado (CBMAM) alerta a população sobre a importância de adotar medidas para evitar que os incêndios aconteçam. De acordo com dados do Centro de Operações Bombeiro Militar (Cobom), entre os meses de janeiro e maio deste ano, a corporação combateu 278 incêndios em Manaus, sendo a maioria em residências.

O comandante-geral da corporação, coronel Alexandre Freitas, destaca que as medidas preventivas vão desde cuidados para evitar incêndios em edificações até aqueles em áreas de vegetação e em veículos.

“Ao longo de todo o ano, exercemos o trabalho operacional de combate aos incêndios, mas durante o verão amazônico há uma intensificação desse tipo de ocorrência. Então, fazemos o alerta porque a grande maioria desses sinistros pode ser evitada com adoção de medidas simples, evitando a perda de bens materiais e de vidas humanas e de animais”, ressaltou coronel Alexandre Freitas.

Dados

Entre os meses de janeiro e maio deste ano, 278 incêndios foram combatidos em Manaus. Destes, 120 foram em residência, 65 foram em outras edificações como empresas e comércios, 50 em áreas de vegetação ou lixo e 43 em veículos.

Dicas para evitar incêndios em edificações

  • Não sobrecarregar tomadas de energia elétrica com muitos conectores de aparelhos;
  • Em cozinhas domésticas ou industriais, atentar para uso de óleo quente em frigideiras;
  • Quando não estiver em uso, remover o carregador de celular da tomada;
  • Fazer manutenções e limpezas regulares de aparelhos de ar condicionado;
  • ⁠Não acender vela próximo de cortinas, colchões e sofá;
  • ⁠Em churrasqueiras industriais utilizadas em restaurantes, fazer a limpeza regular do acesso de gordura;
  • ⁠Não cobrir com tapetes cabos condutores de energia de aparelhos domésticos elétricos.

Dicas para evitar incêndio em vegetação

  • Não usar fogo como agente de limpeza em terrenos;
  • ⁠Em propriedades maiores, usar técnica de Aceiro, que é fazer caminhos livres de vegetação para prevenir a passagem do fogo para área de vegetação;
  • ⁠Não queimar lixo;
  • ⁠Não jogar ponta acesa de cigarro em área de vegetação;
  • ⁠Não fazer manuseio indevido de produtos químicos de fácil combustão próximo de plantações ou área de vegetação.

*Com informações da Agência Amazonas

Estudo avalia que temperatura nas florestas tropicais está aumentando

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As florestas tropicais em todo o mundo, até as mais conservadas, já apresentam alterações climáticas em decorrência do aquecimento global. A descoberta é de um trabalho de modelagem do microclima que analisou a temperatura média em, aproximadamente, 9 milhões de quilômetros quadrados no interior das áreas de florestas nos últimos trinta anos.

O estudo divulgado no artigo ‘Novel temperatures are already widespread beneath the world’s tropical forest canopies‘, publicado na revista Nature Climate Change, é assinado por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, e resultou da análise de registros microclimáticos e dados pesquisa de campo em 300 mil pontos de coleta em todos os trópicos globais, incluindo Brasil, Peru, Uganda, República Democrática do Congo e Malásia.

O trabalho conta com dados de pesquisa da Rede Amazônia Sustentável (RAS), coletivo internacional multidisciplinar de pesquisa sobre a sustentabilidade dos usos da terra, que envolve mais de 30 instituições de pesquisa e é co-coordenado pela Embrapa Amazônia Oriental (PA).

O grupo de pesquisa quantificou a temperatura abaixo da copa das árvores, praticamente no chão da floresta (a 5 centímetros acima do solo), de hora em hora entre 1990 e 2019 em todas as regiões de florestas tropicais do mundo. A descoberta foi a de que o regime de temperatura nos últimos 14 anos (2005 a 2019) está fora da faixa registrada historicamente (entre 1990 a 2004).

A maioria das florestas tropicais não perturbadas não só experimentaram condições climáticas, pelo menos parcialmente, diferentes das médias históricas registradas, mas muitas delas tiveram temperaturas médias quase inteiramente novas, de acordo com os resultados da análise. Essas áreas incluem parques nacionais de importância mundial, reservas indígenas e grandes extensões de áreas ecologicamente não fragmentadas.

