Relatório divulgado pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta que as novas áreas afetadas pelo garimpo ilegal caíram de 83,95 hectares em 2024 para 45,2 hectares em 2025. Mas atividade continua na TI.
A pesquisa identificou a presença do parasita responsável pela equinococose policística humana em pacas consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia.