A unidade da Fhemeron na cidade foi parcialmente desativada no inicio de novembro para contenção de despesas, segundo o governo. Desde então, apenas uma coleta foi feita, com pouca adesão da comunidade.
A ideia de refúgio para as corujas surgiu durante um mutirão para reconstruir o calçamento em frente a uma igreja da cidade rondoniense. Seis corujas vivem na área: um casal e quatro filhotes.