O Pará abriga uma das maiores populações ribeirinhas da Amazônia, distribuídas em comunidades que mantêm modos de vida profundamente relacionados aos rios, florestas e ilhas.
No estudo, o terreiro é apresentado como um quilombo urbano, um princípio ideológico de resistência cultural, em que as relações são estruturadas no matriarcado, de acordo com as vivências.
A pesquisa de campo identificou artefatos que remontam à importância do lugar para a moradia e a realização de festas e rituais por parte de seus antigos habitantes.