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Sábado, 08 Mai 2021

Candidatos a governo no 2º turno se enfrentam em último debate; confira resumo

Candidatos a governo no 2º turno se enfrentam em último debate; confira resumo
A última quinta-feira (25) foi marcada por debates entre candidatos a governo. Nas afiliadas da Rede Amazônica, os telespectadores do estados do Amapá, Amazonas, Rondônia puderam acompanhar o último debate do segundo turno das eleições 2018.

Em Roraima, o candidato  Antonio Denarium (PSL) não compareceu e houve apenas uma entrevista com o candidato Anchieta (PSDB), que falou entre outras coisas, da crise na Venezuela, e afirmou que lamenta o fato, mas que se eleito, irá propor parceria com o Governo Federal e os representantes do Estado em Brasília para criação de um projeto de leite estabelecendo uma cota de permanência, "para que possam vir, ficar e permanecer em Roraima, ao modelo que os grandes países da Europa fazem", disse.
Foto: Divulgação/Rede Amazônica 

No Amazonas, o debate foi entre Amazonino Mendes (PDT) e Wilson Lima (PSC). Amazonino é o atual governador do Estado em um mandato tampão, depois que seu antecessor, José Melo (PROS) foi cassado por compra de votos, e entre as questões debatidas, falou da preocupação que tem com a política do estado, dos investimentos que tem feito em educação e segurança pública, e argumentou inúmeras vezes sobre a possibilidade do opositor, se eleito, pagar indenização às famílias dos presos mortos em uma massacre que aconteceu em 1 de janeiro de 2017, em Manaus.

Já Wilson, trouxe o discurso de ser a renovação para a política, e que mesmo não ter sido eleito para nenhum cargo público, pretende se assessorar de pessoas capacitadas para exercerem suas funções com maestria no governo. Ressaltou ainda que está sendo vítima constante de fake news por parte do adversário, e que essas armações fazem parte de uma velha política.
Foto: Divulgação/Rede Amazônica
Em Rondônia, Expedito Júnior (PSDB) e Coronel Marcos Rocha (PSL) são os candidatos que disputam a vaga de governador do Estado. Nas considerações finais, Coronel Rocha usou um versículo bíblico para justificar ser o candidato da mudança, e afirmou: "todos nós lutamos há muito tempo pela mudança. Essa mudança nós temos oportunidade fazer agora. Eu fui escolhido para essa missão pelo Bolsonaro por ser uma pessoa de bem, por ter verdadeiramente a ficha limpa e totalmente limpo", disse.

Já Expedito, nas considerações, se pautou pelo diálogo e afirmou: "Eu não sou o candidato do Bolsonaro. Não quero ser o candidato do Bolsonaro. Eu quero ser o candidato do povo do meu estado, do povo sofredor do estado de Rondônia, Coronel. Do povo que necessita e precisa de uma política mais humanizada. Eu vou governar com a caneta na mão, não com chicote. Não é assim. Vocês me conhecem. Vocês sabem. Conhecem o Expedito. Sabem que eu farei o governo do diálogo", disse.
Foto: Divulgação /Rede Amazônica

No Amapá, Capi (PSB) e Waldez (PDT), discutiram ideias e propostas, entre elas as de segurança pública. Waldez afirmou que: "A sobrecarga grande do policial militar. Todo ano indo para a reserva, aposentadoria, de quase 200 profissionais durante seis anos de sobrecarga. Realizei todos os concursos públicos, estamos incorporando mais de 1 mil novos profissionais na segurança pública. Polícia Civil, Militar, Polícia Técnica, estamos licitando mais 165 novas viaturas, retomei o GTA, fortaleci o Bope, licitando mais de 100 milhões em infraestrutura. Não perdi nenhum centavo de recurso federal", disse.

No mesmo tema, o candidato Capi ressaltou que: "As pessoas estão morrendo assassinadas, a violência está fora de controle, não tem gasolina para as viaturas. Porque não se investe, como é possível 15 anos depois, a polícia ter um orçamento de 2017 de R$ 5,5 milhões é insuficiente. O orçamento para a Polícia Militar em 2018 para atender os mesmos padrões de 2002 necessitaria de pelo menos R$ 25 milhões. Sem dinheiro, a nossa polícia Militar, Civil, que são eficientes, estão de mãos atadas", disse.
Foto: Divulgação/Rede Amazônica
Houve debate também no Pará, onde Helder Barbalho (MDB) e Márcio Miranda (DEM) disputam a vaga de governador do Estado. Nas considerações finais, Márcio se mostrou como um candidato que visitou o interior do Estado e acredita que vai superar os números apresentados nas pesquisas que apontam seu opositor na frente. Já Helder, afirmou que também visitou o interior do Pará e que estará, se eleito, olhando as vocações de cada região do Estado.

2º turno das Eleições para candidatos a governo e presidente acontecem no próximo domingo (28), e a apuração, no mesmo dia, poderá ser acompanhada a partir das 18h (horário de Manaus), no canal Amazon Sat.

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