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Manaus 30º • Nublado
Terça, 11 Mai 2021

Drive thru de vacinação de idosos contra gripe volta a ser realizado em Porto Velho

Poderão ser vacinados idosos com 60 anos ou mais que estiverem dentro do carro. Nesses dois dias, estarão disponíveis cerca de três mil doses da vacina

Amazonas inicia distribuição de vacinas para a campanha contra a Influenza

Municípios recebem doses durante esta semana. Campanha de vacinação que foi antecipada inicia na próxima segunda (23)

Venezuela registra dois primeiros casos de coronavírus

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou estado de emergência permanente no sistema de saúde do país

Estados da Amazônia estão entre os melhores e piores índices de cobertura vacinal contra a gripe

A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe termina no próximo dia 31 de maio e o último balanço do Ministério da Saúde mostra que apenas 63,4% do público-alvo foi imunizado em todo o país.

Sobe para 30 o número de mortes por Síndrome Respiratória Grave, no Amazonas

A 29ª edição do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), divulgada nesta segunda-feira (06) pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), mostra que o número geral de casos de SRAG subiu de 1.276 para 1.296, 20 a mais que no último boletim do dia 2 de maio.
Foto: Divulgação

Em relação aos casos de H1N1, o boletim informa que permanecem os 120 casos confirmados este ano no Estado, com 34 óbitos. O último caso confirmado foi no dia 5 de abril de 2019 e o último óbito em 28 de março de 2019. Em Manaus, são 26 óbitos por H1N1. No interior, continuam três casos em Manacapuru, além de Parintins, Itacoatiara, Japurá, Urucurituba e Maués, com um caso cada.


Já o Vírus Sincicial Respiratório (SRV) subiu de 296 casos confirmados entre um boletim para 328 casos nesta edição. O número de óbitos é de 30 casos, sendo 26 em Manaus.


Não há alteração no número de óbitos por outros vírus respiratórios: 2 por Parainfluenza tipo 3 e 1 pelo vírus Metapneumovírus (em Manaus); e um óbito por Influenza A não subtipável registrado no município de Maués.


Conforme o boletim, dos 68 pacientes graves que evoluíram para óbitos, entre fevereiro a abril de 2019, 62 deles faziam parte de grupo de risco mais suscetíveis, o que corresponde a 91%, com destaque para crianças menores de 5 anos, idosos, pessoas com diabetes, pneumopatas, pessoas com obesidade e neuropatas.




Gripe mata 650 mil pessoas por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde

Em 2019, a campanha de vacinação contra a gripe teve início em 10 de abril e finalizará em 31 de maio. Ao contrário do que muitos pensam, essa doença pode não ser algo simples: de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), ela mata aproximadamente 650 mil pessoas por ano.

Para saber mais sobre o assunto, confira a entrevista concedida à Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) pela médica, mestra em Saúde e Ambiente, doutora na área de Doenças Tropicais e Saúde Internacional, professora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e consultora Ad-Hoc da Fapema, Maria dos Remédios Freitas Carvalho Branco.

Fapema: Em palavras bem simples, defina para nós o que é a gripe?

Doutora Maria: 
Gripe é uma doença causada pelo vírus influenza, caracterizada por febre de início súbito, dor no corpo, dor de cabeça, dor de garganta, tosse seca e prostração (falta de disposição).

Fapema:
 Quais os principais sintomas da gripe e como tratá-la?

Doutora Maria: Os sintomas de gripe são: febre de início súbito, dor no corpo, dor de cabeça, dor de garganta, tosse seca e prostração (falta de disposição). O tratamento da gripe consiste em repouso, vitamina C, analgésicos/antitérmicos e o uso de um antiviral – oseltamivir ou zanamivir -, indicado em caso de ocorrência de complicações da gripe ou para pessoas que têm maior risco de apresentar complicações.

Fapema:
 Existem grupos mais vulneráveis a essa infecção? Se sim, quais são eles?

Doutora Maria: Sim. Existem pessoas com maior risco de contrair gripe como as crianças, os idosos, as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), a população indígena, os doentes crônicos, a população privada de liberdade, os professores, os profissionais de saúde e os funcionários do sistema prisional.

Fapema:
 Uma das principais formas de prevenção da gripe é a vacina. Fale-nos, por favor, sobre ela.

Doutora Maria: 
Como o vírus influenza sofre muitas mutações, todo ano é produzida uma vacina nova. Por este motivo, a vacinação contra gripe é anual. Além disso, quanto mais pessoas vacinadas na população, maior a capacidade de proteção da vacina.

Fapema:
 Quem pode e quem não pode tomar a vacina?

Doutora Maria: odas as pessoas a partir dos 6 meses de idade podem tomar a vacina contra gripe. Não devem ser vacinadas aquelas pessoas que estejam apresentando febre, assim como menores de 6 meses de idade e aqueles que tenham tipo reação alérgica grave a uma dose anterior da vacina contra gripe.

Fapema:
 A vacina contra a gripe pode causar efeitos colaterais? Se sim, quais são os mais comuns?

Doutora Maria: Sim. Apesar da vacina contra gripe ser muito segura, ela pode causar efeitos colaterais, dentre eles os mais comuns são: dor, sensibilidade e vermelhidão no local da aplicação da vacina.

Fapema:
 A quais locais as pessoas devem se dirigir para tomar a vacina contra a gripe?

Doutora Maria: A vacina contra gripe está disponível em todas as salas de vacinação da rede pública, municipal, estadual e federal.

Fapema:
 Como médica, o que a senhora tem a dizer para as pessoas que ainda resistem em tomar a vacina contra a gripe?

Doutora Maria: No mundo hoje existe, de modo geral, uma adesão menor das pessoas à vacinação, por vários motivos. No caso da gripe, algumas pessoas alegam que logo após se vacinarem ficam gripadas. Entretanto, a vacina contra influenza utilizada no nosso País é constituída de vírus mortos. Assim, ela não pode causar gripe. Acontece que a gripe tem um período de incubação – intervalo entre a exposição ao vírus e o adoecimento – curto, de 1 a 4 dias. Portanto, a pessoa pode se vacinar enquanto está no período de incubação da gripe e adoecer logo após a vacinação. Devemos lembrar que as vacinas são responsáveis pelo aumento significativo de nossa expectativa de vida.

Ministério da Saúde abre 2ª fase da vacinação contra gripe; saiba quais grupos devem ser vacinados

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em nova etapa, nesta segunda-feira (22), em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir da próxima segunda-feira (29), o Ministério da Saúde abrirá ao restante do público-alvo.

Campanha contra gripe vacinará 2º grupo de prioridades a partir desta segunda

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em uma nova etapa na próxima segunda-feira (22) em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir desta segunda, o Ministério da Saúde abrirá ao restante do público-alvo.



Sobe para 1.094, o número de notificações de Sindrome Respiratória Grave, no Amazonas

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS), divulgou nesta quarta-feira (17), a 23ª edição do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que teve um aumento no número de casos notificados de SRAG, passando para 1.094. Desse total, 120 positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1) e 227 para Vírus Sincicial Respiratório (SRV). O número de mortes continua em 33 vítimas, sendo 26 em Manaus.

Campanha de vacinação contra a gripe começa nesta quarta para crianças, grávidas e puérperas

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa nesta quarta-feira (10) em todo o país. O lançamento será em Porto Alegre, com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no Centro de Saúde Modelo do Bairro Santana.

A mobilização vai até 31 de maio. A meta do Ministério da Saúde é atingir pelo menos 90% dos grupos elegíveis para vacinação.

Nesta fase da campanha, de 10 a 18 de abril, o objetivo é imunizar crianças com idade entre 1 e 6 anos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto). A partir de 22 de abril, todo o público-alvo da vacinação poderá receber a dose.

O público-alvo da campanha é constituído por trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.
Foto:Divulgação

Composição

Os grupos são definidos de acordo com recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). O ministério considera também estudos epidemiológicos e o comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe.

Segundo o Ministério da Saúde, em relação ao ano passado, houve alteração de duas cepas na vacina. Por isso, o ministério recomenda que os grupos selecionados, ainda que já tenham sido imunizados anteriormente, recebam a nova dose este ano.

“O Ministério da Saúde não indica a utilização da vacina contra influenza com cepas 2018, pois não tem a mesma composição da vacina de 2019, o que faz com que não seja eficaz para proteção, diz a nota da pasta.

Amazonas

No Amazonas, a vacinação contra a gripe começou no fim de março, com antecipação de 21 dias em relação às demais unidades federativas. A decisão, segundo a pasta, se deu em função da ocorrência de casos e óbitos por influenza desde fevereiro deste ano.

Em todo o ano de 2018, o Amazonas registrou 17 casos e três mortes por influenza, sendo um caso pelo vírus H1N1. Até meados de março deste ano, já foram notificados 666 casos suspeitos, sendo 107 confirmados para H1N1, além de 28 mortes também confirmadas pelo vírus.

A doença

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

Sobe para 19 o número de óbitos pelo vírus sincicial no Amazonas

A Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), divulgou nesta segunda-feira (08), a 19ª edição do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), onde informa que permanecem 998 casos notificados de SRAG, sendo 120 positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1), e 170 para Vírus Sincicial Respiratório (SRV).

