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Sábado, 08 Mai 2021

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De espelho d'água à aquaterrário: conheça a história do lago do Aeroporto de Manaus

 
Ele nasceu como espelho d'água, na década de 1970, e fazia parte do paisagismo do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus. Tinha o objetivo de impressionar e ser um dos atrativos da cidade. Quem passava pelo aeroporto ficava encantado. 


O problema era que no espelho d'água as algas se proliferavam, e quando morriam, não deixavam um cheiro muito agradável no local. Então os tanques eram esvaziados, para evitar o odor, no entanto, a direção solicitava que novamente fossem cheios e corriqueiramente o problema se repetia.

Foto:Divulgação/Infraero


Em 1990, a Infraero contratou uma empresa privada para controlar a proliferação de algas no espelho d'água, e uma das ações foi colocar peixes nos tanques, como conta o pesquisador doutor Ubirajara Boechat Lopes, que liderou a ação.


"Fizemos um projeto para o Aeroporto que resolveria aquela situação desagradável. Acertemos com a Infraero, e o chefe de manutenção na época se comprometeu em entrar com os custos e eu com a tecnologia. E assim resolvemos o problema do espelho d'água", conta Ubirajara.


Sobre as espécies de peixes que seriam usadas para a solução do mau cheiro, o pesquisador disse que os tambaquis foram os primeiros a chegarem aos tanques.


"O foco do projeto era na natureza dos alevinos, pois eles se alimentam de plâncton, que são as algas, e lá no espalho do Aeroporto, os peixinhos resolveriam o problema. Como foram colocados bem novinhos, não era necessária a ração, eles aprenderam a gostar das algas. No caso do tambaqui, a literatura diz que são peixes de águas profundas, mas os que foram colocados lá nos tanques se adaptaram naturalmente, pela dimensão do espaço que tinham", lembra o pesquisador.

Foto:Divulgação/Infraero



Atração turística


Com a chegada dos peixes e das tartarugas, o espelho d'água se tornou ainda mais atrativo, como conta Aldecir de Oliveira Lima, gerente de logística do Aeroporto de Manaus.


"As tartarugas eram a grande atração do lago. As pessoas chegavam e se encantavam com a espécie amazônica conhecida em todo mundo", disse.


O motorista Gilbert Araújo, que trabalha a mais de 15 anos como taxista, lembra com nostalgia do lago em frente ao aeroporto.


"Meu pai trabalhava como taxista aqui, e trazia a gente para passear. Meus irmãos e eu nos divertimos muito quando crianças. O lago era sensacional, os peixes, as tartarugas, era lindo. Me lembro até de um sorvete com cascalho grosso que vendia aqui, era muito bom, tenho muitas saudades. Agora que mudou para dentro do aeroporto, perdeu o encanto", lembra Gilbert.


O pesquisador Ubirajara, também lembra com saudosismo do lago. "O espelho d'água deveria ter continuado em frente ao Aeroporto, pois o estacionamento é muito grande e haveria espaço para isso. Quem projetou o novo Aeroporto não conhecia nossa realidade amazônica", conta.

Assista:

 



Jardim Zoológico


Em 2011, o aeroporto precisou ser reformado, e no projeto novo, o espelho d'água, já conhecido como lago, daria lugar a ampliação do estacionamento.


"Precisávamos melhorar a capacidade de passageiros, e o estacionamento era uma das demandas, o que inviabilizaria manter os tanques na frente do aeroporto. Mas o projeto do novo aeroporto já contemplaria dois aquaterrários para manter pelo menos os quelônios no local, e assim foi feito, nas duas pontas do saguão de desembarque", conta Aldecir.

Foto: William Costa/Portal Amazônia


Com a inauguração dos aquaterrários, o Aeroporto ganhou o status de Jardim Zoológico, licenciado e certificado pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), e abriga hoje apenas espécies de tartarugas.


"A saída do lago de frente do aeroporto melhorou também a qualidade de vida dos animais, que agora são rigorosamente alimentados, e recebem todos os cuidados veterinários, de higiene e manejo necessários. Na frente as pessoas costumavam alimentar as tartarugas e os peixes. Tivemos casos em que foram colocados jacarés no lago, além de várias outras espécies de peixes. Num dia contávamos um número de animais e no outro tinha o dobro", lembra Aldacir.

