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Amazônia foi o bioma que mais queimou nos primeiros 8 meses de 2024

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A área queimada no Brasil entre janeiro e agosto de 2024 foi 116% maior do que a registrada em 2023, atingindo 11 milhões de hectares. A maior área queimada foi registrada em imóveis rurais de grande porte, que respondem por 2,8 milhões de hectares queimados no período analisado, 163% a mais do que o registrado no ano passado. O maior aumento, no entanto, ocorreu nas Florestas Públicas Não Destinadas: uma alta de 176% na área afetada pelo fogo, ou cerca de 870 mil hectares queimados apenas em 2024.

A área queimada em terras indígenas, por sua vez, também passou por um aumento significativo, chegando a 3 milhões de hectares queimados, um aumento de 80% em relação ao ano passado. Unidades de Conservação, por sua vez, registraram um aumento de 116%, ultrapassando o 1,1 milhão de hectares queimados.

O avanço generalizado do fogo em imóveis rurais também pode ser observado em áreas de diferentes tamanhos. As grandes propriedades concentram a maior parte do fogo em relação às demais áreas privadas, com a área queimada passando de 1 milhão de hectares em 2023 para 2,8 milhões de hectares em 2024. Em propriedades pequenas, o aumento foi de 99% no período analisado, enquanto as médias registraram uma área queimada 107% maior. Os assentamentos rurais também tiveram um crescimento expressivo, superando 800 mil hectares de área queimada em 2024, um aumento de 132% em relação ao ano anterior.

Os dados foram divulgados no dia 26 de setembro na Nota Técnica “Fogo no Brasil em 2024: o retrato fundiário da área queimada nos biomas”, produzida por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e de outras organizações que compõem a Rede MapBiomas. O documento mostra as principais categorias fundiárias afetadas pelo fogo em cada bioma, oferecendo informações estratégicas que possam apoiar a tomada de decisão em relação à gestão ambiental e territorial.

Diferentes perfis de fogo

A frequência, intensidade e impacto do fogo varia conforme cada bioma e categorias fundiárias em que ocorre, trazendo à tona diferentes dinâmicas socioeconômicas e territoriais, como o avanço da fronteira agrícola, a regularização fundiária e a gestão inadequada de áreas protegidas e terras indígenas. Por esse motivo, a pesquisa busca mapear as principais categorias afetadas em cada bioma, disponibilizando informações que possam apoiar a tomada de decisão em relação à gestão ambiental e territorial.

A origem do fogo também varia de acordo com o bioma queimado, assim como o tipo de área mais atingida. Segundo Ane Alencar, Amazônia e Cerrado (que concentram a maior parte da área queimada do Brasil) sofrem principalmente com o manejo de pastagens e abertura de novas áreas de produção, que muitas vezes ocupam áreas de vegetação nativa.

“Na Amazônia, o desmatamento e a expansão agropecuária impulsionam um ciclo de queimadas. No Cerrado e Pantanal, o uso do fogo está muitas vezes ligado ao manejo de pastagens, inclusive as naturais, enquanto a Caatinga e a Mata Atlântica sofrem com incêndios de origem acidental ou decorrentes de práticas agropecuárias de pequena escala”, completa Ane.

Foto: Joedson Alves/Agência Brasil

Amazônia

Na Amazônia, bioma que mais queimou nos primeiros 8 meses de 2024, foi registrado um total de 5 milhões de hectares queimados, 87% a mais do que no ano passado. No bioma, destaca-se a grande proporção de queimadas em territórios indígenas e florestas públicas não destinadas, que corresponderam a 24% e 16% de tudo que queimou.

Segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, a distribuição do fogo na Amazônia indica uma “uma forte pressão sobre áreas públicas protegidas formalmente, bem como sobre aquelas ainda em processo de destinação e áreas sem informação cadastral”.

Assim como no panorama geral do Brasil, Florestas Públicas Não Destinadas tiveram o maior aumento registrado na Amazônia (175%), chegando a 834 mil hectares queimados. Nas unidades de conservação do bioma, que cobrem uma área de 102 milhões de hectares de vegetação nativa, o aumento foi de 113%, atingindo cerca de 603 mil hectares.

Dentre os imóveis rurais da Amazônia, o cenário se inverte em relação ao observado no restante do País: o maior aumento foi registrado em propriedades pequenas (99%), seguido por médias (85%) e grandes (68%). Assentamento rurais federais e estaduais, por sua vez, responderam por 749 mil hectares queimados nos primeiros oito meses de 2024, número 144% maior em relação ao mesmo período no ano passado.