Ainda na edição, continua 33 o número de óbitos por H1N1 no Estado mencionado na edição anterior da última sexta-feira (8) – sendo 26 em Manaus. No interior, seguem  os três em Manacapuru, e Parintins, Itacoatiara, Japurá e Urucurituba com um caso por município.
Foto:Divulgação

A atualização é em relação ao vírus sincicial, que passou dos 17 óbitos para 19 óbitos no Amazonas. São 17 mortes na capital, um em Borba e outro em Manacapuru. Em relação a óbitos por outros vírus respiratórios, não houve alteração – Manaus um óbito por Parainfluenza tipo 3 e um pelo vírus Metapneumovírus. No interior, um óbito por Influenza A não subtipável, no município de Maués.

Dos 55 pacientes graves que evoluíram para óbitos, entre fevereiro e março de 2019, 47 deles faziam parte de grupo de risco mais suscetíveis, ou seja, 85%, com destaque para crianças menores de cinco anos, idosos, pessoas com diabetes, pneumopatas, pessoas com obesidade e neuropatas.

Sobre o vírus sincicial

O vírus sincicial respiratório (VSR) é uma das principais causas de infecções das vias respiratórias e pulmões em recém-nascidos e crianças pequenas, e um de muitos vírus que podem causar bronquiolite, que é a infecção dos brônquios, nos pequenos tubos respiratórios dos pulmões.

Sobe para 33, o número de mortes por H1N1, e 17 para o vírus sincicial, no Amazonas

A 18ª edição do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM) informa que permanecem 998 casos notificados de SRAG, os 120 positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1), e agora, são 170 para Vírus Sincicial Respiratório (SRV).

O relatório mostra ainda que subiu para 33 o número de óbitos por H1N1 no Estado, sendo 26 deles em Manaus. No interior, continuam os três em Manacapuru; e Parintins, Itacoatiara, Japurá e Urucurituba com um caso por município.

Em relação ao vírus sincicial, também houve aumento, com o registro de 17 óbitos no Amazonas, sendo agora, 15 na capital, e permanecendo um em Borba e outro em Manacapuru. Em relação a óbitos por outros vírus respiratórios continuam o da última edição divulgado na quarta-feira (3/4): um óbito por Parainfluenza tipo 3 e um pelo vírus Metapneumovírus em Manaus. No interior, um óbito por Influenza A não subtipável no município de Maués.
Foto:Divulgação

Nesta edição, o Boletim continua apontando que o grupo vulnerável que está desenvolvendo síndrome respiratória aguda grave é composto por pessoas incluídas no grupo prioritário da campanha de vacinação que está em curso no interior da do Estado. Dos 53 pacientes graves que evoluíram para óbitos, entre fevereiro e março de 2019, 46 deles faziam parte de grupo de risco mais suscetíveis, ou seja, 86%, com destaque para crianças menores de 5 anos, idosos, pessoas com diabetes, pneumopatas, pessoas com obesidade e neuropatas.

O diretor-presidente em exercício da FVS-AM, Cristiano Fernandes, informa que nesta fase do monitoramento epidemiológico, percebe-se que diminuiu o número de atendimentos nas unidades de saúde.

“Apesar do decréscimo no número de atendimento de SRAG, ainda assim, é essencial manter as medidas de prevenção e proteção individual e a necessidade de aderir à campanha de vacinação”, ponderou.

Cristiano ressalta que ainda há registros de casos graves e aumento de óbitos, principalmente pelo vírus sincicial. “É importante que as mães de filhos pequenos evitem exposições das crianças em lugares aglomerados e também com pessoas gripadas ou resfriadas, para evitar o adoecimento dos pequenos”, disse.

Foto: Divulgação

Campanha

A FVS-AM também informou que até o momento, um total de 639.140 pessoas foram imunizadas no Amazonas contra H1N1. O número equivale a 63% de cobertura vacinal da população-alvo da ação.

A campanha está em andamento em todas as cidades do interior para o grupo prioritário, que são crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, trabalhador de saúde e professores da rede pública e privada, indígenas aldeados, idosos com mais de 60 anos, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis; e portadores de outras condições clínicas especiais como doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica.

Para quem ainda não foi vacinado, basta buscar o atendimento em uma das salas de vacinação em todo o Estado. As salas estão localizadas em Unidades Básicas de Saúde do interior.

Em Manaus, a Campanha de Vacinação contra H1N1 foi encerrada nesta sexta-feira (5), totalizando 455.083 pessoas imunizadas, o que corresponde a cobertura de 101% da meta da campanha na capital.




