A pesquisa constatou que a extração do açaí e do mapati contribuem para a segurança alimentar, seja pela renda gerada com a venda dos produtos, seja pelo consumo in natura dos mesmos.
O estudo reforça que a piscicultura com espécies nativas ajuda a combater uma das principais críticas às atividades produtivas na região: a necessidade de expansão de terra e a sua associação com o desmatamento.
A expectativa é de que mais de R$ 260 mil sejam repassados às famílias extrativistas participantes da safra, fortalecendo a economia local e reafirmando a importância do extrativismo como atividade sustentável.