Recomendações

Foto: Joedson Alves/Agência Brasil

O ano de 2024 tem sido marcado por uma intensificação dos incêndios florestais nos biomas brasileiros, com especial destaque para a Amazônia, Cerrado e Pantanal. O uso do fogo, seja de forma acidental ou intencional, continua sendo um dos principais fatores de degradação ambiental, contribuindo para a perda de biodiversidade, emissão de gases de efeito estufa e transformação da paisagem natural.

Como propostas para o controle dos incêndios em todos o biomas, os pesquisadores sugerem a implementação de medidas mais rigorosas para coibir o uso do fogo nas propriedades rurais, com o reforço de operações de combate ao uso ilegal do fogo e divulgação das punições aplicadas. Além disso, devem ser ampliados os programas de conscientização de proprietários rurais e comunidades rurais a respeito dos riscos das queimadas, assim como a promoção de soluções mais seguras e sustentáveis.

Como medidas específicas para a Amazônia, o estudo destaca a vulnerabilidade crítica das florestas públicas não destinadas que, além do fogo, concentram grande parte da área desmatada da Amazônia. A destinação apropriada dessas áreas, através da criação de parques, terras indígenas e outros tipos de áreas protegidas é, portanto, essencial para a proteção desses territórios contra a grilagem e as invasões e para a consolidação de mecanismos legais e do uso sustentável.

*O conteúdo foi originalmente publicado pelo Ipam, escrito por Lucas Guaraldo

É possível impedir a escalada da violência?

Por Julio Sampaio de Andrade – juliosampaio@consultoriaresultado.com.br

Vivemos momentos de escalada de violência. Há um risco imensurável no Oriente Médio, de consequências imprevisíveis. Já não vivemos a paz armada, mas a guerra armada por alta tecnologia nuclear, restando apenas que os tais botões sejam apertados. Isto poderá acontecer num ataque de fúria de um dos lados, e a irracionalidade ocorreria como uma faísca de fogo que destrói uma floresta milenar em poucos minutos. Neste caso, perderíamos muito mais do que florestas e, talvez, não houvesse alguém para contar a história.

Mas a violência não se limita aí. Na série ‘Os Outros’, em exibição na Globoplay, tudo começa com a briga de dois garotos em um jogo de futebol em um condomínio de classe média no Rio. O conflito se estende à família, aos vizinhos e ganha proporções de tragédia, numa veloz escalada que prende a audiência. É tudo ficção, mas o pior, é que é verossímil.

Indo para o aeroporto de Vila Velha para Vitoria, há um acidente na Terceira Ponte, que repercute por quilômetros. Estou mais de uma hora adiantado do meu horário de embarque. A princípio, mantenho-me calmo. Tenho muito tempo. Mas o trânsito não está devagar, está praticamente parado. Muito raramente avançamos. Começo a me impacientar. Os minutos vão se aproximando e começa a haver risco de eu perder o voo, o que não pode acontecer. É uma reunião importante. Há ainda uma conexão e não há muitos voos para o meu destino.

Em mais de uma vez, uma fila de motoristas “espertos” fura a fila do carro que está imediatamente na minha frente. Por pretensa gentileza, por lentidão ou simplesmente por desatenção, ele permite que “tomadores” se deem bem, atrasando a mim e a todos que estavam atrás.

Sou tomado por um sentimento ruim (raiva, irritação?), não sei se maior pelos que furavam a fila ou por quem cedia passivamente ao abuso. Esbravejo para mim mesmo, com o vidro fechado. Quem reage é minha mulher, zangada, pedindo calma. Respondo no mesmo tom, tentando me justificar. Pronto. A violência escalou. Um silêncio, após isso, amortizou os ânimos. Cheguei a tempo no aeroporto, nos despedimos em paz, mas o clima já não era o mesmo.

De positivo, o episódio me traz o tema do artigo da semana. É possível deter a nossa escalada de violência? Se sim, como fazer isto? E, como escalar a paz, a ponto de transformar o mundo perto e o mundo longe?

A ira está para o ódio assim como o prazer está para a felicidade. Raiva e prazer são emoções de curto prazo, momentâneas. Ódio e Felicidade possuem um caráter duradouro, que ultrapassam a emoção do momento. O ódio e a ira são emoções negativas. A felicidade é positiva, mas o prazer nem sempre. Ele é negativo quando desconsidera as consequências ou quando, como no vício, perdemos o domínio sobre ele.

No vicio ou na ira, podemos perder o controle e somos capazes de atos dos quais seríamos incapazes em nosso estado normal. Quem se manifesta é o nosso lado sombra. É preciso impedir que eles se instalem, pois a partir daí, estamos sujeitos a emoções com grande poder de destruição. Além disso, assim como a felicidade, a ira e o vício têm um forte poder de propagação.

O que é capaz de neutralizar a ira e o vício é a consciência. No Método MCI de Felicidade é apresentado O Exercício da Segunda Pessoa, momento em que observamos a nós mesmos a uma certa distância, o que nos permite enxergar melhor os fatos.

