Indígenas de aldeia isolada que fica a quatro dias de barco da cidade de Feijó, no Acre, tem se refugiado em Rio Branco para fugir da fome. Eles também alegam fugir de madeireiros peruanos, além de atrito com a Funai.
Através de workshops, entrevistas e excursões, pesquisa em coautoria com membros da comunidade identificou 73 espécies associadas a práticas como alimentação, medicina e artesanato e georreferenciou 65 locais de importância cultural e simbólica no Pará.