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Quarta, 28 Outubro 2020

Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos publica obra sobre Pesca na Amazônia e Fome no mundo

A Pesca na Amazônia e a Fome no mundo são dois temas emblemáticos e complementares que compõem o Tomo XVI do Caderno de Debates do Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos (Geea) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) disponibilizado nesta semana ao público. A obra está disponível de forma gratuita, assim como as demais publicações do Grupo, basta acessar aqui.

Caderno é fruto das reuniões de especialistas de diversas instituições, que tiveram como palestrantes o professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o engenheiro de pesca com doutorado em Ciências da Engenharia Ambiental Carlos Edwar Freitas, e o empresário, escritor e ensaísta Gaitano Antonaccio, formado em Contabilidade e Direito.

Foto: Divulgação

"As questões vinculadas à pesca e à fome estão conectadas entre si e também com a educação, a saúde, a cultura, a política e o meio ambiente e por isso devem ser sempre tratadas em conjunto, como aqui foi feito", disse em nota no Tomo o Secretário-Executivo do Geea, o pesquisador do Inpa Geraldo Mendes, organizador da obra junto com a diretora do Inpa, Antonia Franco.


Atividade de importância econômica e cultural, a pesca na Amazônia é tratada por Freitas pela perspectiva das oportunidades e desafios. O capítulo traz ainda um paralelo entre a produção mundial e brasileira nos últimos anos, com enfoque sobre a produção pesqueira na Amazônia brasileira, em especial no Estado do Amazonas.


Freitas destaca ainda as modalidades da pesca, as espécies exploradas, a situação dos estoques pesqueiros, o manejo e o ordenamento do setor pesqueiro. Das mais de 100 espécies comercializadas na Amazônia, há uma enorme concentração do pescado sobre dez espécies, entre elas tambaqui, matrinxã, pacu, tucunaré e sardinha.


Em outro capítulo da obra, Fome e Alimento: desafio do século XXI, Antonaccio apresentou dados e reflexões sobre a produção de alimentos, superpopulação humana, preservação do meio ambiente, custos do desenvolvimento sustentável, desperdício, segurança alimentar, papel da agricultura e da Amazônia nesse contexto.


Conforme debate disponível na obra, o combate à fome "não deve se restringir à produção e distribuição de alimentos e muito menos à produção de dados estatísticos; ele deve fazer parte de um combate amplo e efetivo e que vise o homem na sua completa dimensão biológica, psicológica e cultural".

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