Temos uma natureza boa, mas possuímos dentro de nós, forças contrárias. Se estivermos em estado de consciência, poderemos escolher que lado queremos fortalecer. Às vezes o silêncio, o respirar fundo e um outro olhar poderão evitar que pequenos aborrecimentos se transformem em uma verdadeira guerra, seja em casa, com os vizinhos ou em algo capaz de destruir o mundo.

E você? Tem conseguido evitar escaladas de violência?

Sobre o autor

Julio Sampaio (PCC,ICF) é idealizador do MCI – Mentoring Coaching Institute, diretor da Resultado Consultoria, Mentoring e Coaching e autor do livro Felicidade, Pessoas e Empresas (Editora Ponto Vital). Texto publicado no Portal Amazônia e no https://mcinstitute.com.br/blog/.

*O conteúdo é de responsabilidade do colunista

Machado representa Rondônia em exposição no Rio de Janeiro

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Governador Jorge Teixeira discursa no ato oficial de instalação do Estado de Rondônia. Foto: R. Machado

Por Júlio Olivar – julioolivar@hotmail.com

O fotógrafo Rosinaldo Machado, residente em Porto Velho e referência do fotojornalismo, representa Rondônia em uma importante exposição no Rio de Janeiro.

Fullgás – Artes Visuais e Anos 1980 no Brasil é o nome da exposição que o Centro Cultural Banco do Brasil oferece ao público de 2 de outubro até janeiro de 2025.

Machado enviou para a exposição uma série de imagens históricas, como os atoleiros na BR-364 antes da inauguração do asfalto em 1984, que acelerou a onda migratória em Rondônia. No entanto, a foto escolhida foi a da instalação do Estado de Rondônia em 1982.

A mostra faz parte das comemorações pelos 35 anos do CCBB RJ e apresenta cerca de 300 obras de mais de 200 artistas de todas as regiões do país. O evento também incluir elementos da cultura visual da época, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos icônicos, ampliando a reflexão sobre o período.

Mistério: empresário rondoniense é assassinado na Bolívia

Pedro André de Souza foi assassinado no último fim de semana dentro de casa numa área rural na Bolívia. Até o momento, a polícia não divulgou as linhas de investigação que adotou para o caso.

O empresário tinha negócio em Ji-Paraná e em Vilhena. Lidava com construção civil e agronegócio. Em 1999 fundou o jornal Folha de Rondônia — que durante anos foi um dos principais veículos de comunicação do Estado — e, em 2006, o Diário do Povo, com duração efêmera. Ambos não existem mais.

Controvertido, polêmico e cheio de inimigos poderosos, Pedro André também gozava de prestígio político. Em 2000 foi eleito vereador em Ji-Paraná, mas renunciou ao mandato logo em seguida.

Ultimamente, dizia estar sendo ameaçado de morte e só circulava com carro blindado. A razão seria uma cobrança judicial em que Pedro André saíra vencedor, recebendo R$ 30 milhões de reais.

Sobre o autor

Júlio Olivar é jornalista e escritor, mora em Rondônia, tem livros publicados nos campos da biografia, história e poesia. É membro da Academia Rondoniense de Letras. Apaixonado pela Amazônia e pela memória nacional.

*O conteúdo é de responsabilidade do colunista

75% do Hidromel Uruçun da Amazônia é destinado à exportação

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Foto: Reprodução/Instagram-Hidromel Uruçun da Amazônia

Em Belém (PA), uma engenheira de produção percebeu uma lacuna na produção de meliponicultura de pequenos produtores paraenses. O mel das abelhas sem ferrão, apesar de ter uma excelente qualidade, possui 40% mais de água e um teor de acidez mais alto que o mel tradicional, o que o descaracteriza no padrão da legislação brasileira. 

Mesmo com fomento e capacitação, no final da colheita, os produtores não tinham para quem vender. Foi então que, em 2019, Ana Lídia Zoni Ribeiro teve a ideia de transformar esse tipo de mel em uma bebida: o Hidromel Uruçun da Amazônia, que hoje, com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) já tem contrato fechado com cinco países para exportar o produto.

A produção começou com apenas 19 litros de hidromel, enquanto a empreendedora pôde analisar o gosto dos clientes pela bebida e fazer as alterações necessárias. “Até 2021, a gente conseguiu chegar na formulação que hoje é entregue ao mercado”, explica Ana Lídia.

Hoje, o Hidromel Uruçun da Amazônia pode ser encontrado nos principais pontos turísticos de Belém, além de restaurantes finos, delicatessens, empórios e vinícolas. Além disso, a empresa conseguiu colocar o produto no mercado internacional.

