Amostras retiradas na Margem Equatorial revelam óleo leve, característica que pode aumentar seu valor comercial e facilitar o processamento em refinarias.
Levantamento da Agência Nacional de Mineração aponta que região do subsolo do estado enfrenta paradoxo que envolve questões técnicas, socioambientais e econômicos.
A presença de indícios de petróleo foi confirmada por meio de análises elétricas e exames nas rochas. Poço fica a quase 2,9 km de profundidade. Petrobras busca avaliar viabilidade comercial da área.
Além do valor comercial do castanha, as comunidades receberam um adicional de 20% como reconhecimento pelo papel que desempenham na conservação da floresta.
Embora tenha como base um mecanismo de fiscalização tributária, a proposta apresentada durante o encontro foi tratada como uma ferramenta de governança do mercado.