Os povos indígenas da região, contrários ao decreto, começaram os protestos há pouco mais de 30 dias e chegaram a ocupar o escritório da multinacional Cargill, no Porto de Santarém.
Segundo o Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (Cita), o ato faz parte da série de protestos que há mais de um mês o movimento indígena vem promovendo contra o Decreto nº 12.600, de agosto de 2025.
Com a medida da Funai, a Terra Indígena deixa o status administrativo de reivindicação fundiária indígena “em estudo” e passa a ser reconhecida como terra indígena de ocupação tradicional delimitada.
Com o certificado, a iniciativa do MPEG com os dicionários concorre ao 13° Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social e integra a rede Transforma, que reúne soluções sociais de vários países.