A Justiça condenou Celina dos Santos Chagas a oito anos e cinco meses de prisão em regime fechado. Ela fraudou o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por quase um ano no Amapá e no Pará. Prejuízo é de pelo menos R$ 100 mil.
Procissões terrestres e fluviais, novenários, missas campais, arraiais e promessas pagas por fiéis fazem parte do calendário de festas religiosas do Estado.