“Nosso estudo desafia a noção predominante de que as copas das florestas tropicais irão mitigar os impactos das mudanças climáticas e nos ajuda a entender como priorizar a conservação dessas áreas-chave da biodiversidade de forma eficaz”, afirma Alexander Lees, pesquisador da Universidade Metropolitana de Manchester (Reino Unido) e co-autor do artigo.

A temperatura é um fator importante na distribuição das espécies e na função ecológica das florestas, segundo os especialistas.

Foto: Adam Roman

A América Latina, em especial no sul da Amazônia e nos Andes, experimentou a maior mudança geral em termos de temperatura cumulativa e na temperatura média anual, faixa de temperatura média diurna e sazonalidade de temperatura. Nesse continente, do qual o bioma amazônico é parte importante, 27% da floresta não perturbada tiveram regimes totalmente novos de temperatura média anual e 31% apresentaram faixas de temperatura média diurna totalmente novas. Entre as principais causas dessa mudança estão, em nível global, a queima de combustíveis fósseis, e na Amazônia, o desmatamento e as queimadas, apontam os especialistas.

Conservar e restaurar florestas tropicais

Até recentemente, as temperaturas no interior das florestas permaneciam estáveis, o que significa que a biodiversidade presente nessas áreas evoluiu em uma estreita faixa de temperaturas. Mudanças no microclima da floresta, portanto, podem impactar diretamente a biodiversidade local e as funções ecológicas das áreas.

As florestas tropicais são os ecossistemas terrestres mais diversos do mundo, acolhendo mais de 62% das espécies de vertebrados e mais de 75% das espécies de plantas com flores, aponta o artigo.

“Essas florestas, que abrigam muitas das espécies altamente especializadas do mundo, são particularmente sensíveis até mesmo às pequenas mudanças climáticas. Para proporcionar às espécies a melhor oportunidade de se adaptar às mudanças, as florestas devem ser conservadas e protegidas frente à ação humana”, afirma Brittany Trew, pesquisadora da Universidade de Exeter (Reino Unido) e principal autora do estudo.

Foto: Vinícius Braga

As mudanças, segundo o estudo, foram mais exacerbadas nas áreas de floresta mais conservadas quando comparadas às florestas fragmentadas e florestas degradadas. “As áreas mais fragmentadas são mais ‘resistentes’ às variações climáticas”, explica Joice Ferreira, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental.

Em florestas fragmentadas, especialmente na África, os pesquisadores identificaram que as mudanças climáticas afetaram pouco as temperaturas médias. Esses locais devem ser considerados refúgios climáticos e são cruciais para esforços de restauração e conservação, recomendam os especialistas. Os cientistas observaram que grandes áreas na Amazônia também são importantes refúgios climáticos.

Para Alexander Lees, além da necessidade urgente das reduções globais nas emissões de carbono, “a priorização e proteção de refúgios e a restauração de florestas altamente ameaçadas são vitais para mitigar maiores danos aos ecossistemas florestais tropicais globais”, destaca.

“Os dados do trabalho fornecem novos indícios das mudanças no clima que estão ocorrendo em escala mundial, incluindo a Amazônia. São mudanças que implicam um efeito cascata de perda da biodiversidade e aquecimento global com a perda de integridade de nossas florestas. Essas evidências, juntamente às perdas humanas que estamos vivendo, haja vista a situação do Rio Grande do Sul, nos convidam a mudar a nossa abordagem frente ao problema. É tempo de falar sobre ele amplamente em nosso dia a dia. É tempo, especialmente, de mudar nosso modo de vida e agir para resolver esse problema”, finaliza Joice Ferreira.

*O conteúdo foi originalmente publicado pela Embrapa

Chocolat Xingu 2024: festival internacional reúne produtores e empresários em Altamira 

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O Festival Internacional do Chocolate e do Cacau de Altamira 2024 (Chocolat Xingu) reúne mais de 100 produtores de diferentes regiões de Integração do Pará este ano. São expositores, empresários, representantes de instituições pública e privada e consumidores, sobretudo os apaixonados por chocolate e outros derivados do cacau de origem. 

