Área possui sítios arqueológicos, históricos e simbólicos associados à memória do povo indígena Tanaru, o mesmo do “índio do buraco”, símbolo da resistência dos indígenas isolados.
Mais do que estruturas comerciais, os mercados se transformaram em locais de convivência, onde histórias são compartilhadas, tradições são preservadas e encontros acontecem todos os dias.