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Terça, 11 Agosto 2020

E quando a grana apertar, como você vai reagir?

É, leitores, mais uma semana sem vermos grande soluções para o problema grande que assola os países. Embora surjam notícias de que a China já volta ao normal, nem todos os dados são totalmente confiáveis.

Vemos no Brasil, discursos inflamados e até desrespeitosos sobre o caminho para a conclusão da epidemia e isso tem gerado bastante dor de cabeça e preocupação em que precisa ter um pouco mais de confiança sobre o futuro. 

Vale lembrar que esse cenário afeta diretamente a confiança dos consumidores o que implica em uma queda para vários setores da economia, justamente em um momento em que tínhamos um alívio após alguns meses de sufoco.

A realidade é que hoje, tanto empresas quanto indivíduos, não possuem reservas disponíveis. Apesar do tema tão importante, seria oportunismo focar o assunto da coluna nisso. Mas, sem dúvidas, fica a reflexão de que em momentos de pânico essa reserva traria um grande fôlego para tanta gente.

Bom, temos algumas medidas em ação por parte do governo e das principais instituições financeiras do país, como:

1.Prorrogação do pagamento do Simples Nacional;

2.Suspensão do recolhimento do FGTS;

3.Prorrogação de empréstimos e financiamentos por 60 dias, entre outros.

Essa é a hora que a coisa mais importante é ter dinheiro livre. Ou seja, caixa! Muitos negócios possuem custos e despesas em andamento, bem como a população tem suas obrigações. Ter dinheiro livre passa a trazer uma "tranquilidade" enquanto o futuro ainda é muito nebuloso.

Quem tem dinheiro deve fazer uma lista dos pagamentos que estão em aberto e definir uma prioridade. Essa é a hora de analisar que algumas contas podem ficar para depois. O caminho ideal é tentar uma negociação, ajuste de prazos ou ainda de parcelamento dos valores pendentes. Sempre lembrando que mesmo com postergação de alguns pagamentos, uma hora essa conta vai precisar fechar e você precisa criar uma reserva mesmo assim.

Quem não tem dinheiro deve verificar formas de destravar o capital. Uma opção são os empréstimos e linhas de financiamento que estão sendo flexibilizadas pelo governo. Nesse caso, é superimportante ter um prazo mais longo para quitação dessa dívida.

Quanto mais dilatado, maior a sua flexibilização e, assim, ganhamos tempo para que no curto prazo o impacto da despesa financeira não afete o orçamento.

Não serão dias fáceis, mas quero acreditar que terão uma recuperação rápida. Um pouco de otimismo não faz mal para ninguém.

Monte a sua lista de custos e despesas. Defina as prioridades. Foque nos gastos indispensáveis e cuide de você e das pessoas ao seu redor. Em breve, sairemos dessa.

Esse é o jeito baré de empreender.

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