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Terça, 14 Julho 2020
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Você tem mesmo gestão sobre o seu dinheiro?

Em tempos de Coronavirus, queda das bolsas em todo o mundo, aumento do dólar e outras notícias que invadem TVs, rádios, jornais e especialmente os nossos maiores companheiros, os smartphones, iniciamos hoje, no Portal Amazônia, uma sequência de artigos sobre a relação entre trabalho, dinheiro e espiritualidade.

Sobre o noticiário que tantas incertezas (ou pânico) nos provoca, somos agentes reativos. Podemos dar a nossa contribuição, mas boa parte de seus efeitos em nossas vidas depende de fatores externos que não temos controle ou influência direta. 

E quanto ao dinheiro? Até que ponto exercemos uma completa gestão sobre ele? Por mais que nos preparemos e façamos o nosso melhor, não conseguimos garantir que o dinheiro vai entrar conforme desejamos ou esperamos, não é mesmo?

E a maneira como ele vai ser usado? Em grande parte depende de nós a decisão sobre gastos ou investimentos, mas será que é 100%? E o dinheiro que é gasto com o carro que enguiçou, ou com uma doença inesperada, ou outros tipos de perdas? Ninguém gostaria que o seu suado dinheiro fosse gasto desta forma, então, o que fazer? Alguns atribuem a uma questão de sorte ou azar. Será mesmo?

Vindo de uma família de classe média, comecei a trabalhar cedo e, aos 24 anos, já havia conseguido gerar um pequeno patrimônio. Após alguns movimentos errados, perdi tudo e ainda fiquei devendo anos de trabalho. Perdi o crédito e algumas pessoas que tinha como amigos. Nesta época, uma pergunta me perseguia: por que algumas pessoas têm tanta facilidade para ganhar dinheiro e outras tantas dificuldades, às vezes tendo igual ou superior preparo?

Esta pergunta me levou a uma série de estudos e experimentações que culminaram, quase 20 anos, depois com o livro O Espírito do Dinheiro, chegando agora à sua sétima edição, ampliada e atualizada. Durante este período, vivenciei e acompanhei histórias reais que me levaram a uma forte convicção: sobre a entrada e saída do dinheiro, não temos 100% de gestão, mas uma influência decisiva, por meio de nossas atitudes e ações, frente ao dinheiro.

Elas englobam a forma que o ganhamos (para a maior parte de nós, o trabalho), a nossa relação com o dinheiro, e, finalmente, pela maneira como o utilizamos. Esta influência ocorre num plano invisível, tão real, como os pensamentos e sentimentos, também invisíveis. Podemos chamar esta dimensão de Espiritual, ou outra denominação que você, leitor, se sentir mais confortável. Veremos que, independentemente de sua denominação, esta abordagem está alinhada a um novo tipo de ciência que inclui o concreto, mas não se limita a ele. Porém, isto é assunto para a nossa próxima conversa.

Julio Sampaio, Mentor e Fundador do MCI – Mentoring Coaching Institute, Diretor da Resultado Consultoria. 

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Quarta, 15 Julho 2020

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