Dia D de vacinação contra a gripe Influenza A será neste sábado, no Amazonas

No próximo sábado, dia 30, o Amazonas promove o “Dia D” de vacinação contra a Influenza. A mobilização pretende intensificar a campanha iniciada na última quarta-feira (20). Em Manaus, mais de 650 postos ficarão abertos no sábado (30).

De acordo com o último Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave, o estado registra 827 casos notificados, sendo 118 positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1) e 152 para Vírus Sincicial Respiratório.

A atualização divulgada na noite da última segunda-feira (25), aponta que não houve alteração no número de óbitos, permanecendo os 31 registrados por H1N1: 24 em Manaus, três em Manacapuru. Parintins, Itacoatiara, Japurá e Urucurituba têm um caso cada. A última morte por H1N1 no estado foi registrada na sexta-feira (22).

Devem se vacinar contra a Influenza no Amazonas, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, profissionais de saúde e educação, indígenas, idosos com mais de 60 anos, pessoas portadoras de doenças crônicas respiratórias, do coração ou renal, diabetes e obesos.

Confirmados mais de 100 casos de Influenza A no Amazonas; campanha continua

A campanha de vacinação contra a gripe já começou no Amazonas. Até a última segunda-feira (18), em todo estado, foram confirmados 107 casos de contaminação pelo Vírus H1N1, da Influenza A, e 96 pelo Vírus SRV, Sincicial Respiratório.

De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde, já estão confirmadas 27 mortes por H1N1, sendo 22 em Manaus, 2 em Manacapuru, 1 em Parintins, 1 em Itacoatiara e 1 em Japurá. O Vírus Sincicial também levou 6 pessoas à morte, sendo 5 pacientes de Manaus e 1 de Borba. Foi registrado ainda um óbito na capital por Parainfluenza tipo 3.

Campanha

Para antecipar a campanha, o governo federal enviou para o Amazonas mais de 1 milhão de doses da vacina contra a gripe. Áreas de difícil acesso nas regiões do rio Juruá, Alto Rio Negro e calha do Purus já receberam as doses.

Em todo o Amazonas, serão cerca de 1.500 salas de imunização. O público-alvo está estimado em 1,1 milhão pessoas.

Fazem parte dos grupos prioritários para imunização crianças de seis meses e menores de seis anos, idosos, portadores de doenças crônicas, grávidas, puérperas, trabalhadores da saúde e da educação, povos indígenas, pessoas privadas de liberdade e profissionais do sistema prisional.

Documentação

Para receber a dose da vacina, é importante levar o Cartão de Vacinação e um documento de identificação. Pessoas com doenças crônicas ou com outras condições clínicas especiais deverão apresentar, também, prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a dose, sem necessidade de prescrição médica. Para os profissionais do público prioritário, basta apresentar o contracheque ou crachá.

Locais de vacinação em Manaus

Locais de vacinação com horário estendido

Começa vacinação contra a gripe H1N1 no Amazonas; saiba onde se vacinar

Começa nesta quarta-feira (20) no Amazonas a campanha de vacinação contra a gripe. A mobilização no estado ocorre 21 dias antes do restante do país. Segundo nota do Ministério da Saúde, foram notificados 666 casos suspeitos, sendo confirmados 107 casos de Influenza A (H1N1). No total, 28 pessoas morreram.

De acordo com recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), a campanha de vacinação tem como alvo grávidas, puérperas (até 45 dias após o parto), crianças de um ano a 5 anos.
Foto: Divulgação

Também são alvo da vacinação, trabalhadores de saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas que sofrem com duas ou mais doenças simultâneas ou em estado clínico especial, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, além de funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

Pelo Twitter, o Ministério da Saúde informou que a campanha em todo o país será antecipada em 15 dias. Começa ainda na primeira quinzena de abril. O Ministério da Saúde distribuirá 64 milhões de doses este ano.

Campanha de Vacinação no Amazonas

A campanha acontece em todo o estado do Amazonas, mas é em Manaus que a mobilização será maior dada a incidência da doença. Além das UBSs da Prefeitura de Manaus, a vacinação acontecerá no Parque do Idoso, na sede da Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI) e nas Centrais de Distribuição do Leite do Meu Filho.

Vale destacar que, além das dez UBSs que já funcionam em horário ampliado, de segunda a sexta-feira, de 7h às 21h, e aos sábados, de 8h às 12h, mais 20 serão abertas de 7h às 19h, de segunda a sexta-feira, e de 8h às 12h, no sábado. Ao todo serão 183 salas de imunização disponibilizadas, destas 153 são da rede municipal de saúde.