Foto:William Costa/Portal Amazônia


Aquaterrários


Atualmente, os dois aquaterrários abrigam cerca de 50 tartarugas, de várias espécies, divididas entre si, que é a capacidade média para terem um conforto ideal. Não há mais o contato direto das pessoas com os animais, mas é possível, através de vidros, a visualização dos quelônios. 


"Além do cuidado com o animal, a visitação do turista ao local ficou mais dinâmica, pois aqui podemos receber com mais conforto as pessoas. Recebemos várias escolas do entorno que visitam nosso Jardim Zoológico e gostaram do aquaterrário", disse.


Foto: William Costa/Portal Amazônia

Os aquaterrários ficam nas duas pontas do subsolo do aeroporto de Manaus, no salão de embarque, e conforme o sol esquenta as tartaruras saem da água, e fica melhor para visualização.


 
 
 
 

Mãe Natureza: indígenas enaltecem papel de mãe que a floresta amazônica exerce sobre a população

 
A Amazônia é rica em biodiversidade, flora e fauna. O fragmento verde desse planeta tem olhares de todo o mundo, muitos em prol da exploração e do desmatamento, e outros com a consciência e o cuidado de mantê-la em pé, pelo seu valor e importância para o planeta.

Mulheres têm se levantado em defesa da Amazônia, e que, aqui, chamaremos de "mães indígenas da floresta", que muitas, ferozes como onças, e fazendo jus ao título de mãe, falam sobre esse relacionamento que possuem com nossa região, a partir de relatos de demonstração de carinho e afeto.


Marcivana Sateré-Mawé, líder da Coordenação dos Povos Indígenas de Manaus e Entorno (Copime):

"A terra é mãe, uma anciã cheia de sabedoria que precisamos escutar para que viva ainda muitos anos. Precisamos parar e considerar as marcas do tempo neste rosto sofrido como sinais de que muitas coisas não estão bem. Eu cresci vendo minha mãe alimentar os tajás que cultivava em frente de casa com a água que lavava os peixes. A noite eles se transformaram em onças e guardavam nossa casa. Dormi, assim, com as cobras enroladas no punho da rede protegendo nossas noites. Minha mãe me ensinou a respeitar a "mãe" da mata, pois ela tem seu tempo de descanso para recompor as energias, para fertilizar o solo e dar vida novamente a outras vidas. Tudo na mata tem vida e respira, e é dessa forma que temos que sentir e ver a natureza". 
Foto: Acervo Pessoal/Marcivana Sateré



Val Massaka Karitiana, representante indígena de Porto Velho:

Floresta amazônica é cenário do jogo 'Green Hell'

 
A floresta amazônica tem suas belezas naturais e encantos, mas você já imaginou ficar perdido nela? Os produtores da Creepy Jar desenvolveram um simulador de sobrevivência que se passa na região, o 'Green Hell', ou Inferno Verde. No jogo, você encarna um homem que precisa sobreviver sozinho na selva sem comida ou equipamentos. 

Foto: Divulgação
 

Em 'Green Hell', além do aspecto físico, o jogador precisará cuidar também do psicológico do personagem. No cenário, os objetos podem tanto ajudar, quanto atrapalhar a experiência. Ainda segundo a sinopse oficial do game, o jogador terá apenas um rádio à disposição, e deverá, seguir uma voz familiar para desvendar pouco a pouco os mistérios que envolvem a floresta. 


 

Lançado em 2018, o game ainda não está finalizado, mas muitos internautas estão jogando o Modo Sobrevivência, que foi disponibilizado pelos produtores. Para ajudar os jogadores, uma das mecânicas do jogo permitirá a Inspeção Corporal, uma espécie de diagnostico do corpo do personagem. Neste modo, também será possível remover todo tipo de parasitas e doenças, que podem nos matar durante a jogatina. Os interessados podem baixar o jogo no site da Steam pelo valor de R$ 47,49.

Em 2021, o jogo recebeu duas atualizações, sendo uma delas um evento chamado "Spirits of Amazonia - Part 1", além de novas áreas no mapa do jogo principal.
 
