Transformado em parque em 2023, o cemitério se tornou um espaço cultural. Segunda fase de restauração e reparo, entregue este ano, resultou na recuperação de 150 túmulos, mausoléus e espaços históricos.
O parque nasceu como resposta às crescentes ameaças ambientais da região, especialmente o avanço do desmatamento e da exploração ilegal de recursos naturais, no início dos anos 2000.
Às vésperas da Conferência da ONU sobre o Clima, o festival mais longevo de Belém reforça compromissos ambientais, une cultura e inovação e faz da Amazônia um palco de soluções sustentáveis.
Em seu discurso, Phelippe Daou Junior ressaltou que a trajetória do Grupo Rede Amazônica sempre esteve ligada ao desenvolvimento e à integração da região.