O estudo buscou sequenciar o genoma do fruto amazônico, compreender sua estrutura genômica, suas características evolutivas e as relações filogenéticas entre os grupos de organismos.
Análises de esqueletos exumados em um cemitério datado do período 500 a.C a 400 a.C no Peru mostram traumatismos mortais e indícios de uma população carente.