Mesmo com baixo risco de incêndios florestais e de impactos mais graves à saúde, a Defesa Civil orienta a população a adotar medidas simples para reduzir os efeitos do clima seco no organismo.
O aumento do centro urbano, a expansão de edifícios, o crescimento da frota veicular e a falta de espaços verdes são fatores determinantes para o surgimento das ilhas de calor.
Dados do Inmet de janeiro a outubro de 2024 mostram temperaturas acima da média registrada nos últimos 30 anos. Especialistas afirmam que calor é ‘anomalia’ influenciada por mudanças climáticas globais e fatores regionais, como desmatamento.
Os picos de calor são acompanhados por longos períodos de seca, o que intensifica problemas como falta de chuvas, baixa umidade do ar e aumento no consumo de energia elétrica.