O documento, co-elaborado pelo Inmet e mais seis instituições federais, alerta para a intensificação da seca e do aumento do risco de fogo no centro-norte e para cheias, no Sul.
Também em Roraima, efeitos do El Niño estão previstos por estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e monitoramento consolidado do Instituto Socioambiental (ISA).
O terceiro boletim do Painel El Niño 2026–2027 elevou o sinal de alerta. Os modelos indicam alta probabilidade de permanência do fenômeno até pelo menos o início de 2027, com possibilidade de um episódio muito forte.
De acordo com o documento, o avanço do garimpo somado ao crítico cenário climático, segundo os pesquisadores, agravam os riscos aos territórios, à saúde e aos modos de vida indígenas.