Saiba onde se vacinar

Documentação

Para receber a dose da vacina, é importante levar o Cartão de Vacinação e um documento de identificação. Pessoas com doenças crônicas ou com outras condições clínicas especiais deverão apresentar, também, prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a dose, sem necessidade de prescrição médica. Para os profissionais do público prioritário, basta apresentar o contracheque ou crachá.

O Governo do Estado e a Prefeitura de Manaus irão aproveitar a Campanha de Vacinação contra a Influenza para a atualização das outras vacinas.

Amazonas tem 72 casos confirmados e 21 mortes por gripe H1N1

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) divulgou, nesta sexta-feira (08), a edição nº 06 do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Estado do Amazonas. Segundo o boletim foram notificados 318 casos da síndrome gripal grave no estado, destes, 72 são positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1) e 45 para Vírus Sincicial Respiratório (SRV).

Ainda conforme o boletim, já são 21 óbitos por H1N1 – 17 em Manaus, dois em Manacapuru, um em Parintins e um em Itacoatiara. Outros quatro óbitos foram confirmados por Vírus Sincicial Respiratório, sendo três de Manaus e um de Borba. Desta vez, um óbito em Manaus, por Parainfluenza tipo 3.

Dos 26 óbitos registrados por SRAG, 69% apresentavam fator de risco, com destaque para pessoas com diabetes, pneumopatas, pessoas com obesidade e neuropatas. E apenas nove dos pacientes que evoluíram para óbito utilizaram em algum momento do atendimento o antiviral oferecido gratuitamente na rede pública e particular da capital e do interior.

Foto: Divulgação

A diretora-presidente da FVS, Rosemary  Costa Pinto, reforça que diante dos sintomas de gripe forte, a orientação é procurar uma unidade de saúde perto de casa. “A influenza é uma infecção viral severa que ataca o sistema respiratório, e portanto, pode evoluir rapidamente para complicações respiratórias”, alertou.

Rosemary salienta que as pessoas que possuem algum fator de risco para complicações ou alguma imunodeficiência possuem um risco maior e podem apresentar complicações respiratórias associadas à infecção viral. “Pelo fato da gripe ser facilmente transmitida pessoa a pessoa é importante salientar, principalmente com as pessoas que compõem o grupo de risco, para seguirem as medidas protetivas individuais divulgada amplamente na campanha de mídia local.”, disse Rosemary, ao fazer um  apelo em especial as mães que expõem seus pequenos filhos em aglomerações sem os cuidados necessários.

Medidas de Prevenção

Recomenda-se a lavagem frequente das mãos antes de tocar em mucosas (olhos, boca e nariz) e após espirrar, o uso de lenços de papel (descartável) para proteger boca e nariz ao espirrar; uso de álcool gel; indivíduos doentes devem manter repouso, alimentação balanceada e ingestão de líquidos adequada, evitando contato com outras pessoas em ambientes fechados e aglomerados; evitar a exposição de menores de cinco anos ao clima chuvoso; manter ambientes bem ventilados; caso o indivíduo apresente febre, tosse, dor de garganta, falta de ar ou qualquer outro sintoma associado, deve procurar o serviço de saúde para melhor avaliação.

Amazonas tem 301 casos notificados de síndrome gripal grave, e 17 mortes por H1N1

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS), informou através da edição nº 05 do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que foram notificados 301 casos da síndrome gripal grave no estado, até o momento. Destes, 69 são positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1) e 45 para Vírus Sincicial Respiratório (SRV).

Já chegam a 17 óbitos por H1N1: 13 em Manaus, dois em Manacapuru, um em Parintins e um em Itacoatiara. Outros quatro óbitos foram confirmados por Vírus Sincicial Respiratório, sendo três de Manaus e um de Borba. 

Dos 21 óbitos registrados por SRAG, 85% apresentavam fator de risco, com destaque para pessoas com diabetes, pneumopatas, pessoas com obesidade e neoropatas.

Foto: Divulgação
Campanha de vacinação

O Governo decretou estado de emergência por conta da gripe e solicitou ao Ministério da Saúde antecipação, para março, da campanha de vacinação.

Para a diretora presidente da FVS, Rosemary  Costa Pinto, diante dos sintomas de gripe forte, a orientação é procurar uma unidade de saúde perto de casa. “A rede de atenção básica, urgência e emergência estão aptas para atender da melhor forma esses pacientes”, disse.

Rosemary acrescenta que todas as unidades de rede pública e privada, tanto da capital quanto interior, estão abastecidas com antiviral. “No último fim de semana a FVS recebeu do Ministério da Saúde um reforço de quantidade de antiviral para atender de forma imediata as necessidades das unidades”, comentou.