Internacionalização

As primeiras vendas internacionais foram feitas para Alemanha, após Ana Lídia participar de um programa de capacitação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Durante as aulas, ela chegou à conclusão, juntamente com a equipe da Apex, que a Alemanha seria o mercado-alvo das exportações. 

Na mesma época, um turista alemão experimentou o Hidromel Uruçun em um dos pontos de venda em Belém e ficou apaixonado pela bebida. No dia seguinte, ele procurou Ana Lídia para propor uma parceria para importar a bebida para a Alemanha. Em função do apoio da ApexBrasil, a empreendedora conta que já estava preparada para exportar. 

Em 2023, a Hidromel Uruçun da Amazônia deu mais um passo na internacionalização e passou a exportar para Cidade do Cabo, na África do Sul. E em 2024, a convite da ApexBrasil, a empresa participou da feira internacional Expocomer, no Panamá.

“Foram 12 empresas daqui do Brasil para a Expocomer, no Panamá, e nós fomos a única empresa daqui do Norte do Brasil a participar. E eu consegui contato também com um grande distribuidor e vou ser a primeira empresa do Brasil a exportar bebida alcoólica para o Panamá.”

As negociações para expandir a internacionalização da Hidromel Uruçun da Amazônia não param por aí. Este ano, Ana Lídia participou de uma rodada de negócios intermediada pela ApexBrasil com compradores internacionais.

A CEO da Hidromel Uruçun da Amazônia destaca o apoio da ApexBrasil para encontrar os parceiros certos no mercado internacional.

Rodadas de Negócios

Por meio de reuniões com compradores, distribuidores e representantes de redes internacionais, a ApexBrasil faz a intermediação de Rodadas de Negócios para empresas brasileiras que querem internacionalizar seus produtos e serviços.

Nessas reuniões, a Apex faz o pareamento entre os negócios do Brasil e os compradores internacionais com maior potencial de fechar parcerias, além de preparar e capacitar os participantes. Para saber mais sobre as Rodadas de Negócios, clique aqui.

*O conteúdo foi originalmente publicado pelo Brasil 61, escrito por Paloma Custódio

Seca de 2024 no Amazonas supera número de atingidos em 2023: mais de 747 mil pessoas

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Foto: Jacqueline Lisboa/WWF-Brasil

A seca histórica que atinge o Amazonas em 2024 já afeta 747.642 pessoas em todo o estado, segundo o boletim sobre a estiagem divulgado pela Defesa Civil no dia 30 de setembro. De acordo com o órgão, 186 mil famílias estão impactadas neste ano. Esse número é maior do que o registrado em 2023, quando cerca de 633 mil pessoas de 158 mil famílias foram afetadas.

O Amazonas enfrenta uma estiagem severa, que deixou todas as calhas dos rios do estado em situação crítica. Na capital, Manaus, o Rio Negro está a menos de um metro de atingir o nível de seca do ano passado, quando o rio, um dos principais afluentes do Rio Amazonas, alcançou 12,70 metros — o menor nível registrado em mais de 120 anos.

Na capital, a prefeitura já fechou a praia da Ponta Negra, o principal balneário da cidade. No porto, o surgimento de bancos de areia tem afastado as embarcações e alterado a rotina de quem depende do rio para viver. Até o Encontro das Águas se tornou mais difícil de observar devido a essa situação.

Todo o estado está em situação de emergência por conta do fenômeno. Veja a situação das principais cidades do estado:

  • Em Tabatinga, na região do Alto Solimões, o Rio Solimões está em -2,19 metros. O registro é de sábado (28). Dados da Defesa Civil apontam que o rio tem descido, em média, 5 centímetros por dia, no último mês. A cidade vive sua pior seca da história.
  • Na cidade de Coari, na região do Médio Amazonas, o rio mede 1,54 metros. O registro é do dia 17 de setembro, última atualização da Defesa Civil do local.
  • Em Parintins, no Baixo Amazonas, o Rio Amazonas está em -1,95 metro. O cenário também é crítico na região, segundo o estado.
  • Em Itacoatiara, o mesmo Rio Amazonas está medindo 1,97 metros. A cidade recebeu um porto flutuante, onde os navios cargueiros, que atendem as empresas do Polo Industrial de Manaus, transferem suas mercadorias para balsas que ainda conseguem chegar na capital amazonense.
  • Por fim, em Humaitá, o Rio Madeira segue em 8,08 metros. O rio desceu uma média de -4 centímetros por dia.

Assistência humanitária

No âmbito da assistência humanitária, foram distribuídas 1,9 mil toneladas de alimentos para as regiões mais afetadas. Para atender as famílias impactadas, o governo instalou 35 purificadores de água, sendo 8 destinados à calha do Alto Solimões, e enviou 700 caixas d’água para melhorar o acesso à água potável.

