Janaína Freitas Calado, professora da Universidade do Estado do Amapá (UEAP), atua na interface entre ciência, educação ambiental e saberes tradicionais, com foco na foz do Amazonas.
Para procuradores no Pará e no Amapá, a forma como os processos estão sendo conduzidos esconde os verdadeiros riscos socioambientais da exploração de petróleo na Foz do Amazonas.
Petrobras interrompeu a perfuração para reparos após o vazamento e informou que o fluido foi contido e não causa dano ambiental. Multa foi aplicada após um mês do vazamento.
Estatal afirma que não houve dano ambiental nem risco à segurança da operação no poço Morpho, onde houve vazamento de fluido durante processo de perfuração na região da Foz do Amazonas.