A primeira aventura

 
Essa não é a primeira vez que uma pobre alma é deixada para se virar na floresta amazônica, em 1985, o jogo 'Amazônia - Aventuras na Selva', levou a região para as plataformas ZX Spectrum e TRS 80 modelo III. Apesar da jogabilidade simples, o game fez muito sucesso, mas o objetivo era o mesmo, administrar os recursos e sobreviver aos perigos da floresta.
 

Bois do Amazonas recebem certificado de Patrimônio Cultural do Brasil

 
Na tarde desta última terça-feira (28) Bois-Bumbas do Amazonas receberam o certificado de Patrimônio Cultural do Brasil. A cerimônia foi feita no Palácio do Planalto em Brasília (DF). A entrega do certificado é parte da cerimônia da Ordem do Mérito Cultural. Ela é considerada a maior honraria pública da Cultura, entregue a pessoas, grupos artísticos, iniciativas ou instituições a título de reconhecimento por suas contribuições à cultura brasileira.

Agora o Governo Federal por meio do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), tem responsabilidade sobre estas manifestações culturais, para que não se perca com o passar do tempo. A Kátia Bogéa que é Presidente do (IPHAN) conta sobre a responsabilidade destas manifestações culturais.

"O titulo trás a obrigação jurídica do Governo Brasileiro através da Iphan, de fazer a salva guarda desta manifestação, para que as gerações futuras do que possa colocar em fragilidade a manifestação,possa ser trabalhado junto com os detentores e que isso seja algo importante na formação da multicultural identidade Brasileira",disse.

Claro que o reconhecimento foi bastante comemorado por aqueles que se orgulham de fazer desse folclore, uma das maiores expressões da cultura nacional. Os presidentes dos Bois-Bumbas contam com alegria sobre esta cerimonia.

"Parintins,Amazonas e o Norte do Brasil; hoje está em festa com o reconhecimento do festival folclórico de Parintins dos bois Garantido e caprichoso,a gente fica muito feliz, por receber essa honraria que nos deixa cada vez mais fortes", contou o presidente do Boi Garantido, Fábio Cardoso.

O Presidente do Boi Caprichoso, Babá Tupinambá, conta que é sempre bom passar essas culturas para as futuras gerações.

"Isso é um selo de qualidade que hoje nossa festa está tendo, é sempre bom passar nossa cultura para os filhos e netos para eles seguirem esse mesmo amor que nós sentimos pra representar a gente lá na frente.

No ano de 2018 a competição completou 53 anos entre os bois no Festival Folclórico de Parintins. 
 
 
 

Conheça 10 simpatias para fazer no Dia de Santo Antônio

O Portal Amazônia separou 10 simpatias que podem ser úteis para quem está esperando o amor

Conheça o significado dos nomes indígenas

Nina, Mayara, Cauã e Moacir: você sabia que muitos dos nomes que ouvimos e falamos diariamente têm influência indígena? O Portal Amazônia separou alguns deles para desvendar o seu significado.

10 lugares para realizar um ensaio fotográfico em Manaus

Famosa pelos seus belos cenários naturais e arquitetônicos, Manaus oferece também uma gama de opções para quem deseja fazer um ensaio fotográfico. Percorrendo a cidade é possível encontrar aquele lugar que pode fazer toda a diferença em uma sessão de fotos. O Portal Amazônia preparou uma lista para os fotógrafos de plantão que pretendem arrasar naquele ensaio. Confira:

Teatro Amazonas
Vamos começar pelo símbolo maior do Estado, o Teatro Amazonas. Inaugurado em 1896, o teatro já recebeu todo tipo de espetáculo, além de ser o 'queridinho' por parte dos casais que desejam fazer um ensaio em suas dependências. A área externa também pode ser utilizada para as fotos, pois, o entorno do Teatro Amazonas conta com a Praça e a Igreja de São Sebastião. O teatro está localizado na Avenida Eduardo Ribeiro, 659 - Centro. Informações por meio dos telefones (92) 3622-1880 / 3622-2420 ou pelo email [email protected]
Ensaio no Teatro Amazonas. Foto: Reprodução/Paulo de Lima 

