Experimento mostrou que a espécie consegue usar carboidratos como fonte de energia, tornando possível reduzir o teor de proteínas – que têm valor mais elevado – na alimentação dos peixes.
Método foi adaptado para a realidade das comunidades amazônicas. Tradicionalmente, a produção de mudas é realizada em viveiros comerciais, o que exige estrutura e mão de obra.
Encontro em Brasília teve como objetivo alinhar estratégias de gestão e definir providências para regulamentação da retirada do pirarucu dos locais em que é considerado invasor.