O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça que obrigue órgãos federais e estaduais a criar uma estrutura permanente para combater o garimpo ilegal no Amazonas.
Segundo a coordenadora geral da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas, Luciene Kaxinawá, o manual é resultado do trabalho desenvolvido pela articulação entre mais de 40 povos indígenas.
Município amazonense resiste e ainda garante o sustento de familias com boas safras, mesmo com avanço da praga que reduziu área de cultivo do cupuaçu na região.
Segundo a publicação, a pressão se dá, principalmente, pelas frequentes atividades ilegais registradas na região, como desmatamento, mineração, exploração madeireira, caça, pesca ilegal e narcotráfico.
Espécie é classificada como vulnerável pelo ICMBio desde 4 de setembro de 2023 e inclusão na lista oficial reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas ocorreu em 2026.