Além disso, o governo informou que enviou 200,3 toneladas de medicamentos e insumos para municípios das regiões do Madeira, Juruá, Purus e Alto Solimões.

Foram também enviados 37 cilindros de oxigênio para Eirunepé, Canutama e Itamarati, além da instalação de uma usina de oxigênio em Envira. Para Ipixuna, foram enviados 10 cilindros de oxigênio e medicamentos, totalizando 8,4 mil volumes distribuídos em diversos municípios.

*Com informações da Rede Amazônica AM

Dia Mundial dos Animais: espécies selvagens emblemáticas da Amazônia peruana

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No dia 4 de outubro se celebra o Dia Mundial dos Animais, um evento que lembra a importância de conservar e proteger os ecossistemas onde vivem as diversas espécies do planeta. Em sua vasta, variada e complexa geografia, o Peru abriga uma megadiversidade de vida selvagem, na qual muitos exemplares são nativos e únicos, enquanto outros estão sendo descobertos pela zoologia mundial.

No âmbito da comemoração do Dia Mundial dos Animais, conheça os animais amazônicos mais emblemáticos peruanos:

Galo-da-rocha

O galo-da-rocha (Rupicola peruvianus) é a ave nacional do Peru e foi escolhido como emblema dos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos de Lima 2019.

É uma espécie que nos machos possui uma crista laranja que adorna a cabeça, penas pretas e brancas cobrem as costas e as asas. Como na maioria das aves, a cor da fêmea é mais sutil. Durante a época de acasalamento, eles costumam fazer exibições rituais ou “leks” em grupos, junto com sons roucos e cacarejos característicos.

Esta ave está em perigo de extinção devido à caça indiscriminada para fins comerciais. Vive nas florestas da Amazônia peruana. A imagem do galo-da-rocha estará presente na nova nota de 200 soles.

Leia também: Galo-das-rochas-peruano: conheça a encantadora ave nacional do Peru

Foto: Reprodução/Agência Andina

Beija-flor com cauda de espátula

É uma ave admirada pela sua plumagem e majestade da sua cauda, ​​que se divide em duas grandes penas independentes, movendo-se livremente.

O Loddigesia mirabilis tem apenas 15 centímetros de comprimento, mais da metade dos quais é sua longa cauda e bico. Seu peso varia entre 40 e 70 gramas.

É um beija-flor endêmico, que vive apenas na selva do departamento do Amazonas, no nordeste do Peru, a 1.212 quilômetros da cidade de Lima. Sua imagem está presente na nova nota de 100 soles.

Foto: Reprodução/Agência Andina

Macaco peludo de cauda amarela

É o maior primata endêmico do Peru e foi redescoberto há 50 anos. O Lagothrix flavicauda tem como características seu tamanho, o comprimento da cabeça ao corpo chegando a 400 a 534 milímetros, enquanto o comprimento de sua cauda varia de 575 a 632 milímetros. Seu peso aproximado é de 8 quilos a 12 quilos.

Possui manchas brancas sobre os olhos como sobrancelhas. Suas orelhas são parcialmente escondidas por pelos curtos e claros e possui pelos esbranquiçados ao redor da boca. Seu rosto é pigmentado de cinza escuro e possui pelo espesso cuja cor apresenta tonalidades que variam do marrom avermelhado ao marrom escuro.

É uma espécie diurna que vive em grupos de até 30 indivíduos. As fêmeas dão à luz a cada 2 a 3 anos e são responsáveis ​​por cuidar dos filhotes. Eles dormem espalhados nas árvores onde quer que parem ao entardecer. Alimentam-se principalmente de frutas, complementando sua dieta com flores, folhas, líquenes, bases foliares de bromélias, raízes, bulbos de plantas epífitas e insetos.

Este macaco vive apenas no norte do Peru, em altitudes que variam de 1.000 a 2.800 metros acima do nível do mar, principalmente nos departamentos de Amazonas e San Martín, bem como em pequenas áreas de La Libertad, Huánuco, Junín e Loreto. Esta espécie necessita de grandes áreas de floresta para sobreviver, vive inteiramente em árvores e quase nunca se move no solo.

Foto: Reprodução/Agência Andina

*Com informações da Agência Andina

Parque Nacional Tingo María, no Peru, recebe Certificação Ouro em Turismo Sustentável

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Foto: Reprodução/Agência Andina

O Parque Nacional Tingo María, localizado na região de Huánuco, no Peru, tornou-se o primeiro destino peruano a obter a prestigiada certificação internacional de nível ouro concedida pela Green Destinations, organização que reconhece e promove práticas sustentáveis ​​no setor turístico e prioriza a conservação do meio ambiente.

A informação foi divulgada pelo Serviço Nacional de Áreas Naturais Protegidas pelo Estado (Sernanp), que destacou que este reconhecimento é histórico e a conquista destaca o compromisso contínuo dos atores do setor público e privado ligados à atividade turística na região com Huánuco, a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento do turismo responsável.

