Dados do Deter mostram queda de 37,5% nos alertas de desmatamento no bioma. Segundo o ministério, investimentos em pesquisa, monitoramento e novos satélites fortalecem a proteção ambiental no País.
Diversas lideranças de comunidades indígenas e ribeirinhas integram o grupo, além de pesquisadores e representantes de instituições públicas, como a Defesa Civil e o SGB.
Pró-Amazônia tem quatro linhas de atuação para fomentar a ciência e a tecnologia na região; edital de R$ 100 milhões para empresas de bioeconomia já está aberto.
A ministra Luciana Santos também anunciou o professor Henrique Pereira, como coordenador brasileiro do Centro Franco-Brasileiro de Biodiversidade Amazônica (CFBBA).