Manaus está em situação de emergência por conta da seca do rio, que tem mais de 1,7 mil quilômetros de extensão e é um dos principais afluentes do Rio Amazonas.
Além das zonas urbanas, a vazante do rio já isolou mais de 30 comunidades ribeirinhas e indígenas, o que impactou em centenas de crianças que não podem mais ir as escolas.
Pesquisa do Instituto Cidades Sustentáveis apontou que a capital acreana cumpre alguns requisitos analisados, mas falha em itens de engenharia para evitar deslizamentos de terra e desbarrancamentos, além da falta de sistemas de alerta para desastres.
Amapá, Amazonas, Pará e Roraima, juntos, vão receber R$ 180 milhões, de um total de R$ 405 milhões de recursos não reembolsáveis disponíveis para o apoio às corporações que combatem incêndios.
Durante os períodos de cheia, o rio adquire uma cor barrenta, enquanto nas secas intensas, a coloração natural aparece. Rio Madeira registrou o menor nível da história em 2024: 25 centímetros.