O evento, que teve início no dia 13 de junho e segue até o dia 16, é uma realização conjunta do governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e da prefeitura municipal de Altamira.

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Foto: Leandro Reis/Sedap

Desde o dia 11 de junho, Altamira começou a receber diversas caravanas de produtores de cacau e empresários do ramo de chocolate que se encontram no município para participar do evento.

Entre as produtoras que participarão da programação pela primeira vez, estão as empreendedoras do município de Santa Bárbara do Pará, Fernanda Sahaba e Ana Paula Cardoso, da ‘Bada Chocolate Finos da Amazônia’.  

O cacau produzido pelas empresárias é o híbrido, com melhoramento genético e orientação da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). A empresa artesanal trabalha com cinco espécies e passa por todo o processo produtivo do chocolate – que vai desde a produção da muda até a barra que chega ao consumidor. 

“É nossa primeira vez aqui e a nossa expectativa é bem alta, conhecer outros produtores também, trazer nosso chocolate pra ser conhecido nesse grande festival aqui em Altamira e no estado”, comentou Fernanda.

Foto: Leandro Reis/Sedap

Para Ana Paula, a participação no festival também é uma oportunidade de mostrar o diferencial do cacau e do chocolate produzidos em Santa Bárbara. 

“Essa feira é muito importante, o nosso diferencial é a questão familiar que a gente trabalha, desde a muda. É todo um processo familiar que a gente trabalha. O nome do nosso chocolate remete à família, a nossa localização é num espaço familiar onde a gente cresceu. Então é basicamente isso, a questão familiar e de afeto que passam o diferencial ao nosso chocolate”, garantiu a empreendedora.


Foto: Leandro Reis/Sedap
Foto: Leandro Reis/Sedap

O evento acontece no Centro de Eventos Vilmar Soares e está em sua terceira edição. O trabalho é feito em parceria com uma gama de servidores de outras instituições públicas, como a Prefeitura de Altamira e órgãos do Governo do Estado que atuam em parceria com a Sedap.

A organização do evento é da MVU Promoções e Eventos. Além de renomados chefes, a programação terá a participação de especialistas de diversas partes do Brasil e de outros países.

Confira a programação completa AQUI.

*Com informações da Agência Pará

Escritor amazonense produz biografia da artista Ednelza Sahdo

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A vida e obra de uma das mais célebres artistas amazonenses imortalizada em uma publicação inédita. ‘Ednelza Sahdo – A dama do Teatro, do Carnaval e da Cultura Amazonense’ intitula a biografia autorizada em homenagem à memorável Ednelza Sahdo. Assinada pelo ator, diretor e escritor Adailson Veiga, a obra tem o lançamento marcado para 5 de julho com cerimônia no Teatro da Instalação, no Centro de Manaus, às 19h. 

Iniciada em 2015, um ano após Ednelza ter sido homenageada pelo Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba A Grande Família, o livro retrata desde a infância da atriz à carreira no teatro e televisão, sua relação com as artes, passando pela dramaturgia à paixão pelo Carnaval. Autor da obra e amigo pessoal de Ednelza, Adailson contou que todo o processo de criação da biografia foi acompanhado e aprovado pela artista, que faleceu em novembro de 2022.

“Ednelza foi minha inspiração artística, quando a conheci em 1988. Ela me dirigiu no espetáculo ‘Nós Medeia’, de Zé Maria Pinto, em 2011, foi minha grande amiga e confidente”, compartilhou o autor da biografia.

Foto: Adailson Veiga/Acervo pessoal

O projeto inédito foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo, do Governo Federal, por meio do Edital de Chamamento Público nº 005/2023 – Concurso Prêmio Manaus Identidade Cultural Demais Linguagens, gerido pelo Conselho Municipal de Cultura (Concultura).

Adailson compartilhou que, para a obra biográfica, foram realizadas entrevistas com a própria Ednelza Sahdo, com os filhos, amigos, artistas, autoridades, dirigentes de escolas de samba, além de muita pesquisa bibliográfica.