Ponta Negra
Outro lugar conhecido que pode servir como cenário para um ensaio fotográfico é o Complexo Turístico Ponta Negra. Após a revitalização das duas etapas, a Ponta Negra tornou-se ainda mais atrativa para o público. O espaço conta com calçadão com pedras portuguesas, jardins, praça com chafariz, mirantes com vista para o rio, mais vagas para estacionamento, quadras poliesportivas e um novo anfiteatro. Dá praia é possível ter uma bela visão da Ponte Rio Negro, o que pode deixar o clique ainda mais bonito. O Complexo Turístico Ponta Negra está localizado na Avenida Coronel Teixeira, sn - Ponta Negra.
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Parque Municipal do Mindu
O Parque do Mindu foi criado a partir de um movimento popular em 1989. A ideia principal era proteger o habitat do Sauim-de-Manaus. O espaço conta com uma biblioteca, anfiteatro e trilhas. O cenário é ideal para os que procuram fazer um ensaio em sintonia com a natureza. O Parque do Mindu está aberto de terça-feira a domingo, das 8h às 17h.
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Atelier Cláudio Andrade

O atelier do artista plástico e paisagista amazonense Cláudio Andrade respira a Amazônia. O local conta com esculturas que simbolizam as lendas amazônicas, como por exemplo a cobra grande, o boto que se transforma em gente e a sereia Iara. Além das esculturas, o atelier possui um viveiro com peixes da Região. O espaço funciona de sábado, domingos e feriados, das 8h às 12h. A entrada custa R$ 5. Mais informações por meio do telefone 99143-1766 ou pelo email 
[email protected]
Foto: Reprodução/Suelen Oliveira
Praça da PolíciaA Praça Heliodoro Balbi, conhecida pelos manauaras como Praça da Polícia, também é muito utilizada para sessões fotográficas. O espaço conta com pontes, fontes, coretos e abriga o prédio do Comando Geral da Polícia Militar do Estado. A praça está localizada entre as ruas José Paranaguá, Sete de Setembro, Dr. Moreira e Guilherme Moreira, no Centro de Manaus.
Foto: Leonardo Assis/Reprodução

Arena da Amazônia
A Arena da Amazônia é um espaço multiuso que pode receber jogos de futebol, shows, eventos, feiras e visitações. Pode também ser adaptada para receber jogos de futebol de areia e de esportes de quadra como vôlei e basquete. Os apaixonados por esporte e pela história do lugar podem fazer um ensaio fotográfico. A Arena da Amazônia funciona de terça-feira a sábado, das 9h às 12h, e das 14h às 17h. Para os ensaios fotográficos é necessário fazer uma solicitação através do telefone (92) 98408-5239 ou pelo email [email protected]
Foto: Reprodução/Erica Melo

Parque Jefferson Péres 
O Parque Jefferson Péres é um dos mais utilizados pelos fotógrafos. É impossível visitar o lugar sem topar com um ensaio fotográfico. O parque foi construído em área de antiga invasão de palafitas que interferiam nos igarapés de Manaus e Bittencourt, dois tradicionais pontos urbanos da cidade de Manaus. O espaço funciona de segunda-feira a domingo, das 6h às 22h, e está localizado na Avenida Sete de Setembro com Jonathas Pedrosa, sn - Centro.
Foto: Reprodução/Maxwell Araújo
Píer do Tropical Hotel
Ao lado do Complexo Turístico Ponta Negra está o Tropical Hotel. O empreendimento conta com um píer que mostra uma outra perspectiva do Rio Negro. O espaço é muito utilizado pelos fotógrafos para a produção de ensaios de formatura. Os interessados em utilizar o píer do Tropical precisam entrar em contato com a diretoria do Hotel pelo email [email protected] e pedir o modelo de ofício para a utilização do local. O Tropical Hotel fica na Avenida Coronel Teixeira, 1320 - Ponta Negra.
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Parque dos BilharesO Parque dos Bilhares é utilizado pelos manauaras para a prática de atividade física, o espaço possui quadras de esportes, estruturas para ginástica e pista de skate. Muitos profissionais da fotografia utilizam o parque para fazer ensaios. O horário de funcionamento do Parque dos Bilhares é de 6h às 23h. A entrada é franca. O acesso ao estacionamento é pela avenida Constantino Nery, próximo ao Shopping Millennium.

Foto: Reprodução/Luciano Cruz
E você? Conhece outro cenário de Manaus que seja ideal para um ensaio fotográfico? Comente na matéria:

Macapá: curiosidades sobre a capital do meio do mundo

Macapá, capital do Amapá, comemora 259 anos neste sábado (4).

