Conheça 8 Pokémon inspirados na região amazônica

A franquia Pokémon conta com quase 900 monstrinhos que foram inspirados nas mais diversas regiões do mundo, incluindo a Amazônia.

Há 27 anos os Pokémon fazem a alegria de crianças, jovens e adultos. A franquia japonesa totaliza o número de 898 monstrinhos de bolso que são amados no mundo inteiro.

Essas criaturas, chamadas de Pokémon, muitas vezes têm suas origens traçadas inspiradas em animais ou ambientes naturais, incluindo, a região amazônica

Seja pelo design do monstrinho ou por suas características na “pokédex” (agenda que identifica os Pokémon na animação), é possível encontrar um pouco da Amazônia como fonte de inspiração para alguns dos mais emblemáticos. Confira:

Toucannon

Toucannon é um Pokémon dos tipos ‘Normal’ e ‘Voador’, categorizado como ‘Pokémon Canhão’ e foi introduzido na Sétima Geração. Não é preciso de muito esforço para dizer qual animal serviu como inspiração para o Toucannon, né? Se você respondeu o tucano, está correto. Pertencente à família Ramphastidae, o tucano é um bicho com bico longo, colorido, cortante e leve.

Foto: Reprodução

Luvdisc

Luvdisc é uma espécie de Pokémon do tipo água, nativo da região de Hoenn. Ele vive em mares tropicais pouco profundos. Este Pokémon em forma de coração ganhou seu nome por nadar atrás de casais que o avistaram nas ondas do mar. 

O design dele é inspirado no acará-disco do gênero Symphysodon. O peixe é endêmico da América do Sul e pode ser encontrado nos rios da bacia Amazônica, no Brasil, Peru e Colômbia.

Foto: Reprodução

Vivillon

Como explicamos no início, nem sempre o design dos Pokémon que representam uma região. No caso da borboleta Vivillon, as suas cores mudam de acordo com o clima do país no qual foi capturado. 

Os jogadores do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima tendem a encontrar com maior facilidade a Vivillon com o padrão da selva (Jungle Pattern), no jogo Pokémon GO, por exemplo.

Foto: Reprodução

Munna e Drowzee 

Munna é um Pokémon do tipo psíquico. Ele come sonhos e libera névoa. A névoa é rosa quando está comendo um sonho bom e preta quando está comendo um pesadelo. O design foi inspirado na anta, um grande mamífero não ruminante e frugívoro, encontrado na região amazônica.

Aparentemente, as antas adoram o mundo dos sonhos, já que outro Pokémon também foi inspirado nela: o Drowzee, um Pokémon psíquico que consegue dizer onde alguém está dormindo e com o que essa pessoa está sonhando. E ele lembra de cada sonho que come.

Foto: Reprodução

Mew 

Mais um caso onde o design do Pokémon não é ligado à Amazônia, mas sua origem sim. Nos jogos ‘Fire Red’ e ‘Leaf Green’ é dito que o Pokémon Mew foi descoberto nas selvas profundas da Guiana no dia 5 de julho (o ano não é especificado). Lembrando que a Guiana faz fronteira com Roraima e Pará, e é um país que também abriga parte do bioma amazônico. Será que temos um Pokémon com um pé na Amazônia?

Foto: Reprodução

Heracross 

Heracross é uma espécie de Pokémon dos tipos ‘Inseto’ e ‘Lutador’, introduzido na Segunda Geração. Heracross são grandes Pokémon besouros cobertos por um exoesqueleto azul. A característica mais notável é o grande chifre saliente de sua testa. 

Sabe quem possui as mesmas características? O Besouro Rinoceronte. Ele mede entre 30 a 57 mm de comprimento e 14 a 21 mm de largura, chega a pesar 70 a 100 gramas – sendo considerado o inseto mais pesado do mundo, e pode ser encontrado em diversos países da América do Sul. 

Foto: Reprodução

Chatot

Chatot é um Pokémon dos tipos ‘Normal’ e ‘Voador’ introduzido na Quarta Geração. No jogo Pokémon GO, o passarinho capaz de imitar a voz humana foi primeiramente avistado apenas no hemisfério sul, em países como Brasil, Chile, Austrália e Nova Zelândia.

Ele foi inspirado no papagaio, que se distingue pela cabeça amarela, com azul-esverdeado na fronte e bochecha, narinas escuras, ombros vermelhos delineados com amarelo, asas com parte vermelha e extremos azul-escuro. O restante do corpo é geralmente verde. 

Foto: Reprodução
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