Afirmou que a certificação não só reconhece o Parque Nacional Tingo María como um destino turístico sustentável, mas também o posiciona entre os destinos de elite a nível mundial em termos de sustentabilidade e conservação ambiental.

Foto: Reprodução/Agência Andina

Entre os aspectos que levaram à obtenção desta certificação estão a conservação da biodiversidade, a gestão responsável dos recursos, o compromisso com o desenvolvimento das comunidades que vivem no seu entorno e a promoção de iniciativas de educação ambiental direcionadas tanto aos visitantes como aos residentes.

Segundo o Sernanp, desde a sua criação, o Parque Nacional Tingo María priorizou a proteção dos seus ecossistemas únicos, trabalhando em estreita aliança com a comunidade local e os visitantes, que adotaram práticas responsáveis ​​e sustentáveis. Esta certificação não é apenas um reconhecimento, mas também um incentivo para continuar a avançar nas iniciativas de conservação e sustentabilidade, garantindo que os visitantes possam continuar a desfrutar da beleza e da diversidade que este destino oferece.

O objetivo do programa de certificação Green Destinations é identificar locais de férias que priorizem a conservação ambiental, apoiem as comunidades locais e melhorem o bem-estar dos visitantes. Estes destinos certificados vão além de meras iniciativas ecológicas e trabalham pela sustentabilidade abrangente em vários aspectos, como gestão de resíduos, eficiência energética, conservação da biodiversidade e preservação cultural.

Parque Nacional Tingo María

O Parque Nacional Tingo María é um dos destinos turísticos mais emblemáticos do Peru, conhecido por sua impressionante geografia, rica biodiversidade e atrativos naturais que permitem o contato direto com a natureza. Seu apelo panorâmico é realçado pela majestosa cordilheira da “Bela Adormecida”, cujo nome vem de seus picos que lembram uma mulher olhando para o céu.

Esta área natural protegida também abriga uma grande variedade de aves em um ecossistema de selva alta e florestas nubladas, tornando-a um paraíso para os amantes da natureza.

*Com informações Agência Andina

Terra Indígena Kayapó é a mais atingida por queimadas no Brasil, informa Greenpeace

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Fumaça densa na TI Capoto-Jarina, território que também pertence aos Kayapós e vem sendo afetado pelas queimadas. Foto: Marizilda Cruppe/Greenpeace

O fogo avança sobre o território sagrado dos Kayapó. O cenário é de muita fumaça e destruição. A Terra Indígena Kayapó (PA), historicamente impactada pelo garimpo ilegal, lidera o ranking das terras mais afetadas por incêndios florestais em 2024 no Brasil, com 3.246 focos de calor registrados desde o início do ano até o dia 24 de setembro. Por ali, a situação é dramática, pois tudo indica que o fogo é causado por garimpeiros que estão abrindo novas áreas para continuar explorando ouro ilegalmente.

De acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LASA/UFRJ), uma área de 697.475 hectares já foi queimada dentro da Terra Indígena Kayapó – o equivalente a 21,24% de todo o território. Este é o pior resultado de toda a série histórica, que teve início em 2012. A situação é mais grave quando lembramos que a Terra Indígena não possui brigada de combate ao incêndio, devido à insegurança de se estar no território.

Profissionais do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) contam que os incêndios dentro da Terra Indígena Kayapó foram causados por garimpeiros, que estão abrindo novas áreas para exploração. Essa teoria se confirma quando se analisa imagens de satélite, que mostram claramente que as áreas em que os focos de calor se concentram estão sobrepostas ou muito próximas a áreas de garimpo abertas recentemente.

Setembro em chamas

A situação no território Kayapó era relativamente estável até o início de agosto, quando começaram a aparecer, com mais volume e frequência, os focos de calor. As formações de savana e áreas de não-floresta foram as mais atingidas. A primeira quinzena de setembro, no entanto, foi de muitas chamas e destruição – dos 2.937 focos de calor acumulados em 2024 naquela região, 1.799 (nada menos que 61%) foram registrados nesse curto período.

O pico de incêndios foi registrado em 4 de setembro, quando foram registrados 354 focos de calor. Em seguida, a Operação Xapiri Tuire, conduzida por órgãos como a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Ibama e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez com que os focos diminuíssem. Mas no dia seguinte ao final da operação, em 11 de setembro, outro pico aconteceu, com 260 focos de calor.

Essa data guarda um triste marco da temporada 2024 – de cada 5 focos de calor registrados em toda a Amazônia neste dia, 1 deles ocorreu em Terras Indígenas. Foram 2.512 focos verificados na Amazônia, e 511 apenas dentro dos territórios originários.

