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Quarta, 01 Fevereiro 2023

'Seres mágicos' despertam consciência sobre preservação da natureza em livro de escritora do Amapá

A estudante amapaense Vitória Eduarda Costa Gemaque, de 20 anos, lançou seu primeiro livro intitulado 'Polígono Mágico - Adormecer', que aborda de forma lúdica o meio ambiente e a necessidade de conscientizar as pessoas da importância da preservação da natureza. Segundo a autora, a inspiração veio pela sua paixão por leitura, natureza e por seus estudos sobre sustentabilidade.

Vitória lembra que o livro começou a ser escrito durante a quarentena da pandemia da Covid-19, e segundo ela, o que era apenas um hobby, se tornou coisa séria. "Quando me dei conta, o livro estava pronto e um colega me disse que uma editora estava fazendo seleção. Mandei a proposta para essa editora e foi aceito de primeira", contou a estudante.

Livro é sobre preservação do meio ambiente. Foto: Kledison Mamed de Farias

'Polígono Mágico - Adormecer' 

O livro conta a história da mãe natureza e sua jornada para preservar o meio ambiente, regada a fantasia e muita magia, em uma narrativa que mostra um mundo bem diferente do que as pessoas conhecem como terra.

A obra explora os seres mágicos que estão no imaginário das pessoas e faz uma crítica ao comportamento do homem em relação ao meio ambiente, com foco em despertar a consciência ambiental.

"No livro é muito apresentando um mundo mágico e o mundo muito rico cheio de energia de beleza. O livro tem umas referências sobre a Amazônia e o folclore brasileiro, só que de forma bem sutil, pois o intuito é falar da natureza no geral", explica a jovem.
 

'Polígono Mágico - Adormecer' é o primeiro livro publicado por Vitória Eduarda Costa Gemaque. Foto: Kledison Mamed de Farias

Inspiração completa

Vitória Gemaque é estudante do curso técnico em Enfermagem, designer de móveis, amante da arte e desenhista e foi ela mesma quem produziu a capa do seu livro. Ela conta que ter sido aluna do Centro de Educação Profissional de Artes Visuais Cândido Portinari ajudou a elaborar a capa.

"Eu já fui aluna do Portinari e aprendi bastante lá, fiz a capa primeiro em aquarela, depois de fazer o desenho passei para o digital. Tudo a dedo, já que não tinha caneta digital e nem mesa. Demorou bastante, mas saiu do jeito que eu queria", disse Vitória.

Ela acredita que a história vai conquistar leitores de várias idades. "É uma obra lúdica amapaense que abre várias linhas de leitura e interpretações possíveis, com referências e críticas sobre a preservação da natureza. Acredito que o universo é desconhecido o suficiente para fantasiar coisas malucas sobre ele", concluiu.

*Por Marcelle Corrêa, do g1 Amapá


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