Sinais e sintomas da Influenza

É uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório, caracterizada por febre alta de início súbito, acompanhado por intensas dores musculares e articulares, dor de cabeça, dor de garganta e coriza.

Os sintomas podem evoluir para falta de ar e outras complicações respiratórias. As pessoas que possuem algum fator de risco para complicações ou alguma imunodeficiência possuem um risco maior e podem apresentar complicações respiratórias associadas à infecção viral.

A gripe é transmitida de pessoa a pessoa, principalmente, ao falar, tossir, espirrar e pelas mãos que transmitem o vírus por contato direto ou contaminando superfície e objetos.

Medidas de Prevenção

Recomenda-se a lavagem frequente das mãos antes de tocar em mucosas (olhos, boca e nariz) e após espirrar, o uso de lenços de papel (descartável) para proteger boca e nariz ao espirrar; 

- Uso de álcool gel; 

- Indivíduos doentes devem manter repouso, alimentação balanceada e ingestão de líquidos adequada, evitando contato com outras pessoas em ambientes fechados e aglomerados; 

- Evitar a exposição de menores de cinco anos ao clima chuvoso; 

- Manter ambientes bem ventilados; 

- Caso o indivíduo apresente febre, tosse, dor de garganta, falta de ar ou qualquer outro sintoma associado, deve procurar o serviço de saúde para melhor avaliação.

Pará solicita antecipação da vacinação contra a gripe após mortes por H1N1 no AM

Devido à proximidade com o Estado do Amazonas, que já registrou 12 mortes por gripe causada pelo vírus H1N1, o secretário de Saúde Pública do Pará, Alberto Beltrame, solicitou ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a antecipação da Campanha de Vacinação contra a Gripe em território paraense. Em ofício enviado ao ministro, na quinta-feira (28), Alberto Beltrame argumentou que “é grande o fluxo de pessoas entre os dois estados, e que ambos têm similaridades climáticas e epidemiológicas”.

Segundo a coordenadora estadual de Imunizações, Jaíra Ataíde, a vacina protege contra três tipos de vírus (Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B), sendo atualizada anualmente, uma vez que as cepas dos vírus sofrem mutação todo ano.
 
Foto: José Pantoja/Sespa 
A coordenadora ressaltou, no entanto, que a vacina é direcionada aos grupos prioritários - crianças de seis meses a menores de 5 anos, mulheres gestantes e puérperas, idosos com mais de 60 anos, indígenas, pessoas com doenças crônicas, profissionais de saúde, professores e pessoas privadas de liberdade. “Com exceção dos profissionais de saúde e professores, que tomam a vacina em função do seu trabalho, são essas as pessoas mais afetadas pelo agravamento da doença”, acrescentou Jaíra Ataíde.

Em 2018, o Pará conseguiu vacinar 90% da população, mas não alcançou a meta entre as crianças menores de 2 anos. Por isso, Jaíra Ataíde disse esperar que, neste ano, a população participe mais da campanha. “Porque a vacina é umas das medidas mais eficazes, e todas as pessoas que fazem parte de grupos prioritários devem procurar o posto para tomar a vacina nesse período”, enfatizou.

Apesar de a campanha de vacinação abranger apenas os grupos prioritários, há uma série de medidas preventivas que a população pode adotar para evitar a gripe, como: lavar e higienizar as mãos antes de consumir alimentos e após tossir e espirrar, utilizando lenço descartável para higiene nasal; cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; evitar tocar nas mucosas dos olhos, nariz e boca; não compartilhar objetos de uso pessoal - talheres, pratos, copos e garrafas; manter os ambientes bem ventilados, e evitar ficar perto de pessoas com sinais e sintomas de gripe.

Notificação

Segundo Martha Nóbrega, chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em função da mudança no sistema de notificação do Ministério da Saúde ainda não foi possível divulgar nenhum informe epidemiológico sobre a Síndrome Gripal (SG) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) neste ano. No entanto, até o momento o Laboratório Central do Estado (Lacen-PA) ainda não recebeu nenhuma amostra de secreção nasal para exame, o que indica a ausência de notificação de casos suspeitos de SRAG no Estado.
 
Foto: Arquivo/Agência Brasil 
Em 2018, o Pará fechou o ano com a notificação de 1.208 casos de SRAG, incluindo 97 óbitos, dos quais 58 (62%) tiveram coleta de nasofaringe, confirmando que a maioria - 13 óbitos (40,6%) - foi causada pelo vírus Parainfluenza 3. O H1N1 causou oito mortes (25%).

