A ideia do experimento era testar extratos de plantas da Amazônia com efeitos neuroativos para condições como o Alzheimer. Cortes do governo norte-americano para a ciência paralisaram a missão.
O estudo avalia o potencial antitrombótico dos alcaloides de uma planta da família Rubiaceae, usada na medicina popular, amazônica visando desenvolver um novo fitoterápico brasileiro.