“Com Ednelza foram mais de 10 entrevistas em vídeo. Pesquisei material fotográfico e jornalístico, busquei histórias da família, pesquisei sobre a migração dos Isaac Sahdo, da Síria para o Amazonas. Além de pesquisas junto aos arquivos da Federação de Teatro do Amazonas (Fetam); Arquivos do Sergio Cardoso e do Márcio Souza (escritores), entre outras fontes”, detalhou Adailson.

Vida e Obra

Ednelza Sahdo foi uma atriz, cantora e diretora que se eternizou como a “Dama do Teatro Amazonense”, sendo referência para diferentes gerações de artistas, seja no teatro, no carnaval, se tornando símbolo da cultura amazonense.

A biografia da artista será dividida em 14 capítulos e tem como principal objetivo contribuir com o processo de resgate, registro e construção identitária do teatro e da cultura amazonense, tendo como ponto de reflexão a trajetória artística de Ednelza Sahdo e sua importância para o processo da memória do teatro e da cultura amazonense.

“Desejo com esta obra imortalizar a memória e a obra de Ednelza Sahdo, inspirar para que outros ‘Adailsons’ possam contribuir com a cultura amazonense com legados e obras de outras ‘Ednelzas’”, afirmou o autor.

Trajetória do escritor

Adailson Feitoza Veiga é ator, diretor e produtor de teatro, possui Mestrado em Ciências e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Pará (UFPA). É Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Cândido Mendes (Ucam/RJ). É Especialista em Neuropsicopedagogia pelo Centro Universitário Cidade Verde (UNICV/PR). Possui Bacharelado em Administração de Empresas pela Universidade Paulista (Unip/AM), possui Licenciatura em História pelo Centro Universitário Cidade Verde (UNICV/PR).

É professor universitário e gestor de pessoas. Iniciou sua carreira no teatro em 1994, no Grupo de Pesquisas Cênicas do SESC, dirigido por Chico Cardoso. Frequentou o Curso Técnico em Artes Cênicas pelo Centro de Artes da Universidade Federal do Amazonas (Caua), em 1995. Além do Grupo de Pesquisas Cênicas do SESC, atuou na “Cia de Teatro A Rã Qi Ri” e na “Cia de Teatro Metamorfose”. Em 1996, fundou a “Cia Teatral Azuarte”, onde passou a dirigir e produzir seus próprios espetáculos.

Hormônio de crescimento do tambaqui é produzida em laboratório pela primeira vez

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Pesquisa inédita realizou pela primeira vez a clonagem do gene do hormônio do crescimento (rtGH) do tambaqui em laboratório. Embora a Amazônia possua uma vasta diversidade de espécies de peixes, esta é a primeira vez que o GH recombinante de uma espécie nativa tem seu gene traduzido e produzido em laboratório. A clonagem significa um avanço para a zootecnia devido à importância da espécie para a piscicultura brasileira e sua presença de destaque na alimentação das populações amazônicas.

O estudo intitulado ‘Expressão extracelular, purificação e produção em biorreator do hormônio de crescimento de tambaqui (Colossoma macropomum) na levedura Komagataella phaffii (anteriormente Pichia pastoris)’ conta com a participação de pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Genética Animal do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI).

O hormônio do crescimento (GH) é um gene relevante na área de criação e manejo de animais domésticos. A produção aprimorada desse hormônio abre caminhos para inovações biotecnológicas na zootecnia com aplicações práticas que garantem a sustentabilidade da piscicultura, aprimorando as técnicas de manejo dos animais em viveiro.

Na piscicultura, o tambaqui se destaca como a espécie nativa mais produzida no Brasil. Ele tem grande valor comercial por sua alta adaptação ao sistema de criação de peixes em viveiros e pelo amplo mercado consumidor, sendo uma das espécies mais apreciadas e consumidas na culinária do norte do país.

Segundo o artigo publicado na revista científica do Inpa, Acta Amazonica, os resultados desta pesquisa abrem caminho para novos estudos utilizando o hormônio do crescimento, com foco na avaliação e desempenho fisiológico e zootécnico do tambaqui submetido à proteína recriada em laboratório com foco na piscicultura.