Conforme a diretora do Departamento de Epidemiologia da Sespa, Ana Lúcia Ferreira, para evitar o agravamento da síndrome gripal é preciso que os pacientes com SG que integram o grupo prioritário, e aqueles com SRAG, iniciem o tratamento com o antirretroviral Oseltamivir nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas, pois a demora pode provocar a morte do paciente.

“Por isso, nesse período chuvoso os profissionais de saúde devem ficar atentos aos casos de gripe em pessoas com condições e fatores de risco para complicações”, alertou. “Nesses casos, e inclusive em pacientes sem condições e fatores de risco para complicação, conforme a gravidade do caso e avaliação do médico, pode ser utilizado o medicamento Oseltamivir, que está disponível em todos os municípios paraenses”, informou a epidemiologista.

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas de síndrome gripal são febre de início súbito (mesmo que apenas referida, quando não é constatada com o termômetro), acompanhada de tosse ou dor de garganta, e pelo menos um dos seguintes sintomas: dor de cabeça e dores nos músculos ou nas articulações, na ausência de outro diagnóstico específico.

Em crianças menores de 2 anos de idade também é preciso considerar a febre de início súbito (mesmo que referida) e sintomas respiratórios, como tosse, coriza e obstrução nasal. Os sinais e sintomas de agravamento da doença, que evoluem para SRAG, são dificuldade para respirar (dispneia), desconforto respiratório, saturação de oxigênio menor que 95% no ambiente e piora da doença pré-existente, além de pressão baixa em relação à habitual do paciente.

Decretada situação de emergência na saúde do Amazonas; mortes por H1N1 chegam a 12

O governador do Amazonas, Wilson Lima decretou, nesta quarta-feira (27), Situação de Emergência na área da saúde do estado, em razão do aumento súbito e inesperado dos casos de doenças respiratórias e internações por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), que já provocaram 12 óbitos pelo vírus Influenza A (H1N1) e duas mortes pelo vírus Sincicial Respiratório, em Manaus e no interior.





Em reunião com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na noite desta quarta-feria (27), Wilson e parlamentares da bancada federal do Amazonas buscaram um alinhamento nas ações conjuntas visando conter o avanço das SRAG.

O ministro garantiu ao governador a antecipação da campanha de vacinação contra a Influenza A para a segunda quinzena de março. Ela estava programada para abril. Além disso, o número de doses destinadas ao Amazonas deve aumentar.

“Essa campanha só não acontece hoje porque essa vacina ainda está sendo produzida pelo Instituto Butantã, mas há a garantia de que esse primeiro lote vai para o Amazonas. Nós tínhamos a previsão de receber 1 milhão e 200 mil doses e o ministro já pediu para que esse número aumente para que possamos vacinar as pessoas que estão no grupo de risco: idosos, crianças, grávidas e pessoas com a alguma doença crônica”, afirmou o governador.

Mandetta também se comprometeu em apoiar o Estado com materiais e insumos para a rede de saúde, como máscaras e aparelhos respiratórios, assim como maior repasse do antiviral Tamiflu.

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Boletim Epidemiológico

De acordo com Boletim Epidemiológico da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), divulgado nesta quarta-feira (27), foram notificados 195 casos de SRAG no estado, sendo 39 positivos para o vírus H1N1, 25 para vírus Sincicial Respiratório, 47 foram descartados e os demais seguem em investigação. Há registro de casos positivos de H1N1 em todas as faixas etárias. Das 12 mortes por H1N1, oito foram em Manaus, duas em Manacapuru, uma em Parintins e uma em Itacoatiara. Os dois óbitos por vírus Sincicial Respiratório ocorreram na capital.

Governo do Amazonas e Prefeitura de Manaus intensificaram esta semana a campanha de prevenção ao H1N1 nos meios de comunicação e adotam medidas em conjunto para garantir atendimento na rede pública de saúde.

Comitê Intersetorial

Como parte das ações, foi instituído um Comitê Intersetorial, que tem o objetivo de propor ações e acompanhar a implementação de medidas de monitoramento e enfrentamento à gripe H1N1,visando a prevenção.

Compõem o Comitê as Secretarias de Estado da Saúde (Susam) e da Comunicação (Secom), a FVS, a Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado, a Prefeitura de Manaus, Secretaria Municipal de Saúde, Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE) e Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE).

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Sem vacina

Prevenção eficaz à H1N1, a vacina não está disponível nem na rede pública e nem na rede privada. A campanha e imunização é nacional e acontece anualmente a partir de abril. Em Brasília, o ministro Mandetta informou ao governador Wilson Lima que não há vacina no Brasil e nem fora do país.