Ações emergenciais

O cacique Megaron Txucarramãe, importante liderança do povo Kayapó, sobrevoou as Terras Indígenas Capoto-Jarina (MT) e Kayapó junto à equipe do Greenpeace Brasil. Ele testemunhou uma realidade devastadora: a floresta em chamas, a vida sendo consumida pelas labaredas e a destruição do que é ancestral e essencial para seu povo.

As lideranças indígenas clamam por ação, e o Greenpeace Brasil reforça essa urgência. Jorge Eduardo Dantas, porta-voz da Frente de Povos Indígenas do Greenpeace Brasil, destaca: “O Greenpeace percebe que a estrutura de combate a incêndios florestais no Brasil hoje é insuficiente. Ela não consegue atender à demanda e à gravidade do problema. Precisamos, por exemplo, de brigadas aéreas preparadas para atuar nos mais diversos territórios. Estamos em um cenário de mudanças climáticas, onde os eventos extremos vão se tornar mais intensos e frequentes. Precisamos mudar a forma como encaramos esse problema.”

Problema antigo

O garimpo é um problema antigo do território Kayapó. Levantamento divulgado pelo Greenpeace em julho mostrou que praticamente metade da abertura de novas áreas de garimpo feita dentro de Terras Indígenas na Amazônia no primeiro semestre de 2024 ocorreu por ali. Foram 227 hectares devastados pela atividade garimpeira. O levantamento considerou as Terras Kayapó, Munduruku e Yanomami, que reúnem mais de 90% da ocorrência de garimpos ilegais dentro de territórios originários no bioma. Em 2023, foram 1.109 hectares destruídos dentro daquela área por conta da exploração ilegal de ouro.

No relatório “Parem As Máquinas!”, lançado em abril de 2023, das 176 ocorrências de escavadeiras hidráulicas mapeadas pelo Greenpeace – e que estavam sendo empregadas no garimpo – nada menos que 140 (79%) estavam no território Kayapó.

Até o meio do ano, o garimpo já ocupava 15.715 hectares dentro da Terra Indígena Kayapó. No entanto, o sistema de monitoramento do Greenpeace, o Papa Alpha, detectou mais 190 hectares de desmatamento associado ao garimpo no mês de julho. Dentro dos territórios originários, o garimpo causa prejuízos ambientais (como a morte dos rios, erosão do solo, destruição de habitats), a desestruturação de comunidades (com aliciamentos, violências sexuais, transmissão de doenças); geralmente está ligado a outros crimes como tráfico de drogas e sonegação fiscal e não causa desenvolvimento – os dividendos que ficam para os estados e municípios são muito baixos e não compensam seus prejuízos.

*O conteúdo foi originalmente publicado pelo Greenpeace

Registro de reserva indígena em Ucayali, no Peru, é entregue para proteger comunidade isolada

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Foto: Divulgação/SUNARP

Depois que a Superintendência Nacional de Registros Públicos (Sunarp) peruana registrou as terras dos povos indígenas assentados na reserva Sierra del Divisor (Remo ou lsconahua, Mayoruba-Matsés e Matis-y Kapanawa), a Justiça entregou oficialmente a nota cadastral ao órgão regional diretor de Cultura de Ucayali.

O ato simbólico da assinatura do registro, que protege a reserva indígena de 515.114 hectares, foi realizado no âmbito da Sunarp Registry Expofair, realizada na região de Ucayali.

Sunarp, no distrito de Yarinacocha, iniciou a Sunarp Registry Expofair com a participação de 15 instituições públicas e privadas para que, de forma articulada, sejam prestados serviços cadastrais e sociais aos cidadãos.

O vice-ministro da Justiça, Juan Enrique Alcántara Medrano, sustentou que através do Sunarp os serviços de registro são descentralizados em aliança com as instituições “para buscar uma aproximação com os cidadãos”.

Por sua vez, Ramón Edgardo Lucas Isidro, chefe da Zona VI, indicou que a Sunarp Expofair se desenvolve com uma visão integradora e um trabalho articulado de formalização, promovendo assim o desenvolvimento econômico e social das comunidades, da região e do país.

Durante o evento foi entregue a averbação cadastral da reserva indígena Sierra del Divisor em benefício dos povos indígenas isolados Remo ou lsconahua, Mayoruba (Matsés e Matis) e Kapanawa.

Da mesma forma, a nota de registro foi entregue à Federação Asháninka do Bajo Ucayali, para ter personalidade jurídica por 5 anos.

Outras ações no âmbito da cerimônia protocolar foram a entrega de certificados aos participantes da Escola de Líderes Indígenas da província de Coronel Portillo, bem como a premiação do concurso de desenho com o lema “Sunarp vai com você”.

*Com informações da Agência Andina

Maranhão firma compromisso de zerar desmatamento ilegal até 2027

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Foto: Divulgação/Governo do Maranhão

Em um passo importante para a proteção ambiental, o Maranhão se comprometeu a eliminar o desmatamento ilegal até 2027. A meta estabelecida no Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas (PPCDQ) do Estado representa um marco para a proteção da Amazônia e do Cerrado. Principalmente na região do Matopiba – fronteira agrícola composta por áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia –, que periodicamente observa aumentos nas taxas de desmatamento. Como resultado, o plano foi lançado neste 18 de setembro, em São Luís.

Em abril de 2023, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) iniciou o processo de atualização do PPCDQ. A última vigência do Plano era relativa ao período de 2011 a 2015. Desta vez, o órgão contou com o apoio do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM). Portanto, desde 2016 havia uma lacuna de política pública para prevenção e combate ao desmatamento e queimada. Então, o plano atual (2024 a 2027), revisado e atualizado com o apoio técnico e científico do IPAM, destaca-se por sua abrangência e robustez.

Zerar desmatamento ilegal até 2027

O Maranhão compreende partes da Amazônia (35%), do Cerrado (64%) e da Caatinga (1%). A atualização traz, além das metas de redução do desmatamento, as de queimadas no Cerrado. Dessa maneira, foi incluída a estratégia de gestão e manejo integrado do fogo para o bioma assim como o eixo que trata de mecanismos econômicos e financeiros para dar viabilidade para o próprio PPCDQ.

“O Maranhão possui uma grande representatividade de diversidade, dos biomas, de sobreposição desses biomas e suas fitofisionomias. É uma riqueza cultural de povos e comunidades tradicionais. Riqueza produtiva agropecuária e da sociobiodiversidade. Este fator foi crucial para pensarmos a prevenção e controle de desmatamento e queimadas”, explica Isabela Pires, uma das pesquisadoras do IPAM envolvidas no trabalho junto à SEMA.

Expertise em pesquisa ambiental

O IPAM desempenhou um papel fundamental na elaboração do PPCDQ. De acordo com sua expertise em pesquisa ambiental, o instituto contribuiu para a definição de metas realistas e robustas, a identificação das áreas prioritárias para ações e a proposição de soluções eficazes de combate ao desmatamento e das queimadas. Ademais, o IPAM contribuiu para um processo participativo baseado em consultas públicas, oficinas e sensibilização de diferentes atores com o estado.

O apoio à SEMA/MA se deu em três frentes:

  • Na criação e composição do Grupo de Trabalho Técnico para apoiar o Grupo Permanente de Trabalho Interinstitucional – responsável pelo monitoramento e atualização do PPCDQ. Assim, o Instituto promoveu oficinas entre as onze secretarias estaduais buscando facilitar a tomada de decisões no tema. Integrante do GT, o IPAM forneceu, ainda, dados científicos sobre queimada e desmatamento, uso e ocupação do solo, focos de calor, área de queimadas, degradação florestal por bioma;
  • Na cooperação interinstitucional, fortalecendo a integração de diferentes órgãos públicos, entidades privadas e ONGs para a efetivação das ações previstas no plano. Como resultado, o grupo elaborou uma estratégica de consulta pública do Plano, ressaltando a importância em engajar a sociedade maranhense para contribuir diante da realidade local de cada território;
  • Na promoção da participação social via consultas públicas, promovendo o diálogo e a construção conjunta de soluções para os desafios socioambientais do estado. Assim sendo, foi promovida uma oficina com atores-chave explicando o que é o PPCDQ, como o plano se relaciona com cada setor, colhendo contribuições e direcionando as demandas. Como resultado, a participação foi ampla e contou com representantes de povos indígenas, comunidades tradicionais, da agricultura familiar ao agronegócio. O processo de engajamento demonstrou a vontade da sociedade maranhense em contribuir com o plano.

Promovendo o engajamento

“A consulta pública é uma forma de implementarmos a gestão participativa, pois se trata de um documento que atinge todos os eixos da sociedade. Então, nada melhor do que ouvir o que as pessoas têm a acrescentar nessa construção que pode tornar o plano ainda mais eficiente para o meio ambiente e para todos os envolvidos”, acrescentou Chagas.

A SEMA e o IPAM conduziram o trabalho de forma a encontrar oportunidades de captação de recursos, a partir da redução do desmatamento, para incentivos econômicos às populações e comunidades tradicionais, povos indígenas e à agricultura familiar. Houve ainda o esforço na busca de soluções sustentáveis para as cadeias produtivas para fortalecimento de iniciativas de promoção de fluxos financeiros em prol de negócios livres de desmatamento ilegal e de uma economia de baixo carbono viabilizando zerar o desmatamento ilegal até 2027.

*Com informações do IPAM