Para Jorge Porto, pesquisador do Inpa e um dos co-autores do trabalho, a pesquisa é um marco significativo para o campo da biotecnologia e da piscicultura como um todo. Porto aponta o potencial para transformar a criação de peixes e beneficiar tanto o setor produtivo quanto os consumidores, além de aumentar a oferta e a qualidade do peixe disponível para o consumo da população.

“A importância deste trabalho vai além da realização científica, ele abre portas para uma série de possibilidades na aquicultura biotecnológica amazônica. Estamos muito satisfeitos em ver como uma pesquisa que começou modestamente evoluiu para algo tão impactante e promissor. Esperamos que os resultados deste estudo possam contribuir não apenas para o avanço do conhecimento científico, mas também para o desenvolvimento da piscicultura”, declara o pesquisador.

Durante a pesquisa foi isolada a sequência de cDNA do hormônio GH que determina o crescimento do tambaqui. O GH é produzido em uma glândula localizada no cérebro do peixe, esse hormônio é responsável por regular diversos processos fisiológicos importantes para o desenvolvimento e o crescimento saudável, esse processo ocorre em todos os vertebrados, incluindo os humanos.

O estudo foi conduzido por um grupo de pesquisadores do Inpa, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam).

Técnica de reprodução

Para fabricar a proteína em laboratório foi usada a técnica de inserir o gene de cDNA de tambaqui na levedura Komagataella phaffii. Essa levedura é um organismo frequentemente usado em pesquisas relacionadas a biotecnologia por sua eficiência em produzir proteínas que naturalmente não faz parte de suas funções celulares, permitindo que a proteína seja fabricada de forma mais acessível e eficaz para o estudo pretendido.

“Expressar o cDNA do hormônio de crescimento de um peixe em um sistema heterólogo, como a levedura Komagataella phaffii, significa utilizar um organismo diferente do peixe para produzir a proteína desejada. Isto é importante porque pode ser mais eficiente e economicamente viável do que extraí-la diretamente dos peixes”, explica Porto sobre a técnica utilizada na clonagem.

A técnica de isolamento do cDNA permite identificar e replicar o gene do GH, enquanto a expressão do gene na levedura permite a produção em larga escala da proteína. A combinação dessas técnicas é essencial para estudar e aplicar o hormônio de crescimento de forma prática e eficiente na piscicultura.

“Esta descoberta abre novos caminhos para a aplicação de técnicas biotecnológicas na aquicultura, permitindo avanços no entendimento dos mecanismos de crescimento dos peixes e desenvolvimento de novas estratégias para melhorar a produção de pescado”, complementa o pesquisador em Genética Animal.

Para a reprodução do hormônio de crescimento do tambaqui em laboratório, foram usados genes de cDNA do GH coletados em 12 tambaquis em fase de desenvolvimento, juvenis do tambaqui, cultivados na estação de piscicultura do Inpa.

*Com informações do Inpa

Amor restrito e amor universal

Por Julio Sampaio de Andrade – juliosampaio@consultoriaresultado.com.br

Mestre, por favor, me responda. Como sei que estou fazendo o bem, ou quando as minhas ações provocam algum tipo de mal?

O mestre Tetsuo Watanabe respira fundo e parece reflexivo, pensando enquanto fala:

“Se for algo bom para você e bom para a sua família, deve ser bem…

Se for bom para a sua família e for bom para a sua localidade, deve ser bem…

Se for bom para a sua localidade e for bom para o seu país, deve ser bem…

Se for bom para o seu país e for bom para a humanidade, então realmente é um bem.

Mokiti Okada nos ensina: há diferenças entre o amor restrito e o amor amplo. No amor restrito, temos a origem de muitos conflitos e até de guerras. Quanto maior o amor restrito, mais perigoso ele pode se tornar, transformando algo que seria bom em algo ruim, o bem em mal. É bom ter amor pela família, pelos amigos, pela empresa, pelo nosso time, pela nossa religião e pelo nosso país, mas este amor não pode ter como custo a ausência de um amor amplo, o amor universal.