“Quando o estado solicita o apoio federal por conta de uma situação de epidemia atípica, o Governo Federal vai trabalhar junto com o Governo do Estado, com recurso, com equipamento, com orientação para população, sabendo que na hora que tivermos a vacina para esse vírus, a gente vai poder ficar livre dessa situação. Por enquanto ainda não temos e nós estamos trabalhando com o Instituto Butantã para anteciparmos os lotes para o estado do Amazonas”, disse o ministro.
 

Sespa inicia ações para combate à gripe no Pará

A diretora do Departamento de Epidemiologia da Sespa, Ana Lúcia Ferreira, informou, na terça-feira (29), quais são as principais medidas que devem ser adotadas pelas Secretarias Municipais de Saúde e pela população, para a prevenção, vigilância e tratamento da síndrome gripal (SG) e síndrome respiratória aguda grave (SRAG), visando à redução de casos e número de óbitos por SRAG em 2019.

De acordo com ela, a Sespa já enviou a todas as Secretarias Municipais de Saúde, o Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da Influenza, para que seja divulgado aos serviços de saúde públicos e privados, com ênfase no tratamento oportuno dos casos de SRAG e de SG com condições e fatores de risco, uma vez que tem havido uma demora considerável para iniciar do tratamento.






As pessoas com condições e fatores de risco para complicações são as crianças menores de dois anos de idade; idosos com mais de 60 anos; grávidas em qualquer idade gestacional; puérperas até duas semanas após o parto, incluindo as que tiveram aborto ou perda fetal; pessoas com doenças crônicas, imunossupressão, indígenas e obesidade mórbida.

“Além disso, todos os municípios e Centros Regionais de Saúde já foram abastecidos com o medicamento Oseltamivir (Tamiflu) antecipadamente, uma vez que o protocolo define que todos os indivíduos com SG com condições e fatores de risco devem fazer a medicação e todos com SRAG, além de da medicação, devem ter o caso imediatamente notificado por meio do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe)”, informou a diretora da Sespa.

Ana Lúcia disse que quem faz a notificação dos casos de SRAG são os profissionais de saúde, portanto é fundamental que eles conheçam bem o protocolo. “Porque é por meio da notificação que a Sespa faz a identificação do número de casos e quem faz essa notificação é o profissional que está atendendo o paciente, médico, enfermeiro e toda a equipe de saúde”, explicou a epidemiologista.

As Secretarias Municipais de Saúde também devem investigar todos os casos e óbitos suspeitos que atendam à definição de caso de SRAG no Sivep-Gripe, independentemente de coleta ou resultado de laboratorial; digitar, avaliar, acompanhar e atualizar as fichas de notificação no Sivep-Gripe; realizar análises periódicas dos bancos fornecidos pelo Sistema de informação para subsidiar as ações para o agravo; e monitorar o indicador da cobertura da campanha de vacinação contra a influenza.

As Secretarias Municipais de Saúde também devem divulgar as medidas preventivas contra a transmissão do vírus influenza e outros vírus respiratórios e informações sobre a doença, com a orientação de busca de atendimento médico em caso de sinais e sintomas de agravamento do quadro clínico. “A Prefeitura executa as ações diretamente no município enquanto o Estado acompanha, monitora e atua quando o município não tem condições. Mas o papel prioritário dessas ações no município é da Secretaria Municipal de Saúde”, afirmou.

No que se refere às medidas a serem adotadas pela população, a diretora da Sespa destacou a vacinação das pessoas que fazem parte do grupo prioritário, assim como lavar e higienizar as mãos antes de consumir alimentos; após tossir e espirrar, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir nariz e boca e evitar tocar nas mucosas dos olhos, nariz e boca; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos e garrafas; manter os ambientes bem ventilados; e evitar ficar perto de pessoas com sinais e sintomas de gripe.

Ana Lúcia disse, por fim, que o objetivo da Sespa, em 2019 é reduzir principalmente o número de óbitos por SRAG no Pará. Para isso, conta com a participação dos profissionais de saúde e também da população, que tem papel fundamental no alcance das metas na campanha de vacinação. “Em 2018, o estado do Pará conseguiu vacinar 90% no geral, mas não alcançou a meta entre as crianças menores de dois anos de idade. E essa campanha foi prorrogada várias vezes porque a população não comparecia aos postos de vacinação”, observou a epidemiologista.

Então ela espera que neste ano a população participe mais da Campanha de Vacinação contra a Gripe, que já está agendada para acontecer de 15 de abril a 31 de maio, sendo que o Dia D de mobilização será o dia 4 de maio. “A vacina é considerada umas das medidas mais eficazes, então, todas as pessoas que fazem parte do grupo prioritário devem procurar o posto para tomar a vacina nesse período”, concluiu.