Para procuradores no Pará e no Amapá, a forma como os processos estão sendo conduzidos esconde os verdadeiros riscos socioambientais da exploração de petróleo na Foz do Amazonas.
Petrobras interrompeu a perfuração para reparos após o vazamento e informou que o fluido foi contido e não causa dano ambiental. Multa foi aplicada após um mês do vazamento.
Estatal afirma que não houve dano ambiental nem risco à segurança da operação no poço Morpho, onde houve vazamento de fluido durante processo de perfuração na região da Foz do Amazonas.
Distrito do Bailique convive com os efeitos das mudanças climáticas há anos, entre os principais problemas está a salinização das água e falta de trafegabilidade dos barcos por conta da seca.