Talvez você questione este pensamento, uma vez que a nossa cultura está fortemente baseada no amor restrito. Por amor ao filho, uma mãe pode quase tudo. Um soldado morrer pelo seu país é motivo de honra. Em nome de Deus, guerras religiosas ceifaram, ao longo da história, milhares ou milhões de vidas, cada uma das religiões na defesa de seu Deus. No jogo das empresas, pode ser um objetivo destruir o concorrente. Nossos desportistas viram heróis quando trazem medalhas e troféus, simbolizando a superioridade de uma nação sobre as outras. No caso do Brasil, somos os únicos pentacampeões no futebol. Outras nações têm os seus próprios símbolos de superioridade.

Comemoramos há não muito tempo, o avanço da globalização e da aproximação entre os povos, favorecidos pela tecnologia, pela valorização de ideais democráticos, pela ampliação de blocos econômicos e pelo respeito a instituições internacionais moderadoras.

Hoje parece que caminhamos em um sentido inverso, onde ganham força a polarização e a radicalização. Talvez sejam os tais movimentos de sístoles e diástoles citados pelo general Golbery do Couto e Silva, um dos generais mais poderosos do período da ditadura miliar no Brasil, ao explicar os ciclos da democracia no país.

A tal polarização não é um fenômeno brasileiro e nem localizada em um único setor. A mídia nos mostra o que ocorre no Oriente Médio, nos EUA, na Europa e, se aprofundarmos, em praticamente todos os países e continentes. Também está na ciência, na arte, na religião e em diversos setores. A polarização está nas empresas, nos grupos sociais e até mesmo nas famílias. Em todos os casos, a polarização está revertida por uma causa do bem. A questão é que se trata de um bem fortemente restrito. Já vimos que um bem restrito, facilmente se transforma em mal.

Esta dualidade entre amor restrito e amor amplo é tão sutil, que pode estar presente na defesa de causas indiscutíveis na sua essência. É o caso, por exemplo, das conhecidas minorias, que pela intensidade de sua defesa podem criar outros tipos de discriminações, no primeiro momento, aceitas, como se fossem “em legítima defesa”. Neste caso, o que é esquecido é que toda hegemonia é perigosa, seja ela qual for. O risco é fazer com que um grupo discriminado se transforme em discriminador, a vítima em algoz.

No fundo, há um modelo mental que precisamos transformar se quisermos ser livres e praticantes de um bem legítimo. Pessoalmente, sei que estou longe disso, mas consciente. De um amor egoísta e restrito, precisamos avançar gradualmente para um amor amplo e universal, o verdadeiro bem. Será bom para você, para mim e para todos. O mundo precisa.

Sobre o autor

Julio Sampaio (PCC,ICF) é idealizador do MCI – Mentoring Coaching Institute, diretor da Resultado Consultoria, Mentoring e Coaching e autor do livro Felicidade, Pessoas e Empresas (Editora Ponto Vital). Texto publicado no Portal Amazônia e no https://mcinstitute.com.br/blog/.

*O conteúdo é de responsabilidade do colunista

‘Palavras de Perdão’: cantora roraimense, Marília Tavares alcança 1°lugar do YouTube Brasil

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A música ‘Palavras de Perdão‘, da cantora roraimense Marília Tavares, chegou ao primeiro lugar nas paradas do YouTube Music Brasil no dia 11 de junho. Lançada há menos de uma semana, a canção já soma 1 milhão de reproduções, sendo o destaque das músicas ‘Em alta’ na plataforma.

Com a música, Marília Tavares passou à frente de cantores como a norte-americana Ariana Grande, e os sertanejos brasileiros Ana Castela, Luan Santana, Gustavo Mioto e Murilo Huff. Nas redes sociais, a cantora agradeceu por tudo estar ‘dando certo’ e expressou o desejo de também alcançar o Top 200 no Spotify.

“Tá dando tudo certo, meu Deus, não tenho palavras para descrever esse momento. Minha música está viralizando em todos os lugares. Estamos top 1 em alta no YouTube. Continuem ouvindo, vamos rumo ao top 200 do Spotify. Gratidão, gratidão. Deus é fiel”, escreveu.

