A unidade da Fhemeron na cidade foi parcialmente desativada no inicio de novembro para contenção de despesas, segundo o governo. Desde então, apenas uma coleta foi feita, com pouca adesão da comunidade.
A destruição dos navios representou uma perda para a logística regional e para a segurança dos transportes local, e o fato foi registrado no livro 'Histórias, Costumes e Tragédias dos Barcos do Amazonas', de Moacir Andrade