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Reunião da Suframa sugere retomada econômica no Amazonas

Reunião da Suframa sugere retomada econômica no Amazonas
Além de aprovar investimentos de mais de meio bilhão de reais (ou US$ 145.7 milhões) a última reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS) também, fez um balanço do ano no Amazonas. De acordo com a autarquia, nas seis reuniões do Conselho foram aprovados mais de US$ 2,5 bilhões em investimentos totais acumulados e a previsão de geração de 3.295 empregos diretos nos primeiros três anos de implantação dos projetos chancelados.

Como pontos positivos para 2016, o titular do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), Marcos Pereira, aponta a regularidade das reuniões. “A última reunião do Conselho aprovou projetos de quase meio bilhão de reais em investimentos. São números importantes para um ano que representou a volta de um calendário regular de reuniões, o que não havia desde o ano de 2012”, disse o ministro.
 
Foto: Reprodução/Suframa
Para o ministro, as seis reuniões do Conselho foram apostas do governo federal no desenvolvimento da região. “A reunião de dezembro vem coincidir com o primeiro semestre do governo Temer e vemos o compromisso deste de gerar mais empregos e atrair mais investimentos. Os valores ainda estão aquém do acumulado em 2015, mas esperamos melhoras com a estabilidade prometida para 2017”, comenta Marcos Pereira.

Acreditando no crescimento econômico a partir de maior estabilidade política, Pereira afirma que esses investimentos garantem a volta dos empregos no Brasil. “A ZFM e outros polos industriais do Brasil estão inseridos em um contexto macroeconômico, são todos afetados pela crise e a luta é para diminuirmos esse número de 12 milhões de desempregados”, ressalta.

Projetos em destaque

Um dos projetos mais destacados foi o da MG Gold para produção de relógios de pulso, com aproximadamente US$ 6 milhões em investimentos totais. Para a superintendente da Suframa, Rebecca Garcia a aposta da MG Gold no Amazonas reafirma a proposta de diversificação e renovação da ZFM. “É importante abrir novos mercados, é isso que pode garantir a volta da empregabilidade. As reuniões do CAS são o primeiro passo para a implantação de novas empresas na ZFM, tudo parte da aprovação do Conselho”, disse Rebecca.

Para a superintendente da autarquia, 2016 foi o ano de início da retomada econômica na ZFM, apesar de alguns índices fracos. “Reuniões como a de outubro, de aprovações recordes, tendem a acontecer mais vezes. O balanço que faço é positivo, mesmo em um ano de poucos investimentos. Com menos investimentos, tivemos mais trabalho, criamos grupos de trabalho atuando entre uma reunião e outra, enquanto esperávamos por dias melhores”, comenta.

CAS descentralizado

Com a chegada dos 50 anos do modelo da Zona Franca de Manaus, a autarquia irá descentralizar algumas das reuniões. “As próximas reuniões terão um formato itinerante tentando abarcar todos os Estados que estão sob o guarda-chuva de incentivos da Suframa. A primeira em fevereiro será a de aniversário de 50 anos do modelo ZFM, já em abril e junho, as reuniões do CAS serão sediadas em Macapá (AP) e Boa Vista (RR), respectivamente”, fecha.

Linha branca, relógios e componentes
Segundo o ministro alguns dos projetos aprovados serão de grande importância para dois dos setores mais afetados pela crise. “Nessa última reunião aprovamos projetos que irão adensar o Polo de Duas Rodas um dos mais importantes do PIM e ainda temos a chegada de reforços no setor de linha branca com a Britânia Componentes que irá fabricar cavidades de metal para forno de micro-ondas”, comenta.

De acordo com Pereira, o adensamento da cadeia componentista passa pela aprovação de processos produtivos básicos (PPBs) e o ministro afirma ser essa um a luta incessante. “Não existem PPBs travados. O que existe são processos que pedem mais rigor e por conta disso, temos que fazer visitas técnicas in loco, o que demanda tempo e análises minuciosas”, conclui.

Importações e exportações

No balanço do ano, os números da Suframa ainda mostram uma enorme diferença entre importações de insumos e exportações de produtos finais. Na primeira, as previsões da autarquia são de US$ 3.830.016, US$ 4.621,823 e US$ 6.495.787 nos três primeiros anos após as implantações. Já as exportações serão de US$ 133.077, US$ 191.243 e US$ 270.541 no mesmo período.

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