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Sexta, 23 Outubro 2020

Mulheres fazem passeata em protesto contra violência em Altamira, no Pará

Mulheres fazem passeata em protesto contra violência em Altamira, no Pará
Em 2017, Altamira, no sudeste do Pará, foi a cidade mais violenta do Brasil, como mostrou os dados do Instituto de Pesquisa Econômica plicada (IPEA), divulgados através do Atlas da Violência. 
Foto: Divulgação/Ana Barbosa
Diante desse fato, e do crescimento nos índices de violência contra a mulher, o Movimento de Mulheres da Volta Grande do Xingu e de Xinguaras (todos os que nasceram ou moram na bacia do rio Xingu e que não são indígenas) a se reuniu para protestar, neste Dia Internacional da Mulher.

"Hoje na cidade de Altamira aconteceu o ato das mulheres denunciando a violência contra as mulheres, o genocídio, com a memória de guerreiras e Matires da região: Dorothy Stang, as mães dos emasculados de Altamira, as anônimas de Belo Monte e Belo Sun, as vítimas do Machismo dos grandes projetos de Mineração e Energia", conta Ana Barbosa, representante do Movimento Xingu Vivo. 
Foto:  Divulgação/Ana Barbosa
O ato, que teve como tema 'Ninguém solta a mão de ninguém', foi uma articulação das mulheres Xinguaras de Altamira, Anapu, Medicilândia e mais outros 7 municípios que compõem a Volta Grande do Xingu. E teve a participação de mulheres indígenas da região: Arara, Xipaia e Juruna. A passeata foi pacifica e passou pelas principais ruas da cidade, terminando em frente ao Fórum de Justiça de Altamira.

"Encerramos com uma mística em frente o Fórum da cidade, para denunciar a morosidade da justiça em punir os criminosos em crimes que matam mulheres", disse Ana Barbosa.

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