Ciência e Tecnologia

Alunos do Amapá criam biojoias a partir de espinhas de peixes

Material é confeccionado pelos próprios estudantes e a produção de biojoias poderá ser expandida para artesãos locais


Alunas do curso de mineração do Instituto Federal do Amapá (IFAP) descobriram que um composto retirado dos restos de ossos e espinhas de peixes, descartados em feiras e vendas de Macapá, podem virar artigos de cerâmica, como potes e biojoias.  
   
Foto: John Pacheco/Rede amazônica
 
O composto usado na produção cerâmica é a hidroxiapatita, que compõe de 30% a 70% da massa dos ossos e dentes dos animais vertebrados, e por ser rica em cálcio, é misturado ao caulim e à argila para formar a massa. O uso, além de reduzir a contaminação pelos restos de peixe, fortalece o composto cerâmico.  
   
Foto: John Pacheco/Rede Amazônia
 
A poluição e o mau cheiro causado pelo descarte de ossos e espinhas de peixe, motivaram as alunas a compor esses artigos de cerâmica. O processo de montagem da massa é feito por etapas que incluem o superaquecimento das matérias para extração da hidroxiapatita que é adicionada aos compostos. Em seguida, com a cerâmica, as estudantes dão forma aos itens. Ainda tem o processo de finalização, que dá cor, desenho e brilho às peças. 
   
Foto: John Pacheco/Rede Amazônia
 
O projeto foi selecionado e vai ser apresentado pelo curso no próximo sábado (1), no 12º Congresso Norte-Nordeste de Pesquisa e Inovação (Connepi), que acontece na cidade de Recife, em Pernambuco.

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Alunos do Amapá criam biojoias a partir de espinhas de peixes

Material é confeccionado pelos próprios estudantes e a produção de biojoias poderá ser expandida para artesãos locais

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


Alunas do curso de mineração do Instituto Federal do Amapá (IFAP) descobriram que um composto retirado dos restos de ossos e espinhas de peixes, descartados em feiras e vendas de Macapá, podem virar artigos de cerâmica, como potes e biojoias.  
   
Foto: John Pacheco/Rede amazônica
 
O composto usado na produção cerâmica é a hidroxiapatita, que compõe de 30% a 70% da massa dos ossos e dentes dos animais vertebrados, e por ser rica em cálcio, é misturado ao caulim e à argila para formar a massa. O uso, além de reduzir a contaminação pelos restos de peixe, fortalece o composto cerâmico.  
   
Foto: John Pacheco/Rede Amazônia
 
A poluição e o mau cheiro causado pelo descarte de ossos e espinhas de peixe, motivaram as alunas a compor esses artigos de cerâmica. O processo de montagem da massa é feito por etapas que incluem o superaquecimento das matérias para extração da hidroxiapatita que é adicionada aos compostos. Em seguida, com a cerâmica, as estudantes dão forma aos itens. Ainda tem o processo de finalização, que dá cor, desenho e brilho às peças. 
   
Foto: John Pacheco/Rede Amazônia
 
O projeto foi selecionado e vai ser apresentado pelo curso no próximo sábado (1), no 12º Congresso Norte-Nordeste de Pesquisa e Inovação (Connepi), que acontece na cidade de Recife, em Pernambuco.

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