Saiba o que acontece no fim de 'Velho Chico': nascimentos, delação, morte e viagem

Velho Chico termina nessa sexta-feira sem muitas surpresas. Saiba o que vai acontecer na novela das nove.

Delação premiada

Afrânio (Antônio Fagundes), já sem peruca e vestindo trajes sóbrios, se entrega ao Ministério Público. Ele conta tudo sobre o esquema de desvios de recursos do governo por toda a região do São Francisco e, depois de cumprir a pena imposta pela Justiça, termina feliz com Iolanda (Christiane Torloni ), longe de Grotas. Mas, no fim, eles se encontram com a família à beira do Rio São Francisco. O coronel é salvo por uma delação premiada.

Morte e urubus


Por causa da delação de Afrânio, Carlos (Marcelo Serrado ) se desespera, foge com o dinheiro ilícito, mas a gasolina do carro acaba, e ele se perde na caatinga. Alucinado, vê água, mas é terra. O deputado não suporta a seca e morre. Urubus voam sobre ele...

Felicidade para Santo e Tereza

Mesmo depois da morte de Domingos Montagner, Santo termina feliz ao lado de seu grande amor, Tereza (Camila Pintanga).

Políticos presos

A denúncia feita por Afrânio vai colocar Queiroz (Batoré) e Raimundo (Saulo Laranjeira) atrás das grades. A notícia da delação premiada do ex-coronel é notícia na TV e os dois políticos tentam destruir as provas contra eles. Beatriz (Dira Paes) e Luzia (Lucy Alves) vêem os dois tentando sair com os documentos e impedem a fuga.

Homenagem a Santo

Miguel (Gabriel Leone ) lidera os cooperados no lugar de Santo e divide as terras da família entre o povo e os índios. O rapaz e Olívia (Giullia Buscacio) têm gêmeos, Santo e Rosa.

Martim vê fim da guerra
Martim vê o pai pela última vez. Foto: Reprodução/Gshow
Martim, em espírito, vê o pai pela última vez, de dentro do Gaiola ao lado da família de Santo. “Não podia acreditar”, diz ao barqueiro. “Por isso lhe trouxe, dotô. Agora, vâmo segui viagem...”, responde o homem, levando a embarcação embora.

Homenagem a Martim

Beatriz, eleita prefeita de Grotas, termina feliz ao lado de Bento (Irandhir Santos). Na passagem de tempo, eles aparecem com um filho, batizado de Martim.

Em Grotas por amor

Sophie (Yara Charry) desiste de voltar para Paris e fica em Grotas com Lucas (Lucas Veloso) cuidando da associação das rendeiras.

Viagem para Paris

Isabel (Raysa Alcântara) viaja para Paris e dá a entender que Luzia (Lucy Alves) vai com ela). Numa sequência do fim, Piedade (Zezita Matos) diz à neta que tem medo que ela não volte mais de Paris, para onde ela vai estudar e ajudar nos negócios da associação das rendeiras de Grotas. “Pode dexá que ela volta... que eu também num vô me aguentá ficá tantos anos assim longe da minha família!”, fala a ex-mulher de Santo, dando a entender que ela também vai viajar com a filha. Piedade não se aguenta, para de falar emocionada e abraça Luzia e Isabel com carinho como numa despedida.

'Rainha do Divórcio' representa Angelina Jolie nos tribunais contra Brad Pitt

Foto: Reprodução/Shutterstock
Quando se casam, as celebridades de Hollywood atraem todos os holofotes para suas histórias de amor. Mas quando se divorciam, seus advogados passam a dividir com eles o foco das atenções. É assim que entram em cena profissionais como Laura Wesser, a advogada que a atriz e cineasta Angelina Jolie acaba de contratar para representá-la em seu divórcio do astro Brad Pitt, segundo informou o site TMZ, dedicado ao mundo do showbiz.

Jolie, um dos ícones atuais de beleza e atuação humanitária, apresentou na última segundafeira um pedido para dissolver sua união com Pitt, com que começou a namorar em 2004 e estava oficialmente casada havia dois anos. Wasser, de 48 anos, é conhecida como a "rainha do divórcio" em Hollywood por sua tenacidade, habilidade de tratar cada caso como uma "transação de negócios" e, é claro, por sua longa lista de clientes famosos.