A faixa ‘Palavras de Perdão’ é parte do terceiro EP do primeiro DVD da carreira da cantora, intitulado ‘Maturidade’, e foi lançada no dia 6 de junho em todas as plataformas digitais. Ela foi cantada para mais de 100 mil pessoas durante o primeiro show nacional de Marília em Roraima, durante o arraial de Boa Vista.

Ela fala sobre uma mulher que se arrepende de erros cometido em um antigo relacionamento e decide enviar mensagem para o ex, mesmo sabendo que está bloqueada por ele. A mensagem, no entanto, é recebida e respondida.

A pessoa do outro lado reconhece a maturidade dela por pedir perdão. O drama dos versos, ou melhor, o plot twist, uma virada de roteiro, acontece no fim do refrão, quando ela descobre que a pessoa respondendo a mensagem não é o ex-namorado, mas sim de um novo dono do chip de telefone.

Música 'Palavras de Perdão', da cantora roraimense Marília Tavares, já ultrapassou 900 mil reproduções — Foto: Reprodução/YouTube
Foto: Reprodução/YouTube

A música ultrapassou as faixas Sorriso no Rosto, do Mc IG, Murillo e Lt no Beat e DJ Glenner, e The boy is mine, da cantora norte-americana Ariane Grande. As músicas de outros artistas brasileiros, como Ana Castela, Luan Santana, Gustavo Mioto e Murilo Huff também estão no Top 12.

Chamada de diamante de Roraima pelos fãs roraimenses, Marília Tavares se tornou um fenômeno nacional em outubro do ano passado, quando apresentações dela em bares de Boa Vista viralizaram nas redes sociais.

Com voz marcante e uma performance em que parecia viver as letras das músicas, ela acumulou, em poucos meses, 150 milhões de visualizações na redes sociais. À época, a cantora tinha apenas 17 anos.

O alcance foi tanto que o empresário e cantor “rei da sofrência”, Pablo do Arrocha, por meio do escritórios AD Produções, assinou contrato e agora cuida da carreira dela. Agora, ela faz shows em todo o país.

A cantora tem três EPs lançados, que fazem parte do ‘Maturidade’. Lançado em abril deste ano, o trabalho celebrava não somente a nova fase, mas também a vida adulta: a gravação foi no dia em que ela completou 18 anos.

Além do sucesso na internet, a artista também já participou do The Voice Kids, onde cantou ‘Águas de Março’ de Elis Regina e foi escolhida pelo time Brown, na edição de 2020.

O primeiro show dela como artista nacional em Roraima ocorreu na última quinta 6 de junho, sexta noite do arraial Boa Vista Junina 2024, e coincidiu com o lançamento da terceira parte do DVD.

*Com informações do g1 Roraima

Sala de Situação monitora nível dos rios no Acre em 25 pontos estratégicos

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A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) monitora o nível dos rios do Acre, com 25 estações hidrometeorológicas, com o objetivo de mensurar o impacto das mudanças climáticas, suas consequências, e subsidiar ações governamentais. O levantamento é realizado pela Sala de Situação, que faz parte do Centro Integrado de Geoprocessamento Ambiental (Cigma).

O objetivo principal é utilizar dados precisos para subsidiar as políticas públicas e a tomada de decisão em situações de emergência ambiental. As informações são coletadas a partir da rede de estações e os dados armazenados para manter uma série histórica atualizada.

“A Sala de Situação tem papel central nas ações do governo do Acre para a mitigação dos impactos de eventos extremos. Entendemos que dados confiáveis e atualizados são essenciais para que possamos ter uma resposta rápida e eficiente nas emergências ambientais. Em especial neste período de estiagem, o seguimos com as operações integradas para combater às queimadas”, destaca a secretária de Estado do Meio Ambiente, Julie Messias.

Com a chegada do período de estiagem no Acre e em todos os estados da Amazônia Legal, a Sema está monitorando o nível dos rios junto à Rede Hidrometeorológica, e com o apoio das Defesas Civis, que fazem a medição por meio das réguas linimétricas. A partir de um prognóstico de seca, o governo está mobilizado para uma atuação conjunta entre as diversas secretarias e autarquias.

