Uma maquete com as 52 comunidades da região mostra aos visitantes como a água doce está sendo contaminada pela salinização e se tornando imprópria para consumo.
Com acesso gratuito e diferentes estruturas, alguns ambientes atendem tanto quem busca exercícios leves quanto aqueles que preferem treinos mais intensos em São Luís.
Autorização ambiental saiu após ajustes no projeto e criação de centro de reabilitação em Oiapoque (AP). A licença marca o início da fase de pesquisa na Margem Equatorial e deve durar cerca de cinco meses.