A agência Bloomberg descreve a profissional como uma "solução completa para os divórcios de Hollywood". Além disso, diz que ela cobra US$ 850 (R$ 2,7 mil) por hora, além de pedir US$ 25 mil (R$ 81 mil) adiantados e poucas vezes representar alguém com um patrimônio menor que US$ 10 milhões (R$ 32,4 milhões).

Clientes-estrelas

A advogada recentemente representou o ator Johnny Depp em seu difícil divórcio da também atriz Amber Heard, um acordo firmado em US$ 7 milhões (R$ 22,6 milhões) no mês passado. A advogada atuou no recente e amargo divórcio de Johnny Depp e Amber Heard. Entre seus clientes famosos estão ainda Kim Kardashian, Christina Aguilera, Heidi Klum, Mariah Carey, Drew Barrimore, Jennifer Garner e Gwen Stefani. 
Foto: Reprodução
Wasser tem atuado principalmente a favor das mulheres em separações tumultuadas como a de Denise Richards e Charlie Sheen, além de ter representado Maria Shriver contra Arnold Schwarzenegger, Robyn Moore contra Mel Gibson e Melanie Griffith contra Antonio Banderas.

A advogada também obteve desfechos favoráveis em casos difíceis, como o de Britney Spears, que conseguiu a custódia dos filhos apesar de ter passado por um processo de exposição pública de seus problemas emocionais. Um negócio de família Pode-se dizer que a advogada carrega no sangue a escolha pela profissão, bem como pela área em que atua no Direito.

Mãe de dois filhos, Wasser nasceu em Beverly Hills, coração da indústria americana do entretenimento, estudou na Universidade da Califórnia em Berkeley e fez sua pós-graduação na Escola de Leis de Loyola, em Los Angeles. Uma coincidência interessante: seu nome completo é Laura Allison Wasser, de forma que suas iniciais compõem a palavra "law", que significa "lei" em inglês.
O primeiro caso de dissolução matrimonial em que atuou foi o dela própria, em 1993. Filha de advogados, ela trabalha desde os 26 anos no escritório do pai, Dennis Wasser, ele mesmo um famoso advogado de divórcios -representou Tom Cruise e Steven Spielberg em seus respectivos casos. À Bloomberg, ele afirmou que todos os clientes da Wasser, Cooperman & Mandels são de alto perfil. Em seu escritório, há um grande letreiro que diz: "Fim".

Estratégia

Segundo aqueles que a conhecem, Laura Wasser é valorizada pelas celebridades pela calma com qual atua em negociações tempestuosas.

Prêmio Netflix: visibilidade a produções brasileiras independentes

A Netflix lançou a segunda edição do Prêmio Netflix. A iniciativa existe desde 2013 e tem o objetivo de dar visibilidade a produções independentes e levar filmes brasileiros a uma audiência global. Entre os dez concorrentes, dois serão selecionados (um por voto popular e outro por escolha do júri) e licenciados mundialmente pela empresa. O painel de júris é formado por nomes do cenário cultural brasileiro, como atores, diretores e influenciadores. Os vencedores do Prêmio Netflix 2016 serão anunciados no dia 5 de outubro. A votação vao até 3 de outubro pelo site. O Portal Amazônia compilou todos os trailers, assista!

Califórnia (2015)
de Marina Person

A história se passa em 1984 e a personagem Estela (Clara Gallo) vive uma conturbada passagem pela adolescência. Entre as complexidades do sexo, dos amores e das amizades, a garota recebe a visita de seu tio Carlos (Caio Blat), que estava na Califórnia. Mas tudo desaba quando ela o vê magro, fraco e doente. Entre crises e descobertas, Estela irá encarar uma realidade que mudará, de vez, sua forma de ver o mundo.


Levante! (2015), de Susanna Lira e Barney Lankester-Owen

É uma obra filmada de forma colaborativa em cinco países, o documentário mostra diferentes histórias de grupos locais que utilizam a tecnologia para expressar as condições dos seus países para o mundo. Produzido com celulares, drones e tablets, cada registro é um mergulho íntimo na realidade de cada um desses lugares. Uma tradução de como a tecnologia é uma ferramenta poderosíssima para transformar o mundo.



My Name Is Now, Elza Soares (2014), de Elisabete Martins Campos

Elza Soares chega cara a cara, ultrapassa tempo, espaço, perdas e sucessos. Em um rito fílmico, nua e crua, ao mesmo tempo frágil e forte, real e sobrenatural, ela incorpora a ancestralidade brasileira, transcende em música e canta gloriosamente.



Ventos de Agosto (2014), de Gabriel Mascaro

Shirley (Dandara de Morais) deixa a cidade grande para cuidar da avó e trabalhar numa fazenda de cocos no litoral. Lá, ela conhece Jeison (Geová Manoel dos Santos) e começam um caso de amor. Até que um dia, em agosto, um estranho pesquisador aparece no local para registrar o som dos ventos alísios. É tempo de tempestades e altas marés, e Shirley e Jeison entrarão numa jornada sobre perda e memória, vida e morte, vento e mar.


À Queima Roupa (2014), de Theresa Jessouroun

Em 1993, o Rio de Janeiro presenciou a Chacina de Vigário Geral. O documentário investiga a violência e a corrupção policial praticadas na cidade nos últimos 20 anos. Entrevistas marcantes com vítimas e familiares apresentam uma dura e brutal realidade, representadas por imagens de arquivo e cenas reconstruídas pela equipe de filmagem.



Porque Temos Esperança (2014), de Susanna Lira

Vivendo profundos dilemas na vida pessoal e na tentativa de reconstruir outras vidas, Marli Silva inicia uma trajetória pelos presídios de Recife para que pais reconheçam seus filhos. O filme mostra a jornada de uma mulher pernambucana e sua eterna esperança para transformar o mundo.


Obra (2014), de Gregório Graziosi

O filme se passa na populosa cidade de São Paulo, onde um jovem arquiteto, João Carlos (Irandhir Santos), envolvido na construção de seu primeiro grande projeto testemunha a descoberta de um cemitério clandestino no terreno que pertence a seus ancestrais. Questionando seu passado e origens, ele entra em conflito com sua consciência, herança familiar e com a memória da cidade que retorna à superfície.


O Último Cine Drive-In (2015), de Iberê Carvalho

Com a mãe doente, Marlombrando (Breno Nina) volta a Brasília e, depois de muitos anos, reencontra seu pai, Almeida (Othon Bastos). Dono do último drive-in do Brasil, Almeida luta para manter vivo o cinema que é ameaçado de demolição.



A História da Eternidade (2014), de Camilo Cavalcante

Em um pequeno vilarejo no sertão, três histórias de amor e desejo revolucionam a paisagem afetiva de seus moradores. Personagens de um mundo romanesco, na qual suas concepções de vida estão limitadas, de um lado pelos instintos humanos, do outro por um destino cego e fatalista.



Clarisse ou Alguma Coisa Sobre Nós Dois (2015), de Petrus Cariry

A árida pedreira e a floresta que ainda pulsa. Um pai muito doente revê a filha. Ressentimentos são postos à mesa. A memória dos mortos, despertada por sangue, objetos, sombras e sonhos, afeta Clarisse (Sabrina Greve) nesse cenário de beleza e agonia. Seu marido e os negócios a esperam na cidade para um desfecho catártico.

'Justiça' pode ter uma segunda temporada

O sucesso de 'Justiça' é tanto que os telespectadores já estão sofrendo com o fim da série. Mas uma segunda temporada não está descartada. Vladimir Brichta conta que esse assunto já foi falado nos bastidores de gravação. 
Justiça fez sucesso nas redes sociais. Foto: Reprodução

"As pessoas entenderam a dinâmica dos dias alterados. A audiência é boa, acima do esperado. É uma série de muito sucesso, tanto que já falam de 'Justiça 2' lá", diz o ator que, na pele de Celso, transitou pelas quatro tramas."A história da Fátima (Adriana Esteves) é a que me comove mais, talvez porque envolva criança. Acho a mais comovente", conta. 

O último episódio da série vai ao ar na sexta-feira (23), contando o desfecho da história de Maurício (Cauã Reymond), que busca se vingar de Antenor (Antonio Calloni) o responsável pelo acidente que deixou Beatriz (Marjorie Estiano) tetraplégica. Saiba mais no iBahia.