Para a maioria dos povos indígenas, datas como a do Ano Novo não carregam significado simbólico, visto que essas etnias não seguem o calendário gregoriano, adotado mundialmente, mas que se organizam a partir dos ciclos da natureza.
Comunidades tradicionais, populações vulneráveis e artistas usam a cartografia - mapas - para dar visibilidade a territórios e criar novas formas de expressão simbólica.
Iniciativa implantou uma biofábrica-escola dentro da Terra Indígena Sete de Setembro, em Rondônia. Cada tablete de chocolate reúne o trabalho coletivo da comunidade e o valor da floresta em pé.