Projeto de pesquisa do Museu Goeldi e da Sociedade Zoológica de Frankfurt revela que o povo indígena Matsigenka vive mais, estuda mais e registra crescimento populacional.
Com quase 160 anos de produção científica na Amazônia, o Museu Goeldi celebra os resultados da última avaliação de desempenho em suas várias frentes de atuação.
Pela capacidade de reunir diferentes materiais e temas, o acervo no Museu Goeldi tem sido fonte para diversas pesquisas científicas, jornalísticas e educativas.
O projeto multimídia de dicionários indígenas do museu paraense é um dos sete vencedores do 13º Prêmio da Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, diante de 40 finalistas de todo país.
Participantes de aldeias do Maranhão tiveram aulas com o fotógrafo Adriano Gambarini em qualificação realizada pela Rede Resiliência, coordenada pelo MPEG.
Depois do Museu Nacional/UFRJ e do Museu de História Natural da Universidade Nacional de San Marcos (Peru), o Museu Goeldi figura como o mais extenso, sobretudo com espécies da Amazônia.
A segunda etapa do intercâmbio multidisciplinar do projeto coordenado pelo Museu Goeldi e pela University of Birmingham (UoB), com o apoio da Fapespa, foi realizada no Reino Unido.