Experimento mostrou que a espécie consegue usar carboidratos como fonte de energia, tornando possível reduzir o teor de proteínas – que têm valor mais elevado – na alimentação dos peixes.
Método foi adaptado para a realidade das comunidades amazônicas. Tradicionalmente, a produção de mudas é realizada em viveiros comerciais, o que exige estrutura e mão de obra.
Encontro em Brasília teve como objetivo alinhar estratégias de gestão e definir providências para regulamentação da retirada do pirarucu dos locais em que é considerado invasor.
Estudo publicado em revista internacional mostra que extrato da Trattinnickia burserifolia elimina larvas do mosquito em até 48 horas. Pesquisadores destacam potencial para novos métodos de controle da doença na Amazônia.