O município de Feijó teve 78 km² de área desmatada entre agosto de 2024 e julho este ano. Na comparação com o ano passado, houve aumento de mais de 66% na derrubada de vegetação.
Segundo monitoramento do Greenpeace Brasil, território Yanomami apresenta o melhor resultado, com 8,16 hectares de desmatamento para exploração ilegal de ouro no período.
Boletim extraordinário de monitoramento do Serviço Geológico do Brasil (SGB) mostra que o cenário hidrológico é mais favorável em relação à 2024 e não há previsão de seca severa.
Ao ouvir o 'guizo', qualquer pessoa na floresta sabe que é hora de manter distância. Mas será que o número de segmentos do chocalho pode indicar a idade da cobra?