No período da seca, a Sala de Situação funciona como um centro operacional de monitoramento com a finalidade de identificar possíveis ocorrências de eventos críticos em todo o território do Acre. A rotina diária do setor inclui monitorar a precipitação e o nível dos rios, a partir dos dados das plataformas, gerenciadas em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA) em tempo real. As informações são analisadas e geram relatórios e boletins que possibilitam identificar possível comportamento e tendência dos rios.

Acre enfrenta um período de estiagem. Foto: Alexandre Cruz Noronha/Sema AC

São monitorados os principais rios do estado: Juruá, Tarauacá, Envira, Purus, Iaco, Acre, Abunã, Xapuri e igarapés prioritários. Para uma avaliação mais precisa, a análise realizada pela equipe técnica associa os níveis dos rios a informações meteorológicas, como, por exemplo, o volume da chuva instantânea e acumulada, temperatura, umidade relativa do ar, focos de calor, fenômenos climáticos como o El Niño, dentre outros.

Este trabalho revela com uma certa antecedência o que pode ser esperado do período de estiagem, explica o coordenador do Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental do Estado do Acre (Cigma), Cláudio Cavalcante.

Período de estiagem

A Sema, em acompanhamento da 12ª Reunião da Sala de Crise da Região Norte, realizada pela ANA, percebeu que os efeitos do fenômeno El Niño devem perdurar além da sua ocorrência, com um período de seca prolongado após junho. Com isso, a incidência de chuvas na Região Norte está abaixo do esperado para o período.

A grande cheia que ocorreu neste ano no Acre não anula o quadro de seca hidrológica que ocorre na região, afetando as Bacias Amazônicas, e microbacias na região, sendo elas o Rio Acre, Rio Juruá, Rio Purus, Rio Iaco e Rio Envira. Ainda de acordo com o que foi mapeado pelo Cigma, as chuvas que ocorreram nos últimos dias na região se mostraram abaixo do esperado para o mês de maio.

O governo do Estado, a exemplo do trabalho que foi realizado no ano passado pelo Comitê de Crise, está reunindo esforços com todas as instituições para minimizar os impactos da cheia na região. “Visto o prognóstico de seca, há necessidade do processo de sensibilização e atuação eficiente na implementação das políticas públicas que possam mitigar os impactos da seca no estado”, acrescentou a secretária.

São parceiros no monitoramento oportunizado pelo Cigma os seguintes órgãos: Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

Rio Branco registra a segunda maior enchente da história. Foto: Pedro Devani/Secom AC

Segunda maior cheia histórica em 2024

No dia 6 de março deste ano, o Rio Acre, na capital acreana, atingiu a segunda maior cota histórica (17,91 m), ficando a apenas 51 centímetros da maior cota já registrada pelo manancial (18,40 m), em 4 de março de 2015. A cheia deste ano chegou a afetar diretamente 19 dos 22 municípios acreanos.

*Com informações da Agência Acre

Trecho que prejudicava Zona Franca de Manaus é retirado de texto aprovado no Congresso

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O risco que pairava sobre o segmento de bicicletas na Zona Franca de Manaus foi definitivamente afastado em votação, no plenário da câmara. Os deputados concordaram em retirar artigos prejudiciais ao Amazonas do programa mobilidade verde e inovação.

Ao longo dos próximos 5 anos, o governo pretende conceder R$ 19,3 bilhões em créditos financeiros para estimular a produção de veículos menos poluentes no Brasil. Mas o programa, que é bom para o meio ambiente, chegou a ameaçar a Zona Franca.

Durante a primeira votação na câmara, deputados incluíram artigos para estender para fora do polo industrial de Manaus os incentivos de IPI para a produção de bicicletas.

Os artigos foram derrubados no senado e nesta semana, em nova análise na câmara, os deputados concordaram com a derrubada dos trechos prejudiciais, encerrando de vez os riscos que o projeto representava para o Amazonas.

A extensão do incentivo de IPI a fabricantes de bicicletas de outros estados poderia não só provocar a saída de empresas do setor instaladas no Amazonas para outras regiões como dificultar a entrada de novas indústrias do segmento no Polo Industrial.

O deputado Pauderney Avelino alertou para as ameaças constantes que a zona franca sofre no congresso nacional.

*Com informações de G1 Amazonas