Projeto Pé de Pincha. Foto: Reprodução/ DNIT
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) participou de ações do Projeto Pé-de-Pincha que resultaram na soltura de mais de 5 mil quelônios na natureza, no âmbito das ações atinentes ao licenciamento ambiental, na região amazônica.
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A iniciativa integra atividades de educação ambiental vinculadas aos programas de gestão ambiental da autarquia e contribui para o fortalecimento da conservação da biodiversidade local.

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Neste ano, as ações realizadas com a participação das comunidades Nova Geração e São Sebastião do Igapó Açu resultaram na soltura de 5.225 quelônios. Na região da comunidade Nova Geração foram reintegrados à natureza 2.308 animais, enquanto na região da comunidade São Sebastião do Igapó Açu foram soltos 2.947 quelônios.

Criado pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), o Projeto Pé-de-Pincha é uma iniciativa de conservação voltada à proteção de quelônios na região amazônica.
O trabalho envolve comunidades ribeirinhas, instituições públicas e parceiros locais em ações de manejo e proteção de ninhos, acompanhamento da eclosão dos ovos e posterior soltura dos filhotes no ambiente natural.
A iniciativa tem como objetivo proteger espécies da região por meio do manejo de ovos, que inclui a coleta em áreas naturais, incubação em locais protegidos, monitoramento dos filhotes após a eclosão e, posteriormente, a soltura no habitat natural durante o período de cheia dos rios.
O trabalho contribui para a preservação de espécies como tracajás, tartarugas-da-amazônia, entre outras.
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A atuação ocorre por meio de atividades de educação ambiental realizadas junto às comunidades. Entre as ações desenvolvidas estão a organização de atividades educativas, como jogos temáticos e distribuição de materiais informativos, contribuindo para ampliar a conscientização sobre a importância da preservação ambiental e do cuidado com as espécies nativas.
O trabalho conjunto entre universidade, comunidades e instituições parceiras reforça a importância da cooperação para a conservação da biodiversidade amazônica e para a proteção das espécies de quelônios da região.
*Com informações do DNIT
