Estatal afirma que não houve dano ambiental nem risco à segurança da operação no poço Morpho, onde houve vazamento de fluido durante processo de perfuração na região da Foz do Amazonas.
Distrito do Bailique convive com os efeitos das mudanças climáticas há anos, entre os principais problemas está a salinização das água e falta de trafegabilidade dos barcos por conta da seca.
Decisão rejeitou ação do Ministério Público Federal e confirmou legalidade de despacho do Ibama que liberou avaliação pré-operacional no bloco FZA-M-59 na costa do Amapá.
Autorização ambiental saiu após ajustes no projeto e criação de centro de reabilitação em Oiapoque (AP). A licença marca o início da fase de pesquisa na Margem Equatorial e deve durar cerca de cinco meses.