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Domingo, 09 Mai 2021

Funai pede reforço após ataque a base de proteção a índios isolados no Amazonas

A Fundação Nacional do Índio (Funai) pediu reforço da Polícia Militar do Amazonas e do Exército depois que homens armados atacaram uma base de proteção a índios isolados da Terra Indígena Vale do Javari, no oeste do estado do Amazonas, próximo à fronteira com o Peru.

Veja primeiras imagens de índios isolados descobertos na Amazônia

Em nota divulgada nesta segunda-feira (24), a Funai confirmou que, na madrugada do último sábado (22), homens não identificados alvejaram um flutuante da fundação e trocaram tiros com policiais militares que participavam de uma operação de rotina para coibir a ação ilegal de caçadores, pescadores.
 
Foto: Divulgação/Ibama 
A reportagem não conseguiu contato com representantes da PM e do Exército. A Funai destacou que o ataque “colocou em risco indígenas, servidores e policiais”.

A base instalada na confluência dos rios Ituí e Itacoai é uma das três existentes na Terra Indígena Vale do Javari. Localizada em uma região acessível apenas por via fluvial ou aérea, a reserva indígena de mais de 8,5 milhões de hectares (cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial) abrigava a cerca de 7 mil índios, em 2010.

De acordo com a Funai, a terra indígena concentra o maior número de povos indígenas isolados da região. Ou seja, de grupos que, por vontade própria, evitam o contato ou tem pouca interação com as comunidades não-indígenas circundantes. Embora devam garantir o direito destes índios a seus territórios e protegê-lo da ação de invasores, a Funai e o Estado brasileiro procuram só estabelecer contato quando a sobrevivências destes grupos estejam severamente ameaçada.

Justiça determina reestruturação de bases de proteção a índios isolados no AM

Ao menos 17 diferentes grupos de índios isolados já foram registrados no interior da terra indígena – o que, se confirmado, corresponderia à maior concentração de grupos isolados em uma mesma reserva. Além destes, vivem na área, indivíduos das etnias Marubo, Kulina, Kanamari, Mayrouna e dos grupos Korubos e Tsohom Dyapá, ambos de recente contato.

Em seu site, a Funai explica que o isolamento pode ser uma opção coletiva adotada por alguns grupos indígenas que, no passado, sofreram com os impactos negativos decorrentes do contato com não-índios, como doenças típicas de populações urbanas, violência física e a espoliação de recursos naturais.

Em junho deste ano, representantes de 27 povos indígenas e de organizações indigenistas do Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Venezuela participaram, em Brasília, do II Encontro Internacional Olhares sobre as Políticas de Proteção aos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato. Ao final do evento, aprovaram um documento no qual reafirmaram os “retrocessos” no tocante à promoção e garantia dos direitos dos povos indígenas em todos os países, “com efeitos particularmente graves para os povos em isolamento e contato inicial”, em particular na Bacia Amazônica.

Cachorro morre após ser atacado por abelhas em Manaus

Um cachorro  morreu nesta quinta-feira (13) após ser atacado por abelhas no bairro Coroado, zona Leste de Manaus.  De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a dona do animal, a vigilante Noêmia de Souza, também foi atacada pelo enxame.

Foto: Arquivo Pessoal
Segundo Noêmia, o ataque aconteceu por volta de 11h40. “Foi muito rápido, quando eu cheguei próximo a pia para lavar a louça, as abelhas atacaram, em seguida, o enxame foi em cima dos animais, atacou gatos e o cachorro, Luke, que não resistiu e morreu horar depois no consultório veterinário”, disse.
O Corpo de Bombeiros foi chamado e identificou a colmeia em um terreno ao lado da casa de Noêmia. “Vamos fazer o controle do inseto, mas será no período noturno, pois, durante o dia não é possível fazer essa ação. Pela manhã ou tarde, as abelhas vão seguir os movimentos, ou seja, pode ser perigoso”, explicou o tenente Renê.

Foto: Reprodução/Rede Amazônica
Além do cachorro Luke, da raça Rottweiler, os gatos de Noêmia foram atacados pelas abelhas. “Não tivemos como salvar, era uma quantidade enorme de abelhas em cima dele. Alguns gatos eu salvei, outros fugiram, então, não sei ao certo se eles morrerem. Fico muito triste, espero de verdade que as autoridades tomem uma atitude”, lamentou a vigilante. 

Ataque homofóbico na UEA repercute na internet

A página 'Manifesta LGBT+' divulgou nesta quarta-feira (5) uma foto tirada no banheiro da Escola Superior de Ciência da Saúde (ESA/UEA), onde é possível ler uma mensagem em tom de ameaça ao público  Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBTQ). Por conta da situação, o grupo decidiu fazer um encontro nesta sexta-feira (6), a partir das 16h, na sede da ESA, localizada na Avenida Carvalho Leal, 1777 - Cachoeirinha. 

Na foto publicada pelo grupo é possível ler a frase “Gays são os próximos”. A mensagem está escrita no meio de um desenho da suástica, símbolo utilizado por Adolf Hitler na bandeira do nazismo. Nos comentários da publicação, os internautas lamentaram a situação. “Total repúdio”, escreveu um seguidor da página. “Infelizmente, isso continua acontecendo em Manaus”, lamentou outro. 

Foto: Reprodução/Facebook-Manifesta LGBT+
A Universidade do Estado do Amazonas (UEA), também se manifestou por meio de nota. Segundo a direção, a instituição reitera que repudia atitudes desrespeitosas diante da orientação sexual no espaço universitário e fora dele. Eles ainda destacam que ações que ferem a dignidade humana nos envergonham e devem ser comunicadas à direção das unidades acadêmicas, que estarão abertas para encaminhar e solucionar demandas dessa e de outras naturezas.

Manifesto

De acordo com o diretor da Manifesta LGBT+, Gabriel Mota, essa não é a primeira vez que uma mensagem de ódio é encontrada em uma universidade pública. Em 2017, estudantes registraram a mensagem 'Morte aos Gays', no banheiro do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Na época, tanto a Ufam, quanto o Conselho Universitário (Cosuni) rejeitaram o discurso de ódio e prátias discriminatórios.

Sobre o encontro realizado na sede da ESA/UEA, Mota, contou que será um encontro pacífico fora do campus. “A gente não vai adentrar a universidade, mas vamos levar cartazes e bandeiras, para mostrar suporte aos alunos que se sentiram ameaçados com a mensagem. Além disso, a gente vai escrever um documento, utilizar o ato para formalizar tudo, e em seguida, levar para as autoridades competentes”, declarou. 

Ataque de muçulmanos à igreja no Maranhão é mentira

Foto: Reprodução/G1 Maranhão
Circula nas redes sociais um vídeo que mostra um ataque de muçulmanos armados à uma igreja católica acompanhado da notícia que a igreja seria supostamente no Maranhão. A nota, no entanto, é falsa e se aproveita da presença de um grupo de dez turistas de naturalidade paquistanesa no Estado para associá-los a um caso ocorrido em Marawi, nas Filipinas. As informações são do G1 Maranhão.

Um vídeo divulgado pela agência de notícias ligada ao Estado Islâmico, a Amaq, mostra um ataque a uma igreja realizado no início de junho na cidade filipina. Nele, é possível ver os terroristas quebrando imagens sacras, rasgando um pôster do Papa Francisco, queimando objetos e jogando um crucifixo ao chão.

A nota falsa diz: "Muçulmanos chegaram com força no Maranhão, já se instalando e fazendo o islã conhecido... Sem nenhuma pressão ou questionamento, estão não apenas espiando a terra, mas prontos para conquistá-la".

Turistas

O governo do Maranhão informa que um grupo de dez turistas de naturalidade paquistanesa estiveram, de fato, em São Luís, a convite de amigos que residem na cidade, mas nega que tenha ocorrido algum ataque a igreja ou qualquer outro tipo de problema.

A Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular diz que encaminhou uma equipe para estabelecer diálogo e oferecer possível auxílio, frente a quaisquer necessidades dos muçulmanos. Embora estivessem viajando a turismo, eles fizeram questão de manter os costumes culturais, o que chamou a atenção da população.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública informa que, por se tratar de turistas estrangeiros, cabe à Polícia Federal apurar a conduta dos paquistaneses durante a estadia deles no Maranhão, iniciativa que foi executada pela instituição. A secretaria ressalta, no entanto, que "não há indícios ou atitudes de que a presença dos estrangeiros tenha causado algum tipo de risco à sociedade maranhense".

Helicóptero usado para atacar sede do Supremo na Venezuela é encontrado

Foto: Reprodução/TareckPSUV/Governo da Venezuela
O vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, informou nesta quinta-feira (28) que o helicóptero usado para atacar o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) do País foi localizado pelas autoridades em uma cidade do estado de Vargas, próximo a Caracas. Segundo El Aissami, até o momento, não há detidos. As informações são da Agência Brasil.

"Apesar das condições climáticas adversas, a nossa Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) localizou o helicóptero que foi empregado no dia de ontem [27] em dois ataques terroristas a instituições do Estado venezuelano", disse El Aissami em um contato telefônico com a emissora estatal VTV.

Segundo o governo, um agente da polícia científica venezuelana, chamado Oscar Pérez, furtou um helicóptero com o qual sobrevoou as sedes do Ministério de Interior e do TSJ em Caracas, contra o qual lançou quatro granadas e realizou disparos.

El Aissami explicou que a aeronave foi achada na cidade de Osma, no litoral central venezuelano, e "está neste momento sendo inspecionada" para sua posterior transferência a Caracas. Além disso, já que ninguém foi detido, agentes de segurança do Estado foram posicionados na região e foi solicitado "o acompanhamento do povo" nas investigações.

Segundo o vice-presidente, este achado mostra "a capacidade de reação imediata que tem o povo da Venezuela perante os ataques efetuados por um agente traidor. Vamos continuar agora mesmo desdobrando forças especiais em toda a área para determinar que outros movimentos ele pode ter feito e as possíveis cumplicidades".

O ministro de Interior e Justiça, Néstor Reverol, disse nesta quarta que a Venezuela emitiu uma ordem de captura internacional contra Oscar Pérez. Para ele, os ataques de tiveram como objetivo "elevar a escalada golpista e a sua ofensiva insurrecional e a espiral de violência" que, no seu entender, foi convocada pela oposição venezuelana, a qual acusou de manter um "silêncio cúmplice" perante os incidentes.

Banhistas evitam praia no Tocantins após ataque de piranhas

Foto: Nathália Henrique/G1 Tocantins
Banhistas evitaram as águas da praia da Graciosa, no Tocantins, neste fim de semana. O motivo foi o ataque de piranhas que ocorreu no último sábado (17). Pelo menos duas pessoas foram mordidas, um adolescente e um idoso. Os ataques aconteceram dentro da área de proteção do local. As informações são do G1 Tocantins.

Em outro ponto do lago, ao sair da água, Ita Xavier, que é de Goiânia, foi surpreendida ao saber dos ataques. "Sou turista, achei muito bonita a praia, bem organizada, mas se tiver [piranhas] vai ter que ter plaquinhas avisando, colocar redes", opina.

O Corpo de Bombeiros informou que não atendeu nenhuma ocorrência do tipo neste sábado (17). A corporação disse ainda que tem um posto central na praia do Prata e que se desloca para as demais praias conforme os chamados da população.

A Prefeitura de Palmas disse que há uma inspeção nas telas de proteção prevista para a próxima semana. A prefeitura pediu que os banhistas evitem consumir alimentos perto da água, já que isso pode atrair os peixes.

Ataques do tipo aconteceram ao longo de 2016 em várias cidades do estado. Em Palmas, houve 10 ataques em um único dia. Já na praia de Babaçulândia, no norte do estado, mais de 25 pessoas precisaram de atendimento médico após serem mordidas.

Cupons falsos da McDonald's enviados por WhatsApp, sao os novos ataques dos cibercriminosos

Realmente o WhatsApp é um prato cheio para pessoas mal intensionadas. Nesses últimos dias, muitos usuários da plataforma foram alvos de ataques através arquivos e links enviados a usuários específicos ou grupos.
 
Isso lembra aqueles ataques de cavalo de tróia, que virou até filme. Quando o Santo é grande, desconfie mesmo. A dica é, nunca aceite arquivos ou muito menos execute aplicativos dos quais você não conhece a procedência e principalmente não aceite aquilo que voce não pediu.
Nesse novo ataque, o usuário recebe a mensagem de um contato conhecido ou de um de seus grupos no aplicativo, que o convida a participar de uma promoção.
Ao clicar no link do falso cupom de R$ 500, a vítima é direcionada para uma página com a imagem do McDonald's, que solicita o compartilhamento do link com ao menos 10 amigos via WhatsApp.
Em seguida, o usuário é orientado a fazer o cadastro em sites maliciosos que efetuam cobranças indevidas e baixam apps que podem